quinta-feira, 27 de agosto de 2015

O Cérebro Dos Desportistas Responde Mais Rápido Em Situações De Forte Pressão.

O Cérebro Dos Desportistas Responde 82% Mais Rápido Em Situações De Forte Pressão...
THE DUNLOP MINDSETA Dunlop, fabricante de pneus, realizou um estudo para avaliar a importância do rendimento mental face a situações de muito stresse em conjunto com o professor Vincent Walsh do University College de Londres (UCL). Entre os resultados obtidos, destaca-se o facto da parte instintiva do cérebro das pessoas que praticam desportos de risco responder 82% mais rápido quando se encontram submetidas a uma forte pressão.
O estudo revelou que os profissionais de desportos extremos contam com uma vantagem excecional: no teste visual cronometrado realizado no qual os participantes deviam identificar com rapidez uma série de formas e imagens após ter passado por uma grande pressão, estes desportistas reagiram 82% mais rápido que a população geral. Esta percentagem pode significar a diferença entre o êxito e o fracasso numa situação de alto risco.
Nos dois primeiros testes que os participantes realizaram, centrados na capacidade de resposta sob pressão física, foi registada uma vantagem significativa entre as pessoas que praticam desportos de risco face aos que não praticavam desporto profissional. Enquanto em condições de esgotamento os segundos quebraram na tomada de decisões caindo as suas pontuações iniciais 60%, os primeiros melhoraram 10% na resposta individual mesmo estando fatigados.
Os dois testes posteriores procuravam conhecer como os participantes suportavam a pressão psicológica e as distrações no momento de avaliar diferentes riscos. Nestes testes as diferentes zonas do córtex devem funcionar em sintonia para evitar que o rendimento baixe. Nestes testes os desportistas foram 25% mais rápidos e 33% mais precisos que os não desportistas.
O grupo de desportistas profissionais era constituído por: John McGuinness, piloto de motos e campeão do TT Ilha de Man em várias ocasiões, incluindo a prova deste ano, onde se destacou por tomar a decisão mais rápida sob pressão psicológica; Leo Houlding, alpinista livre de fama mundial, que se destacou por ser o melhor a avaliar as possibilidades sob pressão psicológica; Sam Bird, piloto de provas de carros, que foi o que tomou as decisões mais rápidas sob pressão mental; Alexander Polli, paraquedista de base-jumping, que se destacou por ter a maior precisão na tomada de decisões rápidas; e a vencedora da medalha de ouro de bobsleigh, Amy Williams, destacou-se por tomar a melhor decisão sob pressão psicológica.
O piloto de competição John McGuinness respondeu com maior rapidez sob pressão física do que sem pressão alguma e não cometeu nenhum erro no teste. O stress era-lhe indiferente e, inclusivamente, beneficiáva-o. Veja o vídeo sobre este estudo da Dunlop.

Vincent Walsh, professor do UCL:
“O que faz com que certas pessoas se destaquem não é a sua qualidade nos treinos, mas o facto de serem boas sob pressão. Nós queríamos colocar à prova estes desportistas para ver se era possível demonstrar o que os diferencia dos restantes.
Queríamos pôr à prova estas pessoas para ver se era possível demonstrar o que as diferencia das outras. Nas áreas de atividade de alguns participantes, a capacidade de tomar decisões numa fração de segundo pode marcar a diferença.
Sem dúvida estas capacidades podem ser desenvolvidas. Trata-se de enfrentar situações e desafios de forma regular até se produzir uma melhoria. Podemos não chegar a ser como John ou Leo, mas estas zonas do cérebro podem criar conexões na idade adulta e desta forma é possível melhorar.”
Héctor Ares, responsável de comunicação e RP na Goodyear Dunlop Iberia:
“Estamos satisfeitos com este fascinante trabalho para entender como a pressão afeta a nossa capacidade de resposta nesse preciso instante em que se decide tudo. Para nós, o rendimento não tem só que ver com carros e competições desportivas, é uma atitude. Os profissionais de desportos de risco, que têm rendimento sob pressão e estão sempre a procurar novos desafios, partilham a mentalidade da Dunlop de ‘Forever Forward’, indo sempre mais além e procurando melhorias contínuas.”
Saiba mais sobre os resultados do estudo e testes realizados em: www.dunlopmindset.com

MM

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Vincenzo Nibali expulso da Vuelta por "apanhar boleia" do carro da equipa.

O italiano Vincenzo Nibali foi expulso, este domingo, da Volta a Espanha em bicicleta, depois de os comissários da prova terem comprovado que se agarrou ao carro da equipa durante a segunda etapa, quando tentava alcançar o pelotão.

Nibali (Astana), que esteve envolvido numa queda aos 30 quilómetros da tirada, chegou a ter mais de 1.30 minutos de atraso em relação ao pelotão.

Depois de visionarem as imagens, os comissários comprovaram que o vencedor da Vuelta em 2010, do Giro em 2013 e do Tour em 2014 se agarrou ao carro do diretor da sua equipa iniciando uma recuperação "suspeita" que lhe permitiu chegar à subida final integrado no pelotão.
A equipa cazaque pediu uma decisão branda dos comissários, que poderia ser uma penalização de 10 minutos, mas estes acabaram por expulsar o italiano da prova.
Vicenzo Nibali ocupava a 31.ª posição da classificação geral, a 1.38 minutos do líder, o colombiano Esteban Chaves (Orica-GreenEDGE).

MM

domingo, 23 de agosto de 2015

Marca norte-americana investe em roupas para mulheres.

Marca norte-americana investe em roupas para mulheres ciclistas.
             
A empresa produz roupas especiais para as mulheres que andam de bike diariamente. 
 Com o aumento no número de pessoas que usam a bicicleta como meio de transporte o comércio busca diversificar seus produtos para este público.
A empresa Startup Iva Jean, por exemplo, viu nas ciclistas uma oportunidade de negócio.
A empresa produz roupas especiais para as mulheres que andam de bike diariamente.
As peças são pensadas e adaptadas para este público, por isso elas são mais confortáveis, há coletes refletores com desenho moderno e uma versão fashion de capa de chuva.

Uma das características de uma saia vendida pela empresa, por exemplo, é um bolso grande escondido na parte de cima da peça para guardar documentos, cartões e chaves.
Além disso, uma costura na frente de um modelo de saia de cós alto foi colocada estrategicamente com o intuito de dar a impressão de que mulher que usa a peça é mais magra do que é de fato.
O modelo de blusa da Iva Jean é confecionado com 100% de algodão orgânico.
 O ajuste da peça é personalizável e seu corte foi pensado para propiciar o conforto da ciclista durante a condução da bike.

A marca foi criada pela designer norte-americana Ann De Otte.
A intenção dela é que as mulheres possam pedalar sem abrir mão do conforto e da moda.
Os modelos variam.
As peças estão disponíveis através da loja virtual, clique aqui para ser direcionado a pagina.
Com informações da Revista Pegn.


Ana M

Moda tambem passa pelos Ciclistas.

Moda para ciclistas.




                  
                                                                          

Moda para ciclistas

Mais importante que ficar na moda, as roupas  para ciclistas proporcionam conforto e segurança.
Esqueça tudo que você conhece sobre roupas para pedalar.
Saias, calças, jaquetas, lingerie e até ternos melhoram a vida de quem usa a bicicleta como meio de transporte nas cidades.
Assim, pedalar com estilo é também prático e confortável.
A moda para ciclistas surgiu de mansinho e, aos poucos, começa a tomar prateleiras de lojas e dos armários dos que pedalam.
Grandes como Levi’s e H&M já têm coleção focada no homem ciclista, enquanto marcas de menor escala – mas muita competência – criam peças exclusivas para as mulheres.
Mas o que é que essas roupas têm de mais?
Muita coisa!
Confira algumas das características dos modelos que fazem a alegria de ciclistas:
-  Tecido respirável (como a lã de merino)
-  Materiais superexpansíveis (para liberdade de movimentos)
-  Modelagem diferenciada (se encaixa nas necessidades)
-  Costuras reforçadas (aumenta a durabilidade das peças)
-  Detalhes como reflexivos, zíperes práticos e espaços para carregar objetos
Na prática, isso significa que a pessoa é pensada com nova “anatomia”.
O jeans ou calça social ideal para quem pedala, por exemplo, remove a costura que fica exatamente no meio das pernas, evitando seu desgaste e aumentando significativamente o conforto ao pedalar.
Tanto a RYB Denim quanto a Iladora, marcas do Canadá e EUA, respectivamente, foram criadas por e para ciclistas – com a mesma ideia de modelagem.
Essa blogueira, presenteada com o modelo da Iladora, ficou encantada com simples sacadas.
A parte de trás da calça é mais alta (adeus, cofres à mostra!) e, na perna direita, uma alça fixa a famosa dobra feita para evitar que a corrente suje o tecido.
Embora eu não seja autoridade no assunto, posso dizer como quem pedala com roupas comuns no dia a dia: a calça da Iladora é perfeita para pedalar – e não é propaganda enganosa.
A Levi’s tem uma linha completa para homens ciclistas, do jeans clássico com tecnologia resistente à água até camisas e jaquetas com tecidos tecnológicos que expelem a transpiração, além de maior ventilação e bolsos estratégicos.
De brinde, pontos reflexivos em todas as peças.
Também para o público masculino, a rede H&M criou, em parceria com os funcionários da loja Brick Lane Bikes, de Londres, 11 peças versáteis e testadas por quem pedala todos os dias pelas ruas inglesas.
Muitas preces foram ouvidas e as mulheres ganharam um presente especial: a possibilidade de pedalar com uma das peças tecnicamente mais impossíveis para uma bicicleta – a saia lápis.
Mandem palmas para a marca norte-americana Iva Jean.
Sim, caras ciclistas – parece feitiçaria, mas é alfaiataria.
Quando montar sua bike, você abrirá um zíper mágico, camuflado perfeitamente na parte de trás. Assim, quando você chegar no destino, basta fechá-lo e seguir em perfeitas condições, cheia de charme.
Para quem viaja de bike ou percorre longos percursos, já foi criada uma lingerie especial, com o mesmo acolchoamento encontrado nos shorts de cotton voltados a esportistas ou cicloturistas. As Chamois Panties, no melhor estilo vintage, te livram da aparência de “vou ali pegar a estrada e já volto”, e garantem estilo caso você vá, sim, “pegar a estrada e não voltar tão cedo”.
Vale dizer que, para cortar o vento ou se aquecer com estilo e eficiência, cashmere e lãde merino são as melhores pedidas.
Esses tecidos controlam a temperatura, são confortáveis e leves.
A lã, inclusive, é queridinha para camadas-base em esportes de neve e são fáceis de serem encontradas.
Se ainda não testou, entregue-se – o investimento vale cada centavo e te fará ainda mais feliz em sua bike.


Ana M

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

CANCELAMENTO - LADEIRA DO BERÇO.


Por vezes temos que tomar decisões que não nos deixam felizes, e hoje é o caso. Infelizmente a Ladeira do Berço 2015 não cativou os amantes deste tipo de prova não tendo a mesma o número mínimo de participantes para estar garantido o espetáculo! Pedimos desculpa a todos os envolvidos direta e indiretamente neste evento com a garantia que todos serão contados pessoalmente para esclarecer qualquer dúvida ou questões ligadas ao evento!
Agradecemos ainda publicamente ao nossos parceiros que acreditaram no nosso trabalho.
MM

DIA NACIONAL DO CICLISTA.

Comemora.se hoje o dia do ciclista.
Um bem haja para todos eles.

M.M.

domingo, 16 de agosto de 2015

Mais um tabuleiro ciclável.

Coimbra Vai Ter Tabuleiro Ciclável Na Ponte Açude.
Coimbra vai ter tabuleiro ciclável na Ponte AçudeA autarquia de Coimbra vai construir um tabuleiro ciclável na Ponte Açude, localizada sobre o rio Mondego, a jusante da Ponte de Santa Clara.
A notícia é avançada pelo Público que refere que o programa preliminar da construção – aprovado por unanimidade – prevê que a estrutura de 190 metros de comprimento e 2,4 metros de largura tenha um custo de 300 mil euros. A autarquia não avançou ainda uma data para a conclusão da obra.
Uma das alternativas mais económicas era a utilização do corredor técnico da Ponte Açude, que serve também de represa, ficando a cargo do município a protecção das zonas técnicas de pessoas não autorizadas. No entanto, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) deu um parecer negativo a esta opção.
O vereador Paulo Leitão (PSD) ainda referiu um cenário previamente estudado em documentos camarários. A solução a curto prazo passava pela criação de uma só via para o trânsito automóvel, sendo que a de longo prazo passaria por uma travessia exclusivamente pedonal entre a zona hoteleira da margem Norte e a zona da Escola Silva Gaio, na margem Sul.
Manuel Machado explicou a dificuldade de executar o plano de longo prazo com o facto de um projecto desse género requerer uma intervenção com um custo demasiado elevado. “Teria que se mexer com outras componentes” garantiu, como o desassoreamento do rio Mondego e a recuperação dos muros que compõem as margens, com um valor estimado de 16 milhões de euros. “Esta foi a solução encontrada com a APA, com o ITeCons [organismo ligado à universidade que efectua estudos nas áreas de construção e ambiente] e com os técnicos da câmara”, esclareceu.
Coimbra vai construir tabuleiro ciclável na Ponte AçudeO autarca avançou ainda que a câmara está a “diligenciar a aquisição do único terreno que falta” ao município entre a Ponte de Santa Clara e a Ponte Açude, para que seja concluído aquele troço ciclo-pedonal. Esta intervenção permite ligar o percurso à Mata Nacional do Choupal.
Em declarações ao Público, Miguel Figueiredo, do movimento de cidadãos Coimbr’A Pedal, explica que, apesar de “ver com bons olhos todas as intervenções que melhorem a qualidade para andar a pé e de bicicleta, podia haver algumas soluções mais económicas”. Uma das alternativas avançadas pelo movimento é o corte parcial do tráfego automóvel no tabuleiro inferior da ponte que, actualmente, tem circulação nos dois sentidos.
A limitação do tráfego de acordo com os “sentidos pendulares dominantes” (aberta no sentido da entrada da cidade de manhã e no sentido de saída da parte da tarde) poderia, de acordo com Miguel Figueiredo, configurar uma solução.
O movimento Coimbr’A Pedal entende que o valor investido neste projecto poderia ser direccionado para um conjunto de “pequenas intervenções” como estacionamento para bicicletas em vários pontos da cidade, sinalização específica, partilha das vias com as destinadas a transportes públicos ou espaços destinados a bicicletas nesses transportes.
MM

Marquês foi reservado para 9 de agosto.

 ÚLTIMA ETAPA DA VOLTA FOI DISPUTADA NO MESMO DIA DA TÃO AGUARDADA SUPERTAÇA ENTRE BENFICA E SPORTING.
MM

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Bicicleta do Gustavo Veloso - vencedor da Volta a Portugal.

Bicicleta do Gustavo Veloso - vencedor da Volta a Portugal
Leilão solidário da bicicleta do Gustavo Veloso - vencedor da Volta a Portugal.

Descrição: BICICLETA CORRATEC CCT PRO DURA ACE: tamanho M, feita em fibra de carbono para máxima rigidez. Design exclusivo, super leve, super rápida e elegante. RODAS/CUBO: ZZYZX carbono completa aros 700c e transmissão Dura Ace. QUADRO: CCT Pro, tubo de alta pressão para construção do tubo em carbono japonês.

A D`maker associou-se à causa solidária da Associação Salvador e disponibilizou gentilmente a bicicleta do Gustavo Veloso para leilão.

A Associação Salvador tem como principais objetivos promover a melhoria das acessibilidades e desenvolver projetos que melhorem a integração e qualidade de vida das pessoas com mobilidade reduzida.

O valor angariado tem como destino construir uma casa de banho com acessibilidade para o Deviny, um menino com 10 anos que tem mobilidade reduzida que toma banho num alguidar.
Bicicleta do Gustavo Veloso - vencedor da Volta a Portugal
Visto em: https://www.esolidar.com/auction/detail/115-bicicleta-do-gustavo-veloso-vencedor-da-volta-a-portugal

MM

domingo, 9 de agosto de 2015

A MENINA PEDALA?

É ainda há por aí gente que não gosta de bicicletas!


MM

Bolsa e Bike.

Bolsa e Bike, combina?
Um dos maiores problemas femininos na hora de pedalar é o cabelo, mas um outro grande problema para quem utiliza a bicicleta como meio de transporte é  a questão de pedalar com bolsa. Não é toda mulher que curte sair pedalando com mochila (sem contar que é super desconfortável e as vezes o peso também), e ficamos naquela, será que dá pra pedalar de bolsa?
                   
Para quem tem bicicletada com cestinho agradeça, e muito… mas para quem não tem, uma boa opção  é  fazer adaptação para uso do cestinho que costuma ser presa no eixo da roda dianteira e na base do guiador, agora o pro para adaptar uma cestinha é que nem toda bicicleta dá para fazer a adaptação. Se você é que nem eu que a bicicleta não dá para colocar cesta nem bagageiro, ha algumas coisas que podem nos salvar.
                  
Eu particularmente pedalo todo dia com uma bolsa larga de alça transversal, e por ela ser larga não fica caindo na perna, mas o que me deixa em apuros é quando preciso levar alguma sacola quando venho do mercado que corre o risco de bater no pneu.
                  
             
             
A bicicleta possui alguns cantinho nelas que podemos colocar bolsas adequadas para bikes, que pode nos socorrer nas horas em que precisamos levar um monte de coisa mas que não da pra sair de bolsa.
                   
                
Existem várias opções, então escolham a que se adequa melhor a suas necessidades.

Ana M

Roupas leves e confortáveis.




Roupas leves e confortáveis dão um toque de 


romantismo ao passeio de bike

Pedalar pede roupas leves e confortáveis
Qualquer atividade física pede roupas confortáveis e leves, ainda mais com temperaturas elevadas. Para finalizar o Look do Dia desta temporada do Petrobras De Carona Com Elas, selecionamos alguns modelos para você arrasar neste verão, de uma forma simples, leve e sensual. Confira:

O short de um tecido leve e solto no corpo cai bem com uma camisa de botão de manga curta, bem soltinha
O short de um tecido leve e solto no corpo cai bem com uma camisa de botão de manga curta, bem solta.

A bicicleta é a menina dos olhos. O rosa é a cara da feminilidade, e o pink está em alta nesta estação. O short de um tecido leve e solto no corpo cai bem com uma camisa de botão de manga curta, bem soltinha também. O toque final é um nó na altura da cintura. Se não quiser usar um tênis, lance mão da sapatilha, de qualquer estilo, cor e textura.
Blusa com renda ou bordada também estará em alta nas vitrines. A peça também pode ser encontrada em brechós e armários da vovó, e repaginada da forma que você quiser, como desfiar levemente as bainhas das mangas
Blusa com renda ou bordada também estará em alta nas vitrines. A peça também pode ser encontrada em brechós e armários da avó, e repaginada da forma que você quiser, como desfiar levemente as bainhas das mangas 

Blusa com renda ou bordada também estará em alta nas vitrines. A peça também pode ser encontrada em brechós e armários da vovó, e repaginada da forma que você quiser, como desfiar levemente as bainhas das mangas. Combine com um short leve, de cor forte, para contrastar com a leveza do branco. Brincos, colares e pulseiras extravagantes podem ficar fora para este passeio de bike num lugar tão pitoresco e natural.
A camiseta coral mostrando o abdômen dá um ar sensual ao visual, combinado à leveza romântica do short floral
A camiseta coral mostrando o abdômen dá um ar sensual ao visual, combinado à leveza romântica do short floral 

Em temperaturas altas, cores quentes e vibrantes compõem o look. A camiseta coral mostrando o abdômen dá um ar sensual ao visual, combinado à leveza romântica do short floral.
O macaquinho aberto para ser usado com camisetas também é uma das apostas para o verão
O macaquinho aberto para ser usado com camisetas também é uma das apostas para o verão 

Jardineira, aí vamos nós! O macaquinho aberto para ser usado com camisetas também é uma das apostas para o verão. A estampa de abacaxi faz referência ao nosso clima tropical que, só em olhar nos remete ao frescor das nossas matas. Por baixo, você pode combinar com cores também cítricas, como o amarelo que veste a modelo, ou o verde-limão ou mesmo o laranja.
As roupas escolhidas para este look podem ser encontradas em lojas de departamento em qualquer shopping da cidade.

Leia mais: http://extra.globo.com/projetos-especiais/de-carona-com-elas/roupas-leves-confortaveis-dao-um-toque-de-romantismo-ao-passeio-de-bike-14927049.html#ixzz3VlU8oTfj


Ana M

Elogio simples da bicicleta.




Durante dez anos fui para o trabalho de bicicleta – tal como milhares de outros parisienses. No Verão como no Inverno: a felicidade do corpo em movimento, da presença directa no mundo, da mudança de perspectiva... Recordemos Alexandre O’Neill:

Redescubro, contigo, o pedalar eufórico
pelo caminho que a seu tempo se desdobra
reolhando os beirais – eu que era teórico
do ar livre – e revendo o passarame à obra.
(Elogio barroco da bicicleta)

Quando acaso em Lisboa falo disto, alguns não acreditam e os outros contestam:

- Com tanto frio e chuva?!

Ora bem... O frio e a chuva não incomodam mais os ciclistas do que os peões e, que eu saiba, pouca gente se confina em casa por chover ou fazer frio. Acima dos zero graus, logo que pedalamos, entra em funcionamento o nosso sistema pessoal de aquecimento. É verdade que, abaixo dos zero graus, sentimos frio na cara; no passado mês de Dezembro, em Paris, após uma hora de pedalagem, eu tinha a cara entorpecida. No entanto, sobretudo em Lisboa, estas temperaturas são raras. E a chuva, ao contrário do que se pensa, também não representa inconveniente terrível, embora exija prudência, por diminuir a visibilidade e tornar o piso escorregadio. Mas é um perigo raro. Durante vários anos, registei as molhas apanhadas na ida, entre a casa e o liceu, do dia 1 de Setembro, quando começavam as aulas, ao dia 5 de Julho, quando começavam as férias: o máximo foram dez. Claro que, cada ano, chovia mais – porém não exactamente no momento em que eu pedalava. Nas raras vezes em que chegava ao liceu molhada: sacudia o blusão, mudava de calças (tinha sempre outras no cacifo) e, ao fim de cinco minutos, encontrava-me tão operacional como qualquer colega que fosse de carro. No fim de contas, como Alexandre O’Neill, com ou sem chuva: prefiro a prática à teoria do ar livre.

Em Portugal é o excesso de calor que, algumas vezes, me impede de circular de bicicleta; contudo, de manhã cedo ou ao fim da tarde, mesmo no Verão, é sempre possível pedalar. O meu problema em Lisboa é que não me sinto segura quando desço (ou subo) a Almirante Reis... Parece-me perigoso. Vejo os automóveis a passarem por mim: demasiado perto e demasiado depressa. Não são raros os que, por excesso de drogas ou velocidade, se lançam para cima de uma árvore ou de um painel publicitário. E um até pela estação do metro abaixo... Isto mais a linha do eléctrico, os buracos no alcatrão, as tampas disto ou daquilo desniveladas... Qual a esperança de vida de um ciclista nesta avenida? Vejo contudo, com admiração, bastantes que a sobem e descem...

Muita gente argumenta que Lisboa, com as encostas e escadinhas, não é uma cidade para a bicicleta. Concordo que não é fácil subir a rua de Angola; embora veja um ou outro ciclista fazê-lo. (Eu, nos metros que me parecem mais inclinados: caminho.) No entanto a maioria dos percursos lisboetas é fácil e pode ser quotidiana ou ocasionalmente percorrida de bicicleta – com resultados positivos não só na saúde dos ciclistas mas até dos restantes lisboetas: a bicicleta não polui.

A bicicleta torna-nos mais belos, mais fortes e, por conseguinte, mais bem dispostos. Representa uma terapia contra a obesidade, a diabetes, todos os males decorrentes dos nossos excessos alimentares – e não custa nada à segurança social. Devia ser recomendada pelo médico de família... E, ao contrário do automóvel, não nos separa dos outros; a solidão não é outra calamidade nas cidades?

A bicicleta é o meio de transporte de amanhã. No entanto hoje, sobretudo em Lisboa, continua um tempo de automóveis. Que invadem os passeios, envenenam os ares, atropelam os peões e custam muito caro na manutenção de ruas e construção de infra-estruturas. Recordemos o túnel do Marquês de Pombal. Por exemplo. (Claro que o automóvel é necessário; absurda é a sua utilização, quando não indispensável.) A câmara de Lisboa tem por isso feito o esforço muito apreciável de criar ciclovias. Existe uma do Cais do Sodré à Torre de Belém que facilita – e aumenta – a frequentação, não apenas da beira-Tejo, mas daquela parte da cidade. Eu ao CCB, ao Museu do Oriente, ao Museu da Arte Antiga, aos pastéis de Belém, vou de bicicleta; e, mesmo quando saio sem projectos, por haver a ciclovia, descaio para aquele lado da cidade. Temos outra ciclovia de Entrecampos ao Campo Grande. E um eixo Monsanto/Expo.

A distribuição das ciclovias mostra uma certa imagem da bicicleta: o lazer. É preciso começar por aqui. Todas as cidades europeias começaram pela bicicleta do domingo antes de passarem à bicicleta da vida quotidiana; mas não ponhamos de lado outra função da bicicleta: a de meio de transporte quotidiano. O preço da gasolina sobe? Experimentem fazer a totalidade ou parte dos trajectos de bicicleta. Em Paris, em Berlim, não faltam homens a pedalar com fato, gravata e pasta; e não deixam por isso se apresentar tão impecáveis como os outros. Claro que, se há encostas no trajecto, mais vale tomarem um duche... As melhores empresas põem à disposição dos empregados algumas cabines: custam-lhes mais barato do que os lugares de estacionamento e, ao mesmo tempo, estas empresas beneficiam da energia e boa disposição dos trabalhadores.

Não são poucos os ciclistas que vejo nas ruas de Lisboa; e mais seriam eles, se houvesse segurança. Por isso devem ser criados percursos que atravessem a cidade: por exemplo, um eixo Norte-Sul que ligue a ciclovia da beira-Tejo com a de Entrecampos.

Em Paris a tendência é, até agora, com frequência, a criação de falsas ciclovias: desenham no alcatrão uma bicicleta que não serve para nada. Em Lisboa há poucas ciclovias – mas são magníficas. Se há ciclovia, há segurança: tanto as crianças como os ciclistas pouco experientes podem pedalar à vontade.

Para além de contribuir para a nossa qualidade de vida, a bicicleta é igualmente um objecto estético e poético. Vinícius de Moraes chama centauresas às ciclistas. (Balada das meninas de bicicleta). A bicicleta transforma-nos não só em centauros mas igualmente em pégasos: dá-nos asas. Seja qual for a nossa idade, podemos seguir a injunção do poeta: Bicicletai, meninada.
Bicicletemos, então...



MM

O que é o Mountain Bike na sua vida?

Quem faz Mountain bike sabe o poder transformador que este desporto tem na vida das pessoas. 
Mas cada um tem uma forma de perceber e interpretar essas mudanças.
 O que o MTB significa para você?
Sobre o vídeo
Esse vídeo foi um projeto idealizado pelo PraQuemPedala, feito em parceria com o grande parceiro Marconi Ribeiro Trainamento Multiesportivo e apoiado pela Ford, que nos enviou os carros para que fizéssem o vídeo.
A ideia era juntar algumas pessoas e pegar o depoimento de cada uma, sobre o que o Mountain Bike significa em suas vidas. Imagino que cada um de vocês devam ter uma visão particular do que o desporto significa em suas vidas. Então, compartilhe com a gente.
Sobre a Ford.
EcoSport_01
A Ford nos pediu que fizéssemos um rápido comentário sobre o carro EcoSport e as suas características benéficas para quem curte o MTB.
Vou então falar aqui do ponto de vista de MTBiker, sobre o que eu achei do carro. Fomos fazer a Filmagem na Fazenda Taboquinha aqui em Brasília e ao invés de parar onde geralmente paramos, na “Vendinha”, onde ainda tem asfalto, descemos até a porteira de entrada da fazenda, que é necessário percorrer um bom trecho de estrada de chão, que estava bem esburacado e com um bocado de lama, por conta dessa chuva toda que tem caído.
EcoSport_02
EcoSport_03
EcoSport_04
A Ecosport passou com bastante facilidade pelos obstáculos. Já o Focus, que também aparece no vídeo, teve que ir com mais cautela. Pelo fato da Ecosport ser um pouco mais alta e ter pneus apropriados para andar na terra, ela é uma boa alternativa para ir para trilhas de acesso um pouco mais complicado. O carro tem controle de tracção e tal… Então ajuda até mesmo na lama e locais de cascalho solto.
Nós levamos uma bike tamanho “Large” dentro do carro (a da foto é “M”, mas a do vídeo é “L”) com os bancos rebatidos. Se tirar a roda dianteira cabe sem problemas. Mas se não quiser colocar a bike dentro do carro, sempre existe a possibilidade de se colocar um rack de teto, de engate ou até mesmo de step, já que ela tem essa pneu na porta do porta-malas.
EcoSport_05
Bom… Do ponto de vista ciclístico, essa é a análise do carro! :)

MM

Bike Fit.

Em busca da receita pronta


Se existe um assunto que nunca vai cessar é a busca por uma receita para fazer o Bike Fit Caseiro. Após a publicação do Artigo “Fazendo seu próprio Bike fit?” vários foram os e-mails recebidos. Dentre os diversos assuntos abordados destaca-se justamente a busca por essa receita.
Perguntas do tipo: é verdade que a ponta do joelho tem de ficar alinhada com a ponta do pé? É correto que o guidão tem de esconder o cubo da roda dianteira quando olhamos de cima? Se eu medir a distância entre o guidão e selim pelo tamanho da meu cotovelo até a ponta dos dedos está correto? Nesse momento é preciso enfatizar mais uma vez: “não existe receita pronta, nem mesmo truques e dicas”. Um bom Fitter possui técnicas baseadas em estudos científicos que adotam como parâmetros a aferição de ângulos formados por pontos anatômicos específicos. Esses ângulos vão variar de acordo com as distâncias entre esses pontos quando se compara dois indivíduos. Somente assim é possível encontrar o perfeito posicionamento, onde é aproveitado o máximo de energia na pedalada obtendo o máximo em conforto.
Fora isso o que temos são mitos e lendas que de tanto serem repetidos, acabam tornando-se verdades.” Com a advento da
internet e do Ctrl+C/Ctrl+V essas receitas mirabolantes se difundiram entre os ciclistas de tal maneira que com certeza você já utilizou pelo menos uma dessas técnicas ao menos uma vez na vida.
O que a maioria do ciclistas querem saber é: “Existe uma maneira correta de ajustar a bike sem consultar um Fitter?”
A resposta é simples. Ajustar a bike sem consultar um Fitter é possível sim. Difícil será você saber se sua bike realmente esta no posicionamento correto ou não. Será difícil inclusive  saber se está utilizando o tamanho correto de quadro ou não. O simples fato de viver com essa dúvida faz com que toda vez que venha a sentir algum desconforto não saiba responder se tudo não passou de um breve desconforto ou se existe algo que pode ser melhorado no seu posicionamento.
Sabe quando você sai para pedalar com seus amigos e justamente naquela subida, você assiste todos eles dispararem na sua frente e ao chegar ao topo todos param para assistir você completar a subida. Nesse intervalo de tempo você fica pensando o que está errado. Será que tenho de trocar o grupo de marchas?  Será que essa bike está muito pesada? Será que não estou alimentando direito? Esse tempo é quase um purgatório onde você se martiriza procurando respostas para a sua falta de rendimento. Por várias vezes os colegas atribuem a falta de rendimento a um ajuste de posição e até mesmo dão dicas de como melhorar. O grande problema é que cada um dá uma dica diferente do outro. Um diz: “aumenta a altura do selim” o outro diz: “tem é que abaixar” um terceiro interrompe argumentando: “seu quadro é que está grande pra você.” Você em meio a esse turbilhão de dicas e sem saber o que fazer  recorre ao seu mecânico de preferência e que por sinal pedala a mais de vinte a anos e que já venceu várias provas de speed ou mountain bike e pede que ele ajuste pra você.
E nesse ponto é preciso fazer um parênteses em defesa desses profissionais. Quando eles ajustam o seu posicionamento a seu pedido, eles estão lhe oferecendo o que eles tem de melhor. Recebo constantemente em meu estúdio atletas que após terem suas bikes ajustadas reclamam que o mecânico “tal” fez errado. Mas ele não é Fitter, ele é mecânico que pedala a vários anos e que por meio de tentativa e erro conseguiu encontrar um ajuste de posicionamento que lhe oferece conforto. Dentro de seus conhecimentos acredita que esse posicionamento seja o ideal para qualquer pessoa. E se o ajuste não fica bom, ele não faz isso por maldade, apenas repassa o que julga ser o correto dento do seu entendimento.
O que acontece é que o melhor posicionamento para ele não é o melhor posicionamento para você. E nem mesmo ele tem certeza que aquele posicionamento é o melhor para si próprio, apenas não se sente incomodado. Para uma análise mais profunda precisamos saber que inclusive o posicionamento de uma mesma pessoa em uma bike de estrada é diferente do posicionamento de uma mesma pessoa em uma Mountain Bike. E até mesmo bicicletas da mesma modalidade apresentam geometrias diferentes, o que faz com que o Fit da bike altere para uma mesma pessoa. Mas isso vamos abordar em um novo tópico.
Vamos fazer uma analogia para entender melhor. É possível construir uma casa sem consultar um engenheiro? Claro que sim, e é até comum vermos pessoas sem nenhuma formação em construção civil construindo e vendendo casas. Mas minha pergunta é: Existe diferença entre essas duas casas? Sim e as diferenças são enormes.
A primeira a ser citada é a existência de um projeto onde se algum dia você precisar modificar qualquer parte da casa basta consultá-lo para saber onde passam os canos, a fiação elétrica, as colunas de sustentação, a rede de esgoto e assim por diante.
Outra fundamental é que ao contratar um engenheiro, caso algo venha a acontecer, você tem onde recorrer. Esses profissionais são filiados a um conselho profissional que regulamenta, registra e fiscaliza o profissional. Ao contratar um engenheiro você tem a segurança de que essa pessoa sabe o que está fazendo.
em busca da recieta pronta 02Num primeiro momento você pode pensar: “Que bobagem, existem tantas casas sem projetos que são muito boas”. Talvez quando se avalia o todo pode até parecer que não possuem diferenças, mas com o tempo aparece uma trinca aqui outra ali, pelo fato de não ter sido feita uma análise do solo com o respectivo cálculo de quantos quilos o terreno é capaz de suportar e ao ceder ao peso da construção as paredes criam fissuras. Quando chove as goteiras aparecem. Ao lavar um quintal a água empoça toda em um canto por não ter sido projetado uma descaída para escoamento. E assim por diante. Mas isso só aparece com o tempo.
Mas o que isso tem a ver com Bike Fit? Tudo. A idéia é a mesma.
Quando você faz o Bike Fit com um Fitter (profissional em bike fit) você tem a certeza de que a posição ajustada é a melhor para o seu conforto e aproveitamento de energia, isso sem dizer que ao final de uma prova ainda restará fôlego suficiente para investir no sprint da chegada. Quando não o faz, aparentemente está tudo bem, mas com o tempo o ajuste inadequado aparecerá em formas de inflamações e lesões que o afastará do esporte por um tempo.
O fato de o Fitter conhecer muito bem a Biomecânica do esporte, poderá assim planejar o posicionamento do atleta ao longo da evolução física no decorrer dos anos.
O que muitas pessoas confundem é pensar que o Bike Fit deve ser feito apenas quando está sentindo algum desconforto ou dor em alguma parte do corpo. Acontece que esse é apenas um dos objetivos do bike fit. Recebo constantemente em meu Estúdio atletas que competem em várias categorias tanto de speed quanto mountain bike, maioria deles com alguns títulos em seus currículos. Mesmo sem reclamar de nenhum desconforto durante a pedalada sempre acontece ajustes para o melhor aproveitamento da energia empregada. Nesse momento é muito importante elucidar que: “quem anda mais não é o atleta mais forte, mas sim aquele que consegue converter a energia aplicada no pedal em deslocamento”
Dentro desse pensamento é importante entender que um bom ajuste vai muito alem de diminuir ou aumentar a distancia entre o guidão e o selim.
Como então ter a certeza de que a pessoa que está ajustando sua bike sabe o que está fazendo? Esse assunto também fica para uma próxima oportunidade.
MM

sábado, 8 de agosto de 2015

Specialized Diverge Expert Carbon 2016.

oportunidade de testar pela primeira vez a Diverge, a bicicleta da modalidade Adventure Bike da Specialized.
Foto: Jesus Brenno

Muita gente acha que essa bicicleta tem o mesmo objetivo de uma bike de Cyclocross e na verdade elas tem proposta um pouco diferentes. A Adventure bike é uma bicicleta feita para andar no asfalto, atinge velocidades maiores com mais facilidade e tem uma performance bem razoável, mas também pode andar na terra caso você precise. Já a bicicleta de Cyclocross é uma bike feita para andar na terra, com uma relação mais leve e não tem muita performance no asfalto.
Explicadas as diferenças, vamos falar do teste. Vou analisar essa bike por diferentes aspectos e dar notas separadas (de 1 a 5) para diferentes situações.
Performance no asfalto (nota 4)
A bicicleta que eu testei, estava com um grupo Force X1, com apenas uma coroa, mas eu não vou falar especificamente sobre ele nesse post, farei uma análise completa em uma matéria posterior.
Diverge_2016_04
Mesmo sendo uma bicicleta projetada para andar também na terra, com pneus de 32mm de largura, que são relativamente mais grossos do que uma bike de speed convencional, Diverge rende muito bem no asfalto. Fizemos o percurso de teste que a Specialized sugeriu para essa bicicleta, que tinha trechos de terra, mas também quis andar no percurso indicado para as bikes de estrada, justamente para testar a performance dela no asfalto.
Os pneus são mais largos, mas eles não atrapalha a capacidade da bicicleta de ganhar velocidade, o que permite que a bicicleta desenvolva muito bem. Nosso amigo Jesus Brenno, que trabalha na Specialized estava com uma Tarmac e andamos com ele sem problemas e ele anda forte.
Performance na terra (nota 5)
Foto: Jesus Brenno
Foto: Jesus Brenno
Confesso que fiquei bem impressionando com a bicicleta na terra. No começo você fica meio grilado, achando que ela não vai ter aderência, mas isso não acontece. Mesmo ao pedalar em pé, ou em descidas rápidas, a bicicleta oferece uma boa segurança.
Fizemos alguns downhills bem rápidos (atingimos cerca de 50km/h na estrada de chão) e acelerações fortes no plano (também cerca de 50km/h, podem verificar no Strava depois). Em todas as situações ela foi muito bem, bike extremamente assentada no chão e oferecendo bastante segurança.
Rigidez (nota 3)
Como essa bicicleta precisa oferecer um mix de performance com conforto, era de se esperar que a rigidez não seria das maiores e realmente não é. Ela tem os Zerts (elastômeros) nos seatStays, como a Roubaix tem, o que tira um pouco da rigidez do triângulo traseiro e a bicicleta acaba ficando um pouco mais “mole” do que as speeds convencionais, apesar do quadro ser de carbono Fact 10r, que é bastante rígido.
Diverge_2016_01
Mas para esse conceito de bicicleta é interessante que ela não seja tão rígida.
Conforto (nota 4)
Essa é a contra partida do ítem anterior. Como a bike é menos rígida propositalmente, ela é mais confortável. Além dos Zerts mencionados acima, a bike também tem o canote Specialized CG-R, que tem uma curvatura logo abaixo do selim, que funciona como uma micro amortecedor e absorve a trepidação do terreno.
Diverge_2016_07
Além disso, os pneus mais largos permitem que você utilize uma calibragem mais baixa de pneus, isso faz com que o conforto também seja aumentado.
Freios e estabilidade (nota 5)
Tá bom que esse não é um componente da bicicleta e sim um produto de outra marca, no caso eram os freios hidráulicos da SRAM. Mas esses travões em conjunto com os pneus mais largos e o BB mais baixo que a bicicleta tem, fazem com que ela tenha uma estabilidade impressionante e uma precisão na travagem inacreditável.
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Dava para travar no meio da curva de terra sem ter medo de travar a roda. Isso foi realmente fantástico.
Preço (nota 3)
O preço sugerido desta bicicleta é de R$21.999. É uma bike bem equipada, não deixa de ser um valor bem elevado.
Se a pessoa a tiver como bicicleta principal, OK, vale mais a pena. Mas no caso de quem compete, terá que ter mais uma bicicleta e por esse valor, talvez seja melhor comprar uma MTB.
Resumo
Na média da avaliação, a bicicleta ficou com a nota 4. Gostei bastante da bicicleta. Acredito que para pessoas que não compitam, ou que tenham grana para ter uma bicicleta de aventura, estejam afim de ter uma bike confortável, com a capacidade de enfrentar os asfaltos ruins do Brasil e uma boa performance no asfalto, essa é a bicicleta perfeita.
MM