domingo, 28 de fevereiro de 2016

MARATONA SELINDABTT 2016.

MARATONA SELINDABTT 2016


, SERTÃ, CASTELO BRANCO

QUANDO?
 17/04 2016
DOMINGO, ÀS 09:00



INSCRIÇÕES ATÉ
13/04 2016
QUARTA, ÀS 23:59
INSCRIÇÃO
€ 16.00
ACOMPANHANTES
€ 10.00


MM

10º CIRCUITO BTT "POR TERRAS DO MIRA"

10º CIRCUITO BTT "POR TERRAS DO MIRA"


, SANTA CLARA - A - VELHA - ODEMIRA, BEJA

QUANDO?
 17/04 2016
DOMINGO, ÀS 09:00



INSCRIÇÕES ATÉ
13/04 2016
QUARTA, ÀS 23:59
INSCRIÇÃO
€ 10.00
ALMOÇO
€ 5.00
ACOMPANHANTES
€ 10.00


 

MM

sábado, 27 de fevereiro de 2016

AnnaLynne McCord.

AnnaLynne McChord bicycle
AnnaLynne McChord bicycle
Mais em: http://www.cyclelicio.us/2009/annalynne-mccord-rides-a-bicycle/
MM

Charros não diminuem capacidade de conduzir bicicleta.

Canábis
Esquema do percurso onde foram realizados os testes
Esquema do percurso onde foram realizados os testes

O consumo de canábis por utilizadores habituais antes de andar de bicicleta não torna a condução mais perigosa, concluiu um estudo realizado por médicos alemães e austríacos e publicado no International Journal of Legal Medicine.
No estudo participaram 12 homens e duas mulheres consumidores daquela droga, que tiveram que fazer um percurso criado pelos cientistas antes de fumarem e depois de consumirem pelo menos um charro cada um.
O teste tinha uma tabela que assinalava e penalizava comportamentos como sair fora do traçado, derrubar obstáculos ou desrespeitar semáforos.
O rigor científico foi ao ponto de determinar como cada um dos participantes devia inalar o fumo da droga: dar uma passa durante quatro segundos, travar o fumo durante dez segundos, liberta-lo ao longo de outros 15 e depois iniciar o percurso.
Os cientistas não descuraram sequer a origem da canábis, que foi produzida legalmente por um holandês e autorizada para fins medicinais pelo governo alemão.
Com os resultados à, frente os investigadores concluíram que “quase nenhum distúrbio da coordenação pôde ser detectado sob a influencia de concentrações elevadas ou muito elevadas de THC (principal princípio psicoativo da canábis)”.
Perante isto, deduz-se que “não há aumento do número de erros após o consumo de canábis”.
Contudo, os erros graves assinalados aos participantes no ensaio foram cometidos sob o efeito elevado ou muito elevado de THC, salientaram os investigadores, que fizeram questão de sublinhar que o estudo não tinha como objetivo demonstrar que a condução de velocípedes sobre o efeito de canábis é seguro e alertam para o facto de circular na estrada sob o efeito da droga é crime e não é recomendado.
Ficou por determinar qual o nível de consumo que deixa o ciclista incapaz de conduzir a bicicleta, mas as “pedradas” mais significativas são facilmente detetadas pelos exames a que as autoridades sujeitam os condutores para despistarem o consumo de álcool e drogas.
O que também ficou provado são as diferentes reações entre quem consome habitualmente e quem o faz apenas esporadicamente.
Os voluntários que participaram no teste eram todos consumidores regulares, pelo que será normal que alguém que consuma esporadicamente fique com as capacidades de condução muito mais reduzidas.
Outra salvaguarda feita pelos cientistas é que os resultados deste teste não podem ser transpostos para o universo dos condutores de veículos motorizados.
Nesse caso, o estudo teria que ser bastante diferente.
(Artigo desenvolvido publicado em Mundo Bici)
MM

Sphyke C3N.

Conheça o Sphyke C3N, um “cadeado” para colocar entre as peças da bike.

sphyke
A forma mais comum e eficiente de proteger sua bicicleta de ser roubada é colocar um daqueles cadeados que prendem o quadro em um poste ou algo do tipo, ou o pneu num bicicletário.
Mas bicicletas têm muitas peças e, ao contrário dos carros, essas peças são padrozinadas. Um selim servirá em virtualmente qualquer bicicleta. 
Assim, não é 100% seguro guardar o quadro ou a roda quando todo o resto pode ser desmontado e utilizado.
Recentemente, a empresa alemã C3N criou um cadeado para peças. 
Ainda não serve para todas as peças, mas para as mais visadas, como selim, rodas e guidão.
A ascensão do número de ciclistas no mundo nos últimos anos abriu espaço para o desenvolvimento desse tipo de produto. 
É o tipo de coisa que não tem sentido para um ciclista esporádico com uma bicicleta de 200 reais, mas para um ciclista que gosta de usar equipamento mais desenvolvidos e caros, pode ser um prato cheio.
É o que os americanos chamam de prosumers. S
ão pessoas que se tornam “profissionais” em seus hobbies, isto é, não chegam a atuar em nível profissional por falta de talento ou oportunidade, mas levam o hobbie tão a sério quanto um profissional levaria.
Se este for o seu caso, é bom fica atento a este produto.
MM

Cobertor ideal para ciclistas.

Olhem só para esta ideia genial, um cobertor para os amantes das duas rodas.
Cobertor ideal para ciclistas
E com o frio que se faz lá fora, bem bom.
M.M.

I Love Cycling.

Volta verão.
MM

PASSEIO DE BTT A.C.D. MILHARADO.

PASSEIO DE BTT A.C.D. MILHARADO

, MILHARADO, LISBOA

QUANDO?
 13/03 2016
DOMINGO, ÀS 09:00



INSCRIÇÕES ATÉ
09/03 2016
QUARTA, ÀS 23:59
INSCRIÇÃO
€ 9.00
ALMOÇO
€ 6.00
ACOMPANHANTES
€ 10.00

 
MM

IV MARATONA BTT A CAMINHO DE S. JOÃO

IV MARATONA BTT A CAMINHO DE S. JOÃO

, PEGÕES, SETÚBAL

QUANDO?
 20/03 2016
DOMINGO, ÀS 09:00



INSCRIÇÕES ATÉ
16/03 2016
QUARTA, ÀS 23:59
INSCRIÇÃO
€ 10.00
ALMOÇO
€ 8.00
ACOMPANHANTES
€ 8.00

 
MM

1º MARATONA CIDADE DE SINES

1º MARATONA CIDADE DE SINES

, SINES, SETÚBAL

QUANDO?
 17/04 2016
DOMINGO, ÀS 09:00



INSCRIÇÕES ATÉ
13/04 2016
QUARTA, ÀS 23:59
INSCRIÇÃO
€ 12.00
ACOMPANHANTES
€ 5.00

 
MM

4ª MARATONA BTT "TRILHOS DA FIGUEIRA.

4ª MARATONA BTT "TRILHOS DA FIGUEIRA"

, FIGUEIRA DOS CAVALEIROS , BEJA

QUANDO?
 17/04 2016
DOMINGO, ÀS 09:00



INSCRIÇÕES ATÉ
13/04 2016
QUARTA, ÀS 11:59
INSCRIÇÃO
€ 10.00
ALMOÇO
€ 7.00
ACOMPANHANTES
€ 10.00

 
MM

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

DIFFERENT BIKE RIDE


Maybe you won the lottery today and were thinking today couldn’t get any better. Actually, today just got a helluva lot better! It’s Sara Underwood and a bunch of other naked people riding bikes.
Sara Underwood different Bike Ride
MM

Modernices.

MM

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Caminhos.

Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.
Fernando Teixeira de Andrade
MM

Estradas solares: uma alternativa sustentável?

França planeja instalar painéis solares sobre mil quilômetros de estradas, o que poderia gerar energia para 5 milhões de pessoas. Especialistas discutem eficácia e possíveis desvantagens da tecnologia.

Painéis com células fotovoltaicas sobre estradas para a produção de energia. Uma visão para o futuro ou pura ficção científica?
Na França, a ministra do Meio Ambiente, Segolène Royal, anunciou recentemente planos de instalar mil quilômetros de painéis solares fotovoltaicos em vias do país nos próximos cinco anos.
Essa não será a primeira vez que o conceito é testado. Na Holanda, uma ciclovia de 70 metros teria superado expectativas ao produzir mais de 3 mil kilowatts/hora de eletricidade – o suficiente para abastecer uma família por um ano.
A ideia é usar superfícies que já existem, como vias públicas e estacionamentos, para a instalação de painéis solares. "Se usarmos lugares como ruas, isso significa que não precisaremos usar áreas na natureza ou campos", disse Donald Müller-Judex, chefe da Somove, empresa que quer ser a primeira a introduzir painéis solares nas vias públicas alemãs.
A União Europeia tem 10,5 milhões de quilômetros de estradas – 650 mil quilômetros somente na Alemanha. São vários quilômetros que poderiam ser usados para captar a energia do sol. Conforme relatos da mídia, a França está planejando a instalação de painéis solares nas vias como parte de uma iniciativa mais abrangente de "energia positiva", que visa ao abastecimento de residências com energia renovável.
Tráfego intenso pode atrapalhar o rendimento das células fotovoltaicas
Todas as vias podem ser utilizadas?
Nem todas as vias são ideais para o uso da tecnologia. Por exemplo, rodovias de tráfego intenso não oferecem condições ideais, porque os carros acabam cobrindo a superfície, evitando que células fotovoltaicas captem a luz do sol.
Craig Morris, autor do livro Energy Switch (Mudança de Energia, na tradução livre) e colaborador do blog alemão Energiewende ("Transição Energética"), disse à DW que essa questão, na verdade, poderia ser um problema para a aplicação da alternativa em qualquer rodovia. "O sombreamento acaba com a energia solar, e muito provavelmente você terá sombra se houver carros."
Müller-Judex concorda, mas diz que as rodovias não serão usadas para a instalação de painéis solares. É preferível usar pequenas vias entre vilarejos e em áreas industriais. "Procuramos lugares com menos tráfego e grande quantidade de sol", diz.
Qual o potencial de produção de energia?
A ideia é nova, e, por isso, ainda está em teste. Mas as autoridades francesas estimam que mil quilômetros de vias com painéis solares sejam capazes de gerar energia suficiente para abastecer 5 milhões de pessoas – 8% da população francesa.
Müller-Judex acredita que a implantação de painéis nas vias provavelmente seja menos eficiente que parques solares. Entretanto, estima-se que 100 kilowatts de energia poderiam ser produzidos por ano em cada metro quadrado de "estrada solar". "Trinta metros quadrados poderiam abastecer uma família ou um carro elétrico durante um ano, por 11 mil quilômetros", estima Müller-Judex.
Inclinação pode significar um desafio importante para painéis solares em estradas
Quais são as desvantagens?
Morris mostra ceticismo quanto à iniciativa. O fato de os painéis ficarem completamente na horizontal, deitados no solo, faria com que não captassem a energia que geralmente podem captar em parques de energia solar ou mesmo em telhados de residências, diz. "Eles deveriam ficar inclinados num ângulo de 30 graus."
Outro desafio seria manter os painéis limpos e funcionando, além de garantir que eles teriam como resistir a veículos dos mais variados portes. "Nós não dirigimos sobre vidro por uma razão: não é uma boa superfície para estradas. Já se pensou bastante sobre a superfície ideal para rodagem", diz Morris.
Mas a empresa espanhola Colas estaria construindo as vias na França com uma inovação tecnológica: a Wattway. A empresa informa em seu site que superou a questão da inclinação com células inseridas em camadas sobrepostas, que garantem resistência e aderência aos pneus.
Müller-Judex ressalta que a questão da limpeza dos painéis também está sendo analisada. "Estamos desenvolvendo uma tecnologia especial para limpar a superfície dos painéis. São químicos que destroem micropartículas, que são, então, levadas pelo vento ou pela chuva."
Instalação de painéis de captação em estradas deve custar mais do que em telhados
E os custos?
O preço é citado como um ponto-fraco significativo do projeto. Instalar "estradas solares" certamente é mais caro do que instalar vias de asfalto. No entanto, o preço exato ainda não está claro. Müller-Judex estima que cada painel vá custar cerca de 200 euros por metro quadrado – um pouquinho mais do que instalar painéis em um telhado. Mas ele espera que o preço diminua.
"Acho que um dia teremos o mesmo preço de outras tecnologias. Em 25 anos, será muito mais barato do que uma estrada normal", diz. "'Estradas solares' serão rentáveis. Precisamos de tempo para desenvolver um mercado."
Morris mostra preocupação quanto à possibilidade do projeto dar errado, porque isto poderia provocar impacto negativo em iniciativas futuras com energia solar e outras energias renováveis.
Mesmo que Müller-Judex admita que não ainda não é certo se a ideia faz sentido do ponto de vista econômico, ele acha que a sociedade deveria dar chance a todas as alternativas. Painéis instalados em telhados – que têm relativo sucesso hoje em países como a Alemanha – também já foram uma tecnologia experimental.
"Estamos tentando melhorar o conceito a cada novo passo. Scredito que um dia teremos um bom produto", conclui.
MM

Anadia vai ter pista permanente de variante olímpica de BTT


Anadia vai acolher uma das duas pistas permanentes em Portugal de XCO, uma variante olímpica de BTT, que ficará instalada nas antigas instalações do Parque de Campismo da Curia.

MAXIME SCHMID / EPA
Anadia vai ter pista permanente de variante olímpica de BTT




A pista de terra, muito sinuosa e com desníveis acentuados que aproveitam a orografia do terreno, terá uma extensão de quatro quilómetros e será apoiada por balneários e por uma zona administrativa, que irão ocupar os edifícios originais do parque de campismo, que serão requalificados.
A nova estrutura resulta da parceria entre a Câmara Municipal de Anadia e a Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC), cuja face mais visível é o Velódromo de Sangalhos, onde funciona um Centro de Alto Rendimento das modalidades de ciclismo, esgrima, judo, ginástica, trampolins e desportos acrobáticos.
Segundo a presidente desta câmara do distrito de Aveiro, Teresa Cardoso, a nova pista vem "complementar a excelente relação entre o município e a Federação Portuguesa de Ciclismo" e "é um investimento pouco elevado que dará um bom retorno", uma vez que os terrenos pertencem à autarquia e os edifícios de apoio ao parque de campismo (que há anos deixou de funcionar) apenas precisam de adaptações ligeiras.
O presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, Delmino Pereira, elogia a disponibilidade da autarquia e garante que a nova pista pode ser decisiva para, em articulação com o Velódromo, dar um novo impulso ao XCO, a vertente olímpica do BTT, que já conta com seis mil praticantes federados.
Nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, a modalidade esteve representada pelo ciclista David Rosa, que deverá repetir a presença no Rio de Janeiro 2016, mas desta vez tendo a companhia de mais um atleta.
"Trata-se de uma modalidade em expansão", garante Delmino Pereira, acrescentando que devido às suas características (em pista fechada, semelhante ao motocross) o XCO é muito bom para iniciantes, uma vez que decorre num circuito fechado e devidamente controlado.
Ainda segundo o presidente da FPC, neste momento está a ser construída uma primeira pista permanente em Oeiras, no Vale do Jamor, que deverá estar pronta em junho, pouco tempo antes da pista da Curia.
Por força de um protocolo celebrado em 2013 entre a autarquia e a FPC, o concelho de Anadia é considerado "a capital das seleções nacionais de ciclismo", uma vez que, para além do Velódromo, cedeu por cinco anos à Federação Portuguesa de Ciclismo o Anadia Sports Center, onde funciona a Academia Nacional de Ciclismo.
O Anadia Sports Center é uma antiga residência de estudantes transformada numa infraestrutura de apoio ao Centro de Alto Rendimento e funciona como a sede das seleções nacionais da modalidade, dispondo de 32 camas, distribuídas por 16 quartos duplos, mais 32 camas instaladas numa camarata.
Este alojamento permite a realização de estágios da seleção nacional de ciclismo, e o edifício conta ainda com salas de convívio, salas de estudo, sala de massagem, garagem, oficina para as bicicletas e cozinha.
MM

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Uma Equipa Do World Tour Pode Custar Milhões.

Team Tinkoff
Muito se tem questionado por que Portugal não tem uma equipa do World Tour, face à quantidade e qualidade dos ciclistas nacionais. 

A primeira razão prende-se logo com o orçamento. 
O nosso país não tem condições financeiras para gastar por temporada qualquer coisa como 10 milhões de euros, e estamos a falar do orçamento mais baixo de uma equipa da denominada 1ª Divisão da UCI.
Team Sky
Porque, se nos referirmos às mais conceituadas, como uma Sky, Tinkoff, Katusha ou Astana, por exemplo, as verbas podem chegar aos 25 milhões. 

“Estes números podem parecer exagerados, mas comparados com o futebol são uma gota de água no oceano. 
O Real Madrid provavelmente paga apenas por ano a dois jogadores estes 25 milhões de euros”, referiu José Azevedo, diretor-desportivo da equipa russa Katusha, que anda no pelotão desde 2009.
Team Katusha
O português não tem dúvidas que o investimento que os patrocinadores fazem no ciclismo, principalmente no World Tour, compensa.

 “O retorno pode ser sete vezes mais. As transmissões televisivas, nomeadamente as internacionais, do Eurosport, chegam a todo o lado”, sublinha Azevedo.
Vencimentos:
Segundo um estudo realizado pela Ernst & Young, a média dos ordenados, por época, de um ciclista do World Tour ronda os 200 mil euros, o que dá pouco mais de 16 mil euros por mês. Isto é a média. Porque quando falamos dos melhores do Mundo, a fasquia é muito mais alta.
team astana 2016
Ciclistas como Chris Froome, Vincenzo Nibali, Peter Sagan, Alberto Contador ou Joaquin Rodriguez usufruem de ordenados entre os 4 a 5 milhões de euros por época. Entre os 200 mil e este valor máximo encontram-se ciclistas do nível de Rui Costa, que podem auferir de 300 a 700 mil euros/ano. 

Em Portugal, o ordenado médio de um ciclista ronda os 1.000 euros/mês.
Em:http://www.bttlobo.com/equipa-do-world-tour-pode-custar-milhoes/
MM