sábado, 14 de maio de 2016

Arquitectura Inclusiva para a sociedade e o arquitecto.


Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 24,6 bilhões de pessoas no país sofrem com a falta de acessibilidade, são eles, idosos, gestantes, obesos e principalmente pessoas com mobilidade reduzida ou alguma deficiência.


Arquitetura Inclusiva para a sociedade e o arquiteto


A falta de acessibilidade é um dos maiores problemas das pessoas com mobilidade reduzida quando precisam sair de casa. Escadas, entradas estreitas, portas, ônibus e a condição das ruas e avenidas. Também um desafio para os arquitetos, engenheiros e responsáveis pela implantação de políticas públicas para a autonomia do deficiente.

A promulgação da Lei 8.123, de julho de 1991, que torna obrigatória a contratação de pessoas com deficiência por empresas com 100 ou mais funcionários. A Organização dos Estados Americanos (OEA) estabeleceu que essa será a Década das Américas pelos Direitos e pela Dignidade das Pessoas com Deficiência com o lema ‘Igualdade, dignidade e participação’. A OEA pede auxílio e dedicação dos Estados para que os projetos de inclusão e participação saiam do papel e venham a ser uma realidade na sociedade.

O arquiteto paulista Ricardo Vasconcelos notou que boa parte dos seus clientes com cerca de 50 anos demonstra interesse em adaptar a casa para envelhecer com tranquilidade. Ele também afirma que, apesar dos avanços nas duas últimas décadas, a sociedade brasileira ainda é ‘muito crua’ com relação à inclusão e acessibilidade. “A inclusão é um desafio para a nossa sociedade. E os arquitetos são as figuras-chave na distribuição deste conhecimento”, afirma.  
MM

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