domingo, 22 de fevereiro de 2015

Campeões na Volta ao Algarve.

Campeões confirmados na Volta ao Algarve.
41.ª Volta ao Algarve
Uma corrida com campeões que prometem muita competição e a única oportunidade de ver em Portugal alguns dos maiores ciclistas da atualidade – assim se prevê a 41.ª edição da Volta ao Algarve, que se cumpre entre os próximas dias 18 e 22 deste mês.
Confirmada está a presença do atual campeão do Mundo de fundo, o polaco Michal Kwiatkowski (Etixx-QuickStep), vencedor na corrida portuguesa no ano passado, do seu colega alemão de equipa Tony Martin, três vezes campeão do Mundo de contrarrelógio e duas vencedor da corrida algarvia (2011 e 2013), e do australiano Richie Porte (Sky), que venceu no Algarve em 2011.
Por decorrer no início da época, a prova é a única que atrai ciclistas de topo da elite internacional a Portugal e este ano serão oito das 17 formações do escalão principal: Astana, Cannondale-Garmin, Etixx-QuickStep, Katusha, Lotto NL-Jumbo, Lotto Soudal, Movistar e Sky.
O sprinter alemão André Greipel (Lotto Soudal), o corredor que mais vitórias (16) alcançou em 2014, e o italiano Michele Scarponi (Astana) serão outras das estrelas aguardadas nas estradas algarvias.
Entre os portugueses, depois de conhecida a ausência do campeão do Mundo 2013 Rui Costa (Lampre-Mérida), por decisão da sua equipa, que o leva a correr a Volta a Omã, que decorre nas mesmas datas, as atenções vão recair sobre Tiago Machado, este ano contratado pela equipa russa Katusha, que apenas falhou o top 10 da primeira corrida do calendário principal, a Santos Tour Down Under, disputada em janeiro na Austrália, devido a uma queda na última etapa, que o remeteu para a 12.ª posição da geral, depois de ter alcançado a 8.ª posição.
André Cardoso (Cannondale-Garmin) será o outro dos representantes portugueses no principal pelotão internacional (worldtour) a correr na prova algarvia.
Dos emigrantes nacionais em equipas do segundo escalão (profissionais continentais), competirão nas estradas do sul do país Ricardo Vilela e José Gonçalves, ambos pela espanhola Caja Rural, e José Mendes, em representação da alemã Bora-Argon 18. Deste grupo, está confirmada a presença de cinco equipas.
As restantes oito formações inscritas são do terceiro escalão e incluem as sete equipas profissionais portuguesas – Efapel-Glassdrive, LA Alumínios-Antarte, Louletano-Ray Just Energy, Rádio Popular-Boavista, Banco BIC e W52-Quinta da Lixa – e a norte-americana Optum p/b Kelly Benefit Strategies.
“Em termos desportivos, a prova vai ter um nível competitivo muito elevado e será mais equilibrada do que no ano passado. Vai ser uma excelente corrida, com grande impacto internacional”, disse o presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, Delmino Pereira, à margem da conferência de imprensa de apresentação da ‘Algarvia’, realizada nesta quinta-feira em Faro.
A corrida terá um total de 768,2 quilómetros, divididos pelas seguintes etapas: Lagos – Albufeira (168 km), Lagoa – Monchique (192 km), Vila do Bispo – Cabo de S. Vicente (18,2 km contrarrelógio individual), Tavira – Malhão (212 km) e Almodôvar – Vilamoura (178 km).
M.M.

Percurso da Volta da Espanha 2015 é divulgado.

Vejam aqui o percurso da Volta da Espanha 2015.
Resumindo as informações. a Vuelta 2015 terá as seguintes características.





21 etapas
  • 1 contra-relógio por equipes
  • 1 contra-relógio individual
  • 8 etapas com final em alto de montanha
  • 2 dias de descanso
  • Distância total: 3.377km

M.M.

A criação da nova Orbea Orca.

Vejam o desenvolvimento da nova Orbea Orca 2015.


M.M.

A belíssima Giant Propel 2015 de Jonh Degenkolb.

Esta aqui foi a bike utilizada por Jonh Degenkolb,
 para vencer a penúltima etapa do Tour de Dubai 2015.
 Vejam que máquina!

M.M.

Kask com Edição Exclusiva de capacete do Tour de Dubai.


Kask lança capacete Edição Exclusiva Tour de Dubai.
Maneiro!
A Kask, que é uma das patrocinadoras do Tour de Dubai, anunciou um capacete edição limitada do modelo Protone em homanagem a competição.
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Serão feitos somente 333 unidades deste modelo.
Por que esse número?
Aparentemente o número preferido do príncipe de Dubai é 3.
Então eles resolveram repetido 3 vezes.
Ele ganhará o capacete de número 3 na cerimônia de abertura da corrida.
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 Com entradas e saídas de ar bem grandes  e a cor ficou muito legal.
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M.M.

Alvalade-Porto Côvo.


Alvalade-Porto Côvo:

Inscrições esgotadas em nove dias.

Alvalade-Porto Côvo 2015
Bastaram nove dias para se esgotarem as 1500 inscrições estabelecidas como limite pela organização da 17.ª edição do Raid de BTT Alvalade-Porto Côvo, quando ainda faltam mais de três meses para a realização passeio, um dos que mais ciclistas reúne a nível nacional.
Dada a grande procura, os promotores admitem reabirir as inscrições, atendendo também ao elevado número de pedidos com esse objetivo, disse ao Pedais.pt um dos organizadores. Em 2014 cumpriram o percurso – que tem uma versão de ida com 70 quilómetros e outra de ida e volta com 120 – cerca de 2500 ciclistas, oriundos de todo o país.
“A ideia é reabrir, não sabemos é ainda quando”, revelou Luís Raposo, salvaguardando, contudo, que o alargamento do número de participantes só pode ocorrer se estiverem garantidas as condições de segurança e logísticas a todos os ciclistas. As incrições abriram dia 01 de fevereiro e fecharam a 09.
Para se concretizar o raid é indispensável o contributo de 200 voluntários que asseguram hidratação, alimentação, apoio mecânico e assistência médica ao enorme pelotão que percorre os estradões e trilhos entre a vila de Alvalade-Sado e a praia de Porto Côvo, celebrizada na canção de Rui Veloso.
Os preparativos para cada passeio começam no dia a seguir à realização do anterior, mas o trabalho mais intenso começa cinco meses antes do dia do raide, acrescentou Luís Raposo, do Futebol Clube Alvaladense, a entidade que deita ombros à tarefa há 17 anos.
No ano passado, quando foi batido o recorde inscritos (2530), os participantes tiveram à sua disposição mais de três mil das famosas sandes de carne assada, que se tornaram uma espécie de imagem de marca da iniciativa, e cerca de 7.000 litros de água, para além de muitas dezenas de quilos de laranjas e bananas, entre outros alimentos.
Luís Raposo, antes da edição de 2014, confessou ao Pedais.pt que uma das razões o sucesso do raid cumprido no litoral alentejano é o espírito descontraído dos participantes, que vão mais para “tirar fotografias e desfrutar das paisagens” do que para chegar primeiro.
Do total de inscritos no ano passado, cerca de 800 fizeram os 120 quilómetros de ida e volta, com um acumulado de subidas de cerca de 1300 metros.
Para concretizar uma iniciativa desta dimensão são também necessárias condições de segurança que implicam a participação de três dezenas de efetivos da GNR, dezena e meia de enfermeiros, dois médicos e o envolvimento ativo de três corporações de bombeiros: Alvalade-Sado, Cercal do Alentejo e Sines.
Cada participante paga uma inscrição de 14 euros, que lhe dá também direito a massagens e banho no final e a lavar a bicicleta, mas esse custo só é possível pelos patrocínios que a iniciativa recebe de mais de 50 empresas da região e das autarquias que o percurso atravessa, bem como das corporações de bombeiros.
Embora sem caráter competitivo, há sempre quem olhe para o relógio e tente chegar o mais rápido que consiga. Aconteceu com participantes famosos na prova, como o corredor profissional Vítor Gamito, vencedor da Volta a Portugal 2000, que foi o “primeiro a chegar” nas quatros vezes que participou no Raid. Este ano tem também agendada a participação no desafio alentejano.

M.M.

Air-Purifier Bike, a bicicleta que purifica.



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Estão na moda, já atropelam automóveis e peões, muitas não respeitam a sinalética e, num repente, a cidade que era impossível de pedalar está cheia de bicicletas trendy, chiques, desportivas, BTT e as fantásticas e gloriosas dobráveis.
Mas nem tudo é mau! A malta está mesmo a tentar ser mais saudável e poupada (sim, é o segundo meio de transporte mais barato, depois do caminhar). São também eficientes, não poluem e são boas para a saúde. Tudo é muito bonito até pedalar numa cidade mais cosmopolita que se multiplicam por esse mundo fora. Londres, Hong Kong, Tokyo, Luanda…
Por tudo isto, um grupo de designers que vivem em Bangkok, a Lightfog Creative and Design, pensaram nesta problemática e já receberam um Red Dot pela sua Air-Purifier Bike, desenhada para captar, filtrar e devolver a porcaria (CO2, poluição, gases, pó) como oxigénio puro e respirável.
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 Em teoria (sim, ainda é um conceito), a Air-Purifier Bike faz uma espécie de fotosíntese que gera oxigénio através de uma reacção entre água e sistema eléctrico que provém da utilização de uma bateria de lítio.
Engenhoso, não é?
Vamos apoiar?
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MM

CIV Coagulação Infravermelha.

CIV Coagulação Infravermelha.

Uma fácil solução não-cirúrgica

Mais de 10 milhões de pessoas nos Estados Unidos sofrem de hemorroidas.
Estudos apontam que três a cada quatro pessoas irão desenvolver hemorroidas em algum momento de suas vidas.
No entanto, apenas uma pequena percentagem dos pacientes necessita de cirurgia.
Na grande maioria dos casos, um procedimento fácil e simples no consultório pode ser suficiente para eliminar as hemorroidas.

O que são hemorroidas e quem pode tê-las?

 Hemorroidas são inchaços no reto ou na área anal que podem sair pelo ânus mediante esforço.
Elas normalmente contêm veias alargadas e são mais comuns em pessoal acima dos 50 anos.

O que causa hemorroidas?

 A causa exata das hemorroidas é desconhecida, porém alguns fatores contribuem sabidamente para a doença hemorroidal:
• Envelhecimento
• Prisão de ventre crônica ou diarreia
• Gravidez
• Hereditariedade
• Função intestinal defeituosa devido ao abuso de laxantes ou enemas; tensão durante movimentos intestinais
• Passar longos períodos de tempo (lendo, por exemplo) no wc

Quais são os sintomas de hemorroidas?

• Sangramento durante movimentos intestinais
• Exteriorização durante movimentos intestinais
• Coceira na região anal
• Dor
• Nódulos sensíveis

O que é coagulação infravermelha (CIV)?

 Desde sua introdução a coagulação infravermelha (CIV) se tornou a líder dos tratamentos em consultório para hemorroidas.
Esse tratamento não-cirúrgico é rápido, bem tolerado e notavelmente livre de complicações.
Uma pequena sonda é colocada acima da hemorroida e alguns curtos pulsos de luz infravermelha são aplicados.
A luz infravermelha rapidamente coagula os vasos que levam sangue às hemorroidas, fazendo com que essas encolham e retrocedam.
A diminuição dos tecidos hemorroidais pode levar algumas semanas.
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Dói?

 
A sensibilidade dos pacientes pode variar, sendo que a maior parte deles informa sentir apenas uma breve sensação de calor no momento da aplicação.
Anestesia local normalmente não é necessária.

Existem diferentes tipos de hemorroidas?

 Sim.
As hemorroidas “internas” se desenvolvem dentro do ânus.
Os sintomas mais comuns são sangramentos durante os movimentos intestinais e exteriorização através do ânus mediante esforço.
As hemorroidas “externas” se desenvolvem ao redor do ânus e podem ser muito dolorosas, especialmente se um coágulo sanguíneo se desenvolver entre essas.
Elas podem ser sentidas como um(ns) nódulo(s) firme(s) ao redor do ânus.

Existem efeitos posteriores?

 
Tipicamente, não existem efeitos posteriores.
A maioria dos pacientes retorna ao seu estilo de vida quotidiano no mesmo dia, podendo haver um leve sangramento localizado alguns dias depois.
 Esforço ou levantamento de pesos exagerados devem ser evitados, bem como o uso de aspirina ou medicamentos similares.

Quantidade de visitas

 Somente o seu médico pode fazer tal determinação. O número de aplicações irá depender da severidade dos sintomas, localização das hemorroidas e da resposta pessoal do paciente ao procedimento.

As hemorroidas irão voltar?

 As estatísticas apontam que hemorroidas tratadas com Coagulação Infravermelha (CIV) geralmente não ocorrem novamente. Uma dieta sensata, exercício moderado e hábitos intestinais apropriados também ajudarão.

M.M.

Como Patrícia Dejesus, mantém a forma.

Patrícia Dejesus, a vendedora Jéssica, de Avenida Brasil, gosta tanto de desportos que até já pensou em ser atleta, antes de se tornar modelo e atriz.
A rotina agitada levou Patrícia a optar pela corrida para manter a forma e tranquilizar a mente:
"Se começo o dia correndo, meu humor melhora e ganho disposição.
Minha dica para quem está buscando uma atividade física é: invista em algo que você tenha prazer em praticar. Sem perceber, você vai se dedicar mais a ter resultados melhores", garante.
Veja a rotina de treino de Patrícia Dejesus!
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Tratamento mini-invasivo das hemorroidas.

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Método THD.

O método THD é a uma resposta eficaz aos problemas ligados à doença hemorroidária.
Quem sofre ou sofreu de hemorroidas, conhece bem a grave indisposição provocada pela doença: sangramento, prolapso mucoso e dor consequente ao tratamento cirúrgico com métodos tradicionais.
O método THD enfrenta e resolve eficazmente estes problemas: reduz o hiper-fluxo arterial nas hemorroidas e corrige o eventual prolapso reposicionando a mucosa em sua sede natural.
 O tratamento cirúrgico é realizado numa região desprovida de terminações nervosas limitando, de tal forma, o problema principal dos tratamentos cirúrgicos tradicionais:
A DOR.
O tratamento cirúrgico com o método THD além disso é pouco invasivo pois não comporta o corte de tecidos e é muito seguro.
THD é um método avançado no tratamento das hemorroidas pois revoluciona a abordagem cirúrgica à doença hemorroidária, garantindo eficácia do resultado e reduzindo ao mínimo os níveis de invasividade, dor e stress para o paciente.
As hemorroidas são estruturas anatómicas fibrovasculares normais situadas na parte inferior do reto, na fronteira com o canal anal. Estão presentes desde o nascimento e são constituídas de uma vasta rede de artérias, de vasos capilares e de veias. Tais vasos sanguíneos são dotados de válvulas que abrindo-se e fechando-se, dilatam e desincham as hemorroidas, enquanto que os ligamentos fibrosos mantêm as hemorroidas ancoradas à parede anal. O plexo hemorroidário (o conjunto de almofadas formadas por vasos sanguíneos das hemorroidas) possui uma parte interna e uma externa:
  • Hemorroidas internas, ou almofadas hemorroidárias, colocadas sobre "a linha dentada" (linha esta que delimita a linha superior do canal anal anatômico propriamente dita "linha da dor" porque abaixo dela percebem-se as estimulações dolorosas).
  • As hemorroidas internas são insensíveis, pois são revestidas com mucosa retal sem terminações nervosas.
  • Hemorroidas externas, ou bolsas hemorroidárias, colocadas sob "a linha dentada".
  • As hemorroidas externas são revestidas por anoderme - camada de pele muito sensível - que também cobre a parede externa do ânus.
As hemorroidas otimizam a incontinência anal, especialmente aquela de líquidos e de gases, dado que quando incham por efeito do fluxo sanguíneo fecham o ânus.


Advertência: Se necessita de ajuda, consulte um profissional de saúde. As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento.


M.M.

Porta-Garrafa de Água para Bike.

Porta-Garrafa de Água para Bike estática.

Normalmente as bicicletas de ginásios já vem com um porta garrafas de água. Para este projeto você irá precisar de garrafas de iogurte ou de água sanitária ,poderá usar outras que estiverem disponíveis.

Depois de retirar o rótulo recorte como mostra a foto.


Você poderá enfeitar com fitas adesivas coloridas.


Aqui eu recortei uma garrafa de água sanitária,( desculpe a foto ficou virada ,mas dá para ver).






E estes são os porta -garrafas de água para sua esteira ou bicicleta , agora você pode se exercitar cuidando da sua saúde e do meio ambiente!  

M.M.

BICICLETA COM ELETROESTIMULAÇÃO.

 
 Após uma Lesão neurológica, a maioria das pessoas perde força muscular nos segmentos do corpo acometidos, sendo que muitas vezes esses músculos podem ser ativados apenas por algum estímulo externo. Uma das técnicas mais conhecida para estimular a contração é a eletroestimulação funcional (FES). A FES é um recurso que utiliza eletrodos posicionados sobre a pele em um determinado grupo muscular, transmitindo uma corrente elétrica capaz de gerar contração muscular.
   
    Em indivíduos saudáveis a contração muscular é produzida por estímulos elétricos provenientes de sinais do sistema nervoso central, já para pessoas com lesões que afetam o sistema nervoso, a FES é um recurso válido pois fornece estímulos elétricos externos que possibilitam a ativação de músculos até então enfraquecidos.
Vale ressaltar que a contração muscular é necessária não só para manutenção da massa muscular, mas também para melhora no sistema cardiocirculatório, promovendo benefícios como: aumento do retorno venoso ao coração, controle da perda de massa óssea, além da prevenção de diversas complicações secundárias às lesões neuromotoras.
   
     No Acreditando oferecemos o serviço de FES Bike, um equipamento que fornece estimulação elétrica permitindo que pessoas com sequelas motoras após lesão neurológica possam pedalar em um cicloergômetro de membros inferiores.
 
   A figura abaixo ilustra o exemplo de um cliente com lesão medular completa nível T4-T5, que pratica 45 minutos diários de FES Bike. Atualmente ele consegue gerar uma potência de 3,2 W sobre os pedais da máquina, utilizando o limite mínimo de estimulação, o que demonstra ganho de massa muscular e força nos membros inferiores.
 
No entanto, a utilização da FES Bike deve ser indicada e acompanhada por um treinador, para que os parâmetros e configurações sejam ajustados de acordo com a necessidade de cada cliente.
M.M.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Nova Cannondale Trigger 2015.

Em 2015 a Cannondale deu uma mudada da bike de Enduro deles ficou bem bacana.
A bike vem nas versões aro 27,5 e 29.
Trigger_2015_02
A Trigger teve uma mudança no quadro e recebeu a nova suspensão traseira Fox DYAD Rt2, que possui um interessante sistema que funciona como se fossem duas suspensões com cursos diferentes, uma com 85mm e outra com 130mm (no caso da 29 e 140mm no caso da 27,5).
No modo Elevate, a suspensão funciona como uma suspensão de XC a ar com curso reduzido. O óleo é direcionado para o sistema de amortecimento Elevate para melhorar a rigidez da suspensão nas subidas.
Já no modo Flow, o óleo é direcionado para o sistema de amortecimento Flow, aumentando muito o curso de ar da suspensão, que é feito para trabalhar em descidas agressivas em alta velocidade.
Trigger_2015_01
Já a suspensão dianteira é a nova Lefty SUPERMAX CARBON PBR 2.0, com 140mm de curso para a 27,5 e 130mm de curso para a 29.
O quadro dos modelos TOP é feito de carbono Hi-MOD e somente a 27,5 tem a opção Black Inc, que geralmente custa o preço de todos os órgão dos seu corpo.
Ambas vem equipadas com XX1. A black Inc vem com rodas Enve de carbono Tubeless e a 29 com as Mavic CrossMax Tubeless também.
Geometrias (clique para aumentar)
Aro 29
Geo_01
Aro 27,5
Geo_02

M.M.

“Lisboa sem automóveis”.

António Costa quer uma “Lisboa sem automóveis”
António Costa
Uma cidade sem automóveis é como o presidente da Câmara imagina Lisboa, dentro do menor espaço de tempo possível, afirmou neste sábado o autarca na cerimónia de inauguração de uma ponte para ciclistas e peões sobre a Segunda Circular, uma das mais congestionadas vias rodoviárias da capital.
Ponte Segunda Cicular
“As cidades levaram 50 anos a adaptar-se ao automóvel”, mas agora vai ser preciso retirar os carros das urbes no mais curto espaço de tempo, defendeu o presidente da Câmara no discurso antes de ser cortada a fita que abriu oficialmente a nova estrutura, paga pela Fundação Galp Energia em 900 mil euros e em cerca de 450 mil pelo Município.
“É uma obra de arte de que a Segunda Circular precisava”, acrescentou o autarca referindo-se à estrutura de metal e betão em forma de H, com um total de mais de 700 metros de extensão e pintada a laranja, as cores da empresa petrolífera que suportou a maior fatia do investimento.
António Costa, que lidera o PS, atual maior partido da oposição ao Governo, aproveitou a ocasião para defender “uma revolução” no sistema de transportes de Lisboa, que passará pela criação de uma sistema de “metro-bus”, formado por veículos elétricos que funcionarão fora de carris e diversos “anéis” de Lisboa, como a própria Segunda Circular e o eixo Alcântara-Olaias, entre outros.
Recordou que o Município que dirige pretende adquirir as empresas públicas de transportes coletivos Carris e Metropolitano de Lisboa.
O “grande desafio” que se coloca nas cidades é, atualmente, acabar com a “dependência do automóvel” enquanto modo de transporte, realçou, defendendo como alternativa os chamados “modos suaves” de mobilidade – bicicleta e andar a pé.
Aproveitou para contrariar a ideia de que Lisboa é uma cidade com muitos declives, recordando que isso só acontece numa “pequena parte”, nas colinas junto ao rio, já que 80 por cento do território ocupado pela capital é “plano ou quase” e deu como exemplo a meia dúzia de quilómetros que pedalou até chegar à cerimónia, entre a Avenida Duque D’ Ávila e Telheiras, sempre em terreno plano.
Depois, Costa puxou a brasa à sua sardinha e afirmou que quando assumiu a liderança do Município, há sete anos, havia “uma ciclovia em Lisboa” e “agora há 80 quilómetros de ciclovias para lazer”, que admitiu depois deverem ser usadas também para deslocações diárias da população, tornando a cidade “mais sustentável”.
Antes, o vereador com o pelouro dos Espaços Verdes e da Energia, José Sá Fernandes, reconhecera que a obra demorou tempo de mais” a ser executada – começou a por ser anunciada para ficar pronta em outubro de 2010, há mais de quatro anos – mas contrapôs depois que, “quando as coisas são feitas para as pessoas, esquecem-se os atrasos”.
Elogiou também o que disse ter sido feito pela autarquia – “há sete anos era impensável ter pessoas a andar de bicicleta” em Lisboa como disse acontecer atualmente – e anunciou que “para o ano” deverá ser criado um sistema de bicicletas partilhadas na cidade, que anunciara em 2014 dever ficar em funcionamento este ano e ser gerido pela empresa municipal EMEL.
M.M.

Lance Armstrong: “Eu provavelmente me doparia novamente”.

Em uma entrevista a BBC, o ex-vencedor de 7 títulos do Tour de France, Lance Armstrong, ao ser perguntado se ele se doparia novamente ele disse que a “resposta honesta, as pessoas não iriam gostar”.
Tour de France Stage 20
“Se eu tivesse correndo em 2015, não, eu não faria novamente, pois eu não acho que precisaria.” Disse Armstrong. “Mas se me levasse de volta para 1995, onde isso era totalmente difuso no pelotão, eu provavelmente me doparia novamente. As pessoas não gostam de ouvir isso”.
Lance também disse que gostaria de mudar o “homem” que fez o que ele fez. “Não a decisão em si (de se dopar) mas a forma com que ‘ele’ agiu”.
O ciclista se arrepende da forma com que ele tratou as pessoas na época. “Eu era muito bom de briga nas corridas nos treinos, mas eu não precisava brigas nas coletivas de imprensa ou em uma entrevista”.
 M.M.

Ciclovia na Estrada Marginal que liga Cascais a Lisboa.

DR
Ciclovia na Marginal é “utopia”, diz vereadora de Oeiras.
Marginal Oeiras
A construção de uma ciclovia na Estrada Marginal que liga Cascais a Lisboa é uma “utopia”, mas a dedicação de uma faixa para usufruto exclusivo de ciclistas e peões aos fins-de-semana é uma ideia realizável e “barata”, considera a vereadora com o pelouro das Obras, Trânsito de Transportes na Câmara de Oeiras.
“Há sonhos que não são realizáveis”, considerou a autarca Madalena Castro em entrevista, a propósito da proposta de dedicar uma das quatro faixas da Marginal para uso permanente de ciclistas.
A ideia foi sujeita a votação no último orçamento participativo da Câmara de Oeiras por um grupo de cidadãos e venceu destacada, mas a autarquia retirou a proposta.
“A aceitação [da proposta para votação] foi um erro técnico”, argumenta Madalena Castro, já que a sua execução está fora da alçada do Município, por a Marginal ser propriedade da empresa pública Estradas de Portugal, que também gere a via, uma opinião que já havia sido avançada anteriormente pelo vice-presidente da autarquia, Carlos Morgado, também em entrevista ao Pedais.pt
“A questão deve ser colocada à Estradas de Portugal” e não à autarquia, acrescenta a vereadora, que, tal como o presidente da Câmara, Paulo Vistas, foi eleita pelo movimento independente Isaltino – Oeiras Mais à Frente.
A criação de uma faixa destinada à circulação de bicicletas nos 5,8 quilómetros da Marginal situados em Oeiras obteve 2308 votos no Orçamento Participativo de 2014, enquanto a segunda candidatura – “Aquisição de uma Viatura para transporte de doentes não urgentes” – conseguiu 887 votos.
O projeto está orçado em 286 mil euros e prevê que a via destinada a ciclistas tenha uma largura de 2,4 metros., de acordo com os seus defensores.
Madalena Castro começou por afirmar que não conhecia “nenhum projeto de criação de um ciclovia na Marginal”, mas ao longo da entrevista ao Pedais.pt acabou a referir por várias vezes a proposta, nomeadamente para afirmar que os custos da obra não seriam suportáveis pelas verbas destinadas ao Orçamento Participativo, que dispõe de uma verba anual de um milhão de euros.
Acresce ainda que, na opinião de Madalena Castro, a Marginal prolonga-se também pelos concelhos de Lisboa e Cascais, pelo que qualquer intervenção do género da que é proposta tem que envolver os municípios dos três concelhos e a empresa proprietária da via.
O “sonho” da ciclovia na Marginal não é, contudo, completamente irrealizável, como acabaria por reconhecer a autarca ao afirmar que se a Estradas de Portugal decidisse avançar com uma proposta “fundamentada” e “apresentasse estudos” que justificassem o projeto, “a Câmara não se oporia”.
A “utopia” da questão está no facto de “ser só a Câmara de Oeiras” a ser confrontada com a proposta, sublinhou, embora em Cascais o assunto também já tenha sido abordado.
E não porque no concelho não tenha havido líderes autárquicos a “sonhar” com projetos que acabaram por se realizar.
Um desses “sonhos”, contou a vereadora, teve-o “há mais de 20 anos” o anterior líder da autarquia, Isaltino Morais, ao achar possível vir a construir um passeio que permitisse percorrer a pé toda a frente riberinha do concelho, o que, realça Madalena Castro, está prestes a concretizar-se.
Praticante de ciclismo aos fins-de-semana e adepta confessa do uso da bicicleta “em segurança”, como salientou por várias vezes na conversa com o Pedais.pt, a eleita, com 59 anos, que ocupa o terceiro lugar na hierarquia da Câmara de Oeiras, defende com veemência, e aí também na condição de utilizadora da bicicleta, que uma das quatro vias da Marginal seja dedicada, durante algumas horas por dia, aos fins-de-semana, à circulação de ciclistas e peões.
“Para isto não é preciso muito dinheiro. Basta colocar uns pinocos de plástico a fazer a separação”, adiantou, revelando que a questão não depende da sua tutela mas do vereador do Desporto, com quem já disse ter falado sobre a ideia.
Quanto às críticas que os defensores da ciclovia na Marginal fazem à autarquia de não criar condições alternativas ao automóvel para as deslocações no concelho, Madalena Castro recorda a recente inauguração de um troço para peões e ciclistas entre Algés e a Ribeira do Jamor, com 950 metros de extensão, e o concurso que vai ser lançado para “requalificar” a pista de betão que já existe a partir daquele curso de água, na Cruz Quebrada, até à Curva do Mónaco, e o prolongamento desta via para ciclistas e peões até à Baía dos Golfinhos.
No total, a nova obra vai ter uma extensão de 1987 metros, que irão levar piso novo sobre a pista de betão já existente. O concurso público aprovado recentemente pela Câmara tem o valor-base de quatro milhões de euros, que a veradora espera vir a baixar, “atendendo à experiência recente” de outros concursos de obras.
Outro projeto da agenda do Município, acrescentou, é a criação de percursos para ciclistas e peões nas margens das sete ribeiras que atravessam o concelho para desaguar no mar, ligando assim grande parte do território de Oeiras à frente ribeirinha e ao passeio marítimo já existente.

M.M.

Conheçam a Specialized Venge S-Works 2015 de Peter Sagan.

Esta é a máquina que Peter Sagan vai utilizar em 2015.
Impressionante o espigão de 14cm.




M.M.

Mercado de bicicleta cresce no Brasil e oferece boas oportunidades de negócios.



A moda de andar de bicicleta se amplia no país e deve render bons negócios neste ano de 2013. A disputa de espaço entre carros e bicicletas nas grandes cidades abre oportunidades de bons negócios para pequenos empresários. Lojas especializadas oferecem peças, acessórios e consertos para bicicletas.

Com investimento de R$ 250 mil em reforma do espaço e compra de estoque, o empresário Roberto David montou uma loja de bicicletas em 2010. De lá para cá, o negócio vem crescendo 40% ao ano. “A agilidade da bicicleta, eu posso pedalar em qualquer horário, tem grupos à noite, tem grupos de dia, tem grupos viajando de final de semana, para Santos, para diversos lugares, então esse cenário mostra pra gente, projeta um crescimento muito bom e sólido, né?”, diz o empresário Roberto David.
 
A loja só trabalha com modelos importados e sofisticados. Há bicicletas com suspensão hidráulica, freio a disco e quadro de fibra de carbono. Com pneus que têm um dedo de largura, elas são projetadas para cortar o ar e ganhar velocidade, alcançando mais de 70 quilômetros por hora.

O serviço de manutenção é essencial para o negócio. Na loja de David, por exemplo, a área representa 6% do faturamento, mas atrai e mantem clientes.

“Há muita poluição, muita sujeira na rua, às vezes chuva, então tem que estar com ela sempre ajustada né?”, diz o cliente Ricardo Corrêa.

Focada em clientes das classes A e B, a empresa criou o serviço bike fit, que faz adaptações das bicicletas para os clientes. Para pessoas que tem problemas de coluna, como hérnia, é preciso que a bicicleta tenha o tamanho certo para não prejudicar a coluna. Com 500 clientes cadastrados, a empresa fatura R$ 80 mil por mês. A localização da loja, perto do parque Villa-Lobos, na zona oeste de São Paulo, também contribui para os negócios.
Alexandre Esteves, cliente da loja que pedala no parque nos fins de semana, diz gastar cerca de R$ 200 por mês com a bicicleta

Para o especialista em marketing e vendas, Richard Vinic, professor da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), a bicicleta virou uma tendência e faz parte do cenário urbano. “É um momento importante porque atende à questão que a grande cidade tem de facilitar o deslocamento das pessoas o meio de transporte. É viável, é barato”, diz Vinic.


Outra aposta de negócio são bicicletas dobráveis, leves, fáceis de serem transportadas ou as que exigem menos esforço do ciclista. Os engenheiros Alexandre Lima, Renato e Rogério Rovito levaram um ano e meio para criar e testar o produto a bicicleta elétrica que desenvolveram. Para chegar ao produto, lançado em janeiro de 2011, eles estudaram diversos modelos no exterior. A empresa tem modelos dobráveis a partir de R$ 3.100.

“A gente verificou que a bicicleta é algo que está vindo com força, mundialmente falando, Estados Unidos, Japão, países da Europa, países orientais. Então a gente imaginou, conhecendo o trânsito caótico, por que não ter um veículo elétrico aqui no Brasil?”, diz o empresário Rogério Rovito.
Os empresários investiram R$ 700 mil para montar a fábrica em que criam os modelos. A fabricação das bicicletas de alumínio é terceirizada.

A empresa já vendeu mais de 1500 bicicletas elétricas e, no ano passado, faturou R$ 1,5 milhão. As bicicletas estão à venda em 50 lojas de todo o país e têm bateria que dura 40 quilômetros – depois tem de ser recarregada na tomada. “Por exemplo, a gente percebe muito importador trazendo aquela bicicleta com aquela cara de chinesa. E o chinês é um povo de estatura mais baixa, o brasileiro é um pouco mais alto. Além disso, o brasileiro gosta desse estilo mais forte, estilo montain bike, mais forte, mais robusto”, diz Rovito.

“É uma boa solução para os grandes centros urbanos e para transporte de curtas e médias distâncias, então eu acho que isso tem tudo pra dar certo, já esta dando certo. Eu acho que o Brasil pode ser um modelo de transporte sustentável para o mundo”, diz o empresário Alexandre Lima

A bicicleta elétrica atinge até 25 quilômetros por hora e tem modelos que funcionam com pedal ou com bateria.






M.M.