domingo, 28 de abril de 2013

Rebuild kit Crank Brothers EggBeater


Mecânica Manutenção aos pedais Crank Brothers EggBeater Mecânica   Rebuild kit Crank Brothers EggBeater
Os pedais da Crank Brothers EggBeater (também conhecidos por batedeira de ovos) muito famosos pelas pela sua facilidade de desencaixe, bom comportamento com a lama e o seu baixo peso, mas com o tempo tende a ganhar folga no eixo muito por falta de manutenção. Fabricados para ter um encaixe e desencaixe fácil (4 posições) em qualquer condições, o preço varia entre os 40€ (Egg Beater 1) e os 500€ (Egg Beater 4). Muito requisitado por grandes ciclistas que olham para o peso e o desempenho.
Em relação a manutenção, não adianta apertar mais a porca do eixo, não vai evitar as folgas causadas pelo desgaste. No entanto pode ser evitada, necessitado apenas de uma ligeira manutenção e da aquisição de um rebuild kit que vem com as peças para substituir as que estão gastas, evitando assim que deite foram os pedais Egg Beater. O kit está disponivel em qualquer representante da Crank Brothers e têm um custo de 15€
Outra folga que convém estar atento é a mola, um dos maiores problemas deste tipo de encaixe é devido aos sapatos impróprios ou de gama fraca com solas baixas. Também existe um kit para substituir a mola dos Crank Brothers EggBeater.
Mais informações no site da Crank Brothers
 
Pedais Crank Brothers Egg Beater 1 336x336 Mecânica   Rebuild kit Crank Brothers EggBeater

MM

Rescaldo do Passeio BTT das comemorações da Ventosa.

Realizou-se hoje mais um passeio, desta englobado nas comemorações Romaria da Ventosa - São Vicente e Ventosa.
Compareceram no local  alguns amantes da modalidade, sendo 6 deles do Ciclobtt.
Percorreram-se  cerca de 30 Km.
O reforço foi:
Correu mais ou menos bem, não fossem as quedas.
Na parte final e quem o pretendeu, almoçou na Ventosa.

MM por Alvaro B.

Sram com 11 velocidades, e travões hidráulicos.

NOVO SRAM RED, FORCE e S700
Confirmação de todos os rumores já surgiu…
 
Finalmente todos os rumores que circulavam incessantemente pelo ciberespaço há já alguns meses foram confirmados hoje, a Sram apresentou finalmente os seus grupos de 11 velocidades, continuando as mudanças a realizarem-se mecanicamente, mas agora com possibilidade de ter travões hidráulicos, tanto de aro como de disco.

A Sram disponibilizou 11 velocidades e todas as opções de travagem no Sram RED, portanto podemos escolher um grupo totalmente mecânico, que a Sram afirma ser o mais leve dos topo de gama para estrada, com um peso anunciado de 1,747g (Dados da Sram), podemos escolher o mesmo grupo mas com travões de aro hidráulicos, e com as mesmas manetes adquirirmos o conjunto com travões de Disco, com diferentes tamanhos para os discos, sendo que a Sram disponibilizará 160mm para estrada e 140mm para ciclocrosse. O design do grupo continuará semelhante ao do RED lançado em 2012, e existem já pedaleiros com medidores de potência da Quarq, estão disponíveis também várias opções de cassetes e desviadores, sendo que o da frente já tem a possibilidade de incluir um "chain catcher", desde o problema com a corrente de Andy Schleck no Tour, a Sram nunca mais facilitou!


O Sram Force também se vê renovado, com 11 velocidades mas apenas em versão com travões mecânicos, basicamente é um RED mecânico com materiais mais pesados e acima de tudo mais acessíveis.
Nenhum dos componentes dos grupos citados atrás terá compatibilidade com os grupos de 10 velocidades atuais, excetuando os travões mecânicos!

Contudo a Sram pensou em quem já tem sistemas da marca mas com 10 velocidades, e aqui a nosso ver esteve muito bem, lançou nas suas S-series (Que basicamente são componentes não pertencentes a um grupo especifico) o S 700, umas manetes para usar com travões hidráulicos, mas de apenas 10 velocidades, aptas a trabalhar com qualquer grupo de 10 velocidades da Sram, bem como respetivos travões de aro e de disco. Assim se compraram um RED de 10 velocidades recentemente, ou até um Force, um Rival, ou Apex, e quiserem fazer up grade para este novo tipo de travões, só tem de despender dinheiro para adquirir as manetes e os travões! Não é normal uma marca lançar up grades para o material antigo, muito menos quando tem um novo para vender, ficamos agradavelmente surpresos!
MM

Mavic lança três modelos de aro 29.

Vejam as novas rodas da Mavic para MTB 29.

Após quase duas temporadas tendo apenas uma opção de roda aro 29, a Mavic resolveu aumentar seu portefólio, lançando três novos modelos de aro 29: a Crossride 29, Crossmax ST 29 e a top de gama Crossmax SLR 29.
A mais barata delas é a Crossride 29, que pesa 2.020 gramas. O preço é muito atraente. Isso vai facilitar bastante a vida ao pessoal que quer testar estas rodas sem gastar tanto.

Uma mudança estrutural que todas as rodas tiveram foi na montagem dos raios, que deixaram as rodas mais rígidas e rápidas. Diminuindo a inércia de aceleração delas. Todas estão com raios de 19mm.

A roda intermediária já veio com um bom custo-benefício para quem quer uma roda um pouco mais competitiva, mas não quer vender a bike para comprar as rodas.
A Crossmax ST 29. Está a pesar1.729 gramas (300 gramas a menos do que a Crossride). De acordo com a Mavic ela possui uma excelente relação peso-rigidez. Sendo a melhor opção para quem não quer gastar um absurdo e quer ter uma roda rígida, leve e resistente.
A top de gama é claro a Crossmax SLR 29, esta é a roda de alumínio mais leve das 3, pesando 1.620g (100g a menos do que a Crossmax ST). Por ser extremamente leve, mas não ter tanta resistência quanto o modelo ST. será melhor que seja utilizada em situações de prova.

MM

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Cape Epic 2013: A melhor prova de BTT do Mundo.

Cape Epic 2013 Cape Epic 2013: A melhor prova de BTT do Mundo.
 Decorreu de 17 a 24 de Março de 2013, a Cape Epic 2013 é considerada a melhor prova do Mundo, a mais difícil a nível físico e psicológico. Foram 800 km de percurso com 15 km de acumulado, onde participaram 1200 ciclistas nas oito provas, a primeira foi um prólogo de contra - relógio.
 Este ano comemorou-se a 10º edição.
Uma prova muito conhecida, com os percursos a variarem de ano para ano mas a dificuldade é sempre a mesma ou pior. Conta com uma grande estrutura logística, com toda a sua estrutura, mecânicos, alimentação, alojamento… recomenda-se a qualquer amante de BTT.
Este ano Burry Stander devido a um acidente fatal enquanto treinava não faz equipa com Christoph Sauser mas sim o Jaroslav Kulhavy . A prova contou com mais nomes sonantes: Nino Schuter/Florian Vogel, Rudi Van Houts/José Herminda,  Manuel Fumic/Marco Aurélio Fontanta.
Fica aqui o video da apresentação deste ano:
MM

Absa Cape Epic 2013 – Mais um acidente com um animal.

Absa Cape Epic 2013 Absa Cape Epic 2013   Mais um acidente com um animal
Desta vez foi a vez de Robert Mennen que chocou ao que parece com um pequeno veado na ultima prova de Absa Cape Epic deste ano. Outro acidente do género foi quando Evan Van Der Spuy da equipa Team Jeep South Africa foi abalroado por um antílope durante uma maratona em Albert Falls Dam. Robert Mennen da equipa Topeak Ergon foi jogado completamente no chão a grande velocidade ao ponto de partir o avanço, a cena do pequeno veado a passar é muito rápida por isso convém estar atento aos 8 seg. do filme. O acidente aconteceu na 1 etapa da Absa Cape Epic em Citrustal, depois do acidente vê-se Robert transportar a sua bicicleta a pé até a meta a fim de arranjar a sua bicicleta. Mais uma vez graças a mini camera GoPro 3 podemos ver cenas inesperadas destas grandes provas.
Absa Cape Epic 2013 2 473x336 Absa Cape Epic 2013   Mais um acidente com um animal

MM

Novo código de estrada para velocípedes.

Foi aprovado na Assembleia da Republica as alterações ao código da estrada, aproximamos cada vez mais dos países escandinavos em relação a proteção dos ciclistas na estrada. Estas alterações entram em vigor apos 90 dias, vejam o que alterou:
Artigo 18.º –  Distância entre veículos
1 – (…)
2 – (…)
3 – Fora das localidades ou circulando a velocidade superior a 30km/hora, no caso do outro veículo ser um velocípede, a distância lateral mínima que um condutor de veículo com motor deve manter durante a marcha é de 1,5 metro.
4 – (actual número 3)
Artigo 25.º Velocidade moderada
1- (…)
a) À aproximação de passagens assinaladas na faixa de rodagem para a travessia de peões ou de velocípedes;
Artigo 38.º Realização da manobra
a) (…)
b) (…)
c) (…)
d) (…)
e) Na ultrapassagem de velocípedes ou à passagem de peões que circulem pela ou se encontrem na berma, se conduzir veículo a motor, deve guardar a distância lateral mínima de 1,5 metros, atravessando o eixo da faixa de rodagem ou a linha descontinua ou mista à sua esquerda com as rodas da esquerda, e abrandar especialmente a velocidade. 
Artigo 49.º
Proibição de paragem ou estacionamento
b) (…)
c) (…)
d) (…)
e) (…)
f) Nas ciclovias, nos ilhéus direccionais, nas placas centrais das rotundas, nos passeios e demais locais destinados ao trânsito de peões;
Artigo 78.º Pistas especiais
1- (…)
2- (…)
3- Nas ciclovias é proibido o trânsito daqueles que tiverem mais de duas rodas não dispostas em linha ou que atrelarem reboque, excepto se este não exceder a largura de um metro.
4- (…)
5- (…)
6- Quando existam ciclovias os velocípedes devem circular preferencialmente pelas mesmas.
7- Ao aproximar-se de velocípedes os condutores de veículos automóveis agirão com a máxima prudência e sem nunca os colocar em perigo, redobrando a atenção no caso de crianças ou idosos ciclistas.
8- Ao aproximar-se de uma passagem de velocípedes assinalada, em que a circulação de veículos está regulada por sinalização luminosa, o condutor, mesmo que a sinalização lhe permita avançar, deve deixar passar os velocípedes que já tenham iniciado a travessia da faixa de rodagem.
9- Ao aproximar-se de uma passagem de velocípedes, junto da qual a circulação de veículos não está regulada nem por sinalização luminosa nem por agente, o condutor deve reduzir a velocidade e, se necessário, parar para deixar passar os velocípedes que já tenham iniciado a travessia da faixa de rodagem. 10- Os condutores de um veículo automóvel ou de um motociclo não podem ocupar uma passagem para ciclistas se o bloqueamento da circulação é tal que os obriga a imobilizarem-se sobre a dita passagem.
11- (actual número 6)
Artigo 90.º Regras de condução
1-(…)
2- Quem infringir o disposto no número anterior é sancionado com coima de € 60 a € 300, salvo se se tratar de condutor de velocípede, caso em que a coima é de € 30 a € 150.
3- Os condutores de velocípedes devem transitar o mais próximo possível das bermas ou passeios, excepto se tal colocar a sua segurança em perigo ou se se prepararem para mudar de direcção à esquerda.
4- Os velocípedes podem circular a par fora das ciclovias, desde que tal não cause perigo ou embaraço ao trânsito, excepto em vias com reduzida visibilidade ou durante engarrafamentos, devendo colocar-se em fila sempre que se aproxime um veículo automóvel pela retaguarda e logo que a situação não comprometa a sua segurança. 
Artigo 113.º
Reboque de veículos de duas rodas e carro lateral
1- (…)
2- Os velocípedes podem atrelar, à retaguarda, um reboque de um eixo especialmente destinado ao transporte de passageiros e devidamente homologado.
3- Os velocípedes podem ainda ser equipados com uma cadeira especialmente concebida e homologada para o transporte de uma criança.
4- (actual no 2)
Artigo 2.º
O Governo regulamentará o uso de reboques de velocípedes destinados ao transportes de passageiros no prazo máximo de um ano a contar da entrada em vigor do presente diploma.
Artigo 3.º
1-A presente Lei entra em vigor 90 dias depois da sua publicação.
2- O n.º 2 do artigo 113.º do Código da Estrada entrará em vigor depois de devidamente regulamentado.


MM

25 de Abril - Dia da Liberdade.

Revolução dos Cravos.
Revolução dos Cravos refere-se a um período da história de Portugal resultante de um golpe de Estado militar, ocorrido a 25 de abril de 1974,

O 25 de Abril é também a forma comum de se referir à Revolução dos Cravos.
Ana M. & MM


quarta-feira, 24 de abril de 2013

Rolo de treino.

Um rolo de treino que eleva o ciclista para outro patamar, diferente, divertido e mais realista, e em tudo diferente do que já foi inventado.
Este rolo de treino kinetic permite um movimento lateral, um treino mais realista devido a constante necessidade de manter equilíbrio. Assim pode treinar não só a força como a técnica, ideal quando simula um ataque a uma subida íngreme.  Vantagens:- Um plano de treino indoor super realista
- Desenvolve força muscular para manter o equilibrio
- Permite desenvolver melhor o ataque
- Suporte para rodas de 22″ a 29″
- Simulação perfeita entre pedalar ao ar livre em comparação com pedalar dentro de casa
- Garantia vitalícia


MM

Treino no rolo, algumas dicas.

Rolo, é um artifício que se bem utilizado traz grandes benefícios na performance desportiva de ciclistas e triatletas. Primeiramente, temos que o treino em rolo possui uma fisiologia adversa do treino que é realizado ao ar livre, temos que ter em mente que com a bike parada, não temos a inércia, equilíbrio e a resistência do ar que observamos no treinamento convencional. 
                       
Muitos defendem que o treino em rolo não substitui o treino ao ar livre por uma série de motivos entre as quais os citados acima, mas vale ressaltar que muitos atletas, em especial aqueles que moram em lugares com clima rigoroso, ou que exerçam actividade profissional que não permita que treinem ao ar livre durante a semana, apresentam excelentes níveis técnicos em competição.
Devemos partir do pressuposto que o treino no rolo nunca deve substituir pelo que temos agendado para ser realizado ao ar livre; Devemos sim, optar por esse tipo de treino, quando as condições não estejam favoráveis.

Temos que ter em mente que quando realizamos o treino no rolo, temos que nos aproximar ao máximo da situação que encontramos na estrada, posição na bike, simetria entre a roda dianteira/traseira, oxigenação do lugar aonde vai realizar o treino. Tais situações podem ser melhoradas com o auxílio de um bom equipamento, apoio para roda dianteira, arejar o local para facilitar a penetração do ar, posicionar um ventilador na frente da bike.

 Lembre-se que a desidratação é maior no treino realizado no rolo, devemos nos hidratar constantemente durante a sessão em rolo, pode-se usar bebidas isotônicas ou água. O treino em rolo nunca deve ter a mesma duração do convencional (na rua), pois além de factores como a desidratação, há pouca mobilidade do equipamento que poderá ser prejudicial para articulações do joelho tornozelo. Vale ressaltar que por mais que refrigeremos o local, estaremos muito mais dispostos a entrar em super-aquecimento no indoor, e após determinado tempo, a frequência cardíaca aumenta não por causa do esforço, mas resultante de um super-aquecimento, o qual não trará nenhum tipo de beneficio na preparação física.

-Nunca substitua o treino convencional pelo rolo, se não tiver necessidade.
-Se as condições climáticas não estiverem boas para treinar na rua, espere até o limite que puder durante aquele dia, lembre-se que o treino no rolo irá tomar menos tempo, ex: um treino de 70km que duraria umas 2h20, no rolo vai ser metade do tempo, ou seja 1h10. Lembre-se que a programação segue uma lógica e se o treino tiver que ser executado no rolo, irá ser. Nunca transfira o treino de um dia para outro, achando que as condições de tempo vão melhorar.
-Procure dar melhor atenção à posição, ao RPM . O rolo é o melhor local para corrigirmos a posição na bike
-Cubra a caixa de direcção com uma toalha para não cair muito suor e diminuir sua vida útil.
-Posicione um bom ventilador na sua frente.
-Abra janelas para melhorar a ventilação.
-Tenha sempre a mão pelo menos 2 bidões de 700ml com  liquido.
-Divida a atenção com um bom som ambiente sonoro ou programa de desporto para não ficar tão monótono, ( eu uso etapas gravadas das grandes voltas)

-E com tudo isto é só dar gás aos treinos....

Rolos para que?

Rolos de todas as cores marcas e feitios com inclinações, percentagens e ate com wats e sei lá mais quê!!! Tudo isso para que?

Isto sim A BICILAVADORA novo conceito em rolos de treino e actividade domestica e com uns toquinhos de tricout
 

MM

Cadência e força no rolo.

Dicas de treino: cadência e força no rolo
Vejam estes dois vídeos bem interessantes. Um especialista da escola Koolstof Sports mostra como fazer treinos de cadencia máxima e também de força em rolo fixo
Treino de cadencia MáximaEste treino é excelente para sprinters. Ele ensina a manter um RPM (rotações por minuto) muito altas e ao mesmo tempo manter o corpo estabilizado.

De acordo com o técnico que está no vídeo, o exercício é o seguinte: Durante 1 minutos, acelere gradualmente a cadência até chegar em seu RPM máximo (cadencia máxima). Depois mantenha-se assim durante 4 minutos.
Para uma melhor estabilização da pedalada, lembre de se concentrar no alinhamentos dos joelhos e de manter o calcanhar relaxado.
OBS: Para realizar este treino, deixe uma mudança extremamente leve.



Treino de ForçaEste treino é o oposto do primeiro. O objetivo dele é desenvolver força específica nas pernas. Portanto, deve ser feito da seguinte forma: (ui este a mim custa me muito)

Coloque uma mudança bastante pesada e acelere até manter de 50 a 60 RPM e mantenha por 8 minutos, descanse 2 minutos e faça de 4 a 6 séries.

Para tirar o máximo deste exercício, segure na parte de cima do guiador e concentre a força exclusivamente nas pernas, deixando os braços 100% relaxados ou o máximo possível.
OBS: Não se esqueça de se concentrar na pedalada, mantendo sempre a pélvis estabilizada.


 
 
MM

Victorinox no mundo das bikes.

Victorinox entra em grande força no mundo das bikes


A marca Victorinox, famosa mundialmente pelos consagrados canivetes usados pelo Exército Suíço, entrou no mercado das bicicletas.

Marca suíça acaba de lançar o Swiss Army Bike Tool, com uma multiferramenta pensada especialmente para os ciclistas.

Chama-se Swiss Army Bike Tool, o canivete é feito de plástico de alto impacto, pesa 99 gramas e traz várias ferramentas, incluindo duas espátulas, e oito chaves de medidas diferentes, também tem um roquete que se conecta a uma longa chave allen que faz a vez de uma alavanca.

Como já é tradicional da marca, o design é arrojado e todas as peças vão alojadas num único volume.
O preço de lançamento é de 48 euros no mercado internacional.

É assim o seu aspeto fechado
Vejam mais no site de: victorinox
MM

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Rescaldo Estremozbike 2013.

Levantamento dos dorsais, tudo normal, sem grandes apertos.
Quem não soubesse o numero estavam afixados numa parede todos os nomes, bem como o numero.
Dentro da bolsa vinha o dorsal, um postal de Estremoz, um cheque desconto no Oculista Portas Santo Antonio no valor de 25€ muito bom.
Uns manguitos, uma T' Shirt, um lapis e uma bolsinha de mel.
Mais uma prova superada, a partida estavam cerca de 650 Bttistas.
Sendo um deles do Ciclobtt com o dorsal 239.
Quem queria podia tomar o pequeno almoço, pois perto da entrada da organização estava uma mesa com muitos produtos regionais, muito sumo e bolinhos secos.
A partida foi dada a hora marcada.
Com o seu sobe e desce, descidas vertiginosas, e depois vinham as subidas, tudo acompanhado com alguma lama; agua e muito pó.
Ainda houve algumas quedas (inclisivê a minha), mas nada de grave.
O reforço foi muito bom, havia aguas frescas, bem como muitos sumos e bebidas energeticas, muita fruta e bolinhos, tudo servido com muitos bons modos.
O dia estava um espetaculo.
Dos 30Km anunciados, percorremos 41, isto na mini maratona.
No final ainda estava mais um sorteio, quem teve sorte ainda ganhou mais alguma coisa.
Banhos das bikes no largo do Rossio, com quatro mangueiras.
Banhos nas piscinas Municipais.
Almoço não fui, mas a julgar pelas imagens que vi, (http://www.estremozbike.com/pt/a361/almoo.html)o almoço devia ser bom.
Como toda a gente sabe, Estremoz = Serra D'Ossa e faz mesmo mossa.
Estava tudo muito bom, é uma prova a repetir.
MM

domingo, 21 de abril de 2013

Você sabe como limpar uma corrente?

Uma corrente limpa trabalha de forma mais silenciosa e precisa
Manter a corrente, o cassete e as coroas limpas é um pré-requisito essencial para que todo o conjunto de transmissão funcione bem e, mais que isso, dure bem mais. Uma transmissão bem limpa e lubrificada chega a durar até 30% a mais.
Limpeza nesse caso é sinônimo de economia. Uma corrente limpa também trabalha de forma mais silenciosa e precisa.
Mas, você sabe mesmo como que se limpa e lubrifica o sistema de transmissão corretamente?
A corrente e os demais componentes da transmissão devem ficar absolutamente limpos.

Foto: www.bikeradar.com
VOCÊ VAI PRECISAR DE:
- Desengraxante (pode ser querosene, diesel ou desengraxantes cítricos);
- Pincel e/ou escova de dentes;
- Sabão em pó;
- Lubrificante para correntes de boa qualidade (Finish Line, Pedro’s ou similar importado);
- Água limpa à vontade;
- Pincel atômico (opcional).
A LAVAGEM
O primeiro passo é lavar bem todo o sistema de transmissão, que inclui além da corrente, as coroas, o cassete (as catracas) e os dois câmbios. A limpeza deve começar com a aplicação do desengraxante com um pincel por todo o sistema de transmissão.
Esfregue bem a corrente com a escova de dentes, elo por elo, cuidadosamente. Limpe também o cassete, as coroas e as roldanas do câmbio traseiro. Enxágüe com bastante água corrente e repita novamente a operação. Meticulosamente.

Foto: www.bikeradar.com
Enxágüe tudo de novo e agora prepare uma solução de sabão em pó com água em um balde. Um punhado de sabão com uns dois litros d’água é o bastante.
Aplique esta solução com o pincel por todo o sistema. Com a escova de dentes esfregue elo por elo da corrente. Capriche no cassete e nas roldanas do câmbio traseiro. Espere o sabão agir por uns 10 minutos e enxágüe tudo novamente.

Foto: www.bikeradar.com
Segure em dois pontos da corrente – distante uns 15 cm um do outro – e torça-a levemente com os dedos. A corrente estará absolutamente limpa quando você não sentir nenhum atrito de sujeira entre as partes da corrente. A sensação deve ser a de “metal esfregando contra metal”, só assim a corrente estará bem limpinha e pronta para receber a lubrificação final.
Dica: existem ferramentas especiais para a limpeza de corrente que evitam sujeira. O modelo Ice Toolz (foto) custa pouco mais de R$ 30 e é bastante prático.
Deixe a bike secar naturalmente ao sol (cuidado para não deixar muito tempo exposta, especialmente se o quadro for de fibra de carbono) ou use ar comprimido diretamente na transmissão para acelerar a secagem.
Depois de completamente seca, é a hora da lubrificação. Que também tem seus segredinhos. Um corrente é formada pela placa exterior, placa interior, rebite (ou pino) e pela anilha, que é um anel que trabalha solto envolvendo o pino.
Quando lubrificamos a corrente queremos na realidade que a película de óleo lubrifique as partes metálicas que atritam entre si. A anilha, além de atritar em seu interior com o pino, atrita em sua parte exterior (o lado de fora da anilha) com os dentes das engrenagens (coroas e cassete).
O segredo está em lubrificarmos da forma mais eficiente possível as partes que entram em contato metal-metal.
LUBRIFICAÇÃO
É recomendado o uso de óleo especial para correntes de bicicletas. Há várias marcas importadas no mercado (Pedros, Rock “N” Roll etc..), entretanto, no Brasil a marca mais comum é a norte-americana Finish Line.
O problema em usar óleo do tipo doméstico “Singer” é que ele não adere bem à corrente e escorre na primeira pedalada. Só fica a sujeira, e que sujeira. A vantagem dos lubrificantes especiais para correntes de bicicleta é a limpeza, a boa aderência à corrente e a viscosidade correta para este uso específico.
PASSO A PASSO DA LUBRIFICAÇÃO:
1- Coloque na coroa menor, ou coroa do meio nas mountain bikes, e em alguma marcha intermediária no cassete.
2- Com o pincel atômico, pinte a lateral de um dos elos da corrente para servir de marcação.
3- Comece a lubrificação pelo elo marcado. DICA: Comece a lubrificar pela parte inferior da corrente, a que está mais próxima ao chão. Isto é importante para que a película de óleo escorra para “dentro” da corrente. Vá girando o pedal e lubrificando parte por parte da corrente.
4- Uma mínima quantidade de óleo deve ser aplicado, elo por elo. Na medida do possível, deixe cair apenas 1/3 de uma gota. A embalagem dos lubrificantes importados, como o Finish Line, facilitam essa operação. Isso é importante para manter a corrente sempre limpa. Quanto mais óleo, mais sujeira será atraída para grudar na transmissão.

Foto: www.bikeradar.com
5- A aplicação do óleo deve ser feita no sentido transversal à corrente, ou seja, a película de óleo deve se instalar entre as placas externas e internas e escorrer para dentro da anilha. Faça com que o óleo entre pelas frestas marcadas na foto ao lado.
DICA: Após lubrificar cada setor segure em dois pontos da corrente e torça-a levemente, várias vezes. Esse movimento vai permitir que o óleo escorra para dentro das anilhas.
6- Terminada a lubrificação da corrente, deite a bike e lubrifique também a parte interna das roldanas do câmbio traseiro. Aplique o óleo nas frestas do eixo das roldanas, que ele vai escorrer para dentro e lubrificar as esferas.
7- Lubrifique também todos os pontos que têm movimento no câmbio dianteiro e traseiro como eixos e pivôs. Se preferir, use outro óleo mais barato. Até mesmo o Singer vai bem nesse caso.
MANUTENÇÃO PERIÓDICA
Com a corrente bem limpa e lubrificada, você vai notar uma película úmida de óleo sobre a corrente. Quando essa película der lugar a um brilho metálico, é sinal que está na hora de nova aplicação de óleo.
Sempre que voltar de uma pedalada examine o estado da corrente. Se os elos se apresentarem secos e com brilho metálico, é sinal que ela precisa de uma nova aplicação de lubrificante. Limpe a corrente com um pano seco e aplique o lubrificante, como descrito nos passos 3 a 6. As roldanas e os pivôs de câmbio levam mais tempo para perder a lubrificação.
A periodicidade da reaplicação do óleo vai depender muito das condições do piso onde você rodou. Use o bom senso e verifique de perto a condição da corrente. Estradas de terra com lama “lavam” a lubrificação logo nos primeiro metros. Já uma bike de ciclismo que roda em uma estrada de asfalto seca terá maior durabilidade da lubrificação.
Quando você notar que o pano seco não é o suficiente para remover a sujeira e deixar a corrente limpa, é hora de “trocar o óleo da corrente”, ou seja: fazer toda a limpeza completa descrita acima, com querosene, sabão em pó etc… Novamente, é o estado da corrente que vai determinar o momento exato de se fazer a nova limpeza completa. O período vai variar. Quem roda em asfalto limpo é uma coisa, quem roda na lama com uma mountain bike é outra. Use o bom senso.
DICA: Em pedaladas longas (80 km de estrada ou 50 km de mountain bike) leve sempre com você uma embalagem com óleo. Se notar que a corrente começou a fazer barulho e o brilho metálico reapareceu é sinal que é hora de parar e replicar o lubrificante.
Uma embalagem pequena de “Novalgina” (15 ml) é uma excelente embalagem para levar o óleo em uma pedalada.
Alguns atletas de mountain bike costumam improvisar uma seringa hipodérmica como aplicador de óleo, que pode ser acionada com a bike em movimento, para disputar provas longas como a Volta a SC em MTB, Cerapió e outras.
LUBRIFICANTES
O lubrificante nacional Pró Bike não deixa nada a dever em relação aos importados. com um preço até 35% inferior, ele é o primeiro lubrificante do País a usar silicone importado em sua fórmula.
Seus aditivos garantem excelente duração, maior que a dos similares importados. Serve tanto para clima seco quanto chuvoso.
A famosa Finish Line fabrica três diferentes tipos de lubrificantes que têm aplicações distintas:
Cross Country
Mais usado no mountain bike. Este óleo sintético suporta bem terrenos molhados e lama. Tem aditivos anti-desgaste e anti-fricção. Dura mais na corrente por ser mais viscoso.
Teflon Plus
À base de teflon, ele é mais seco que o cross country, por isso é o preferido por ciclistas de speed e mountain bikes que rodam majoritariamente no asfalto. É mais limpo que o Cross Country.
Kry Tech
Feito à base de um produto da Du Pont chamado Krytox, que é um filme lubrificante à base de parafina. Mantém a corrente limpa por mais tempo e reduz os ruídos, mas dura bem menos na corrente pois é muito fino e volátil.
Ana M.

BTT 4 Estações - Palmela.

É a primeira prova do calendário “BTT 4 Estações” e terá lugar no Concelho de Palmela. A primavera é a sua estação do ano. Para quem gosta de BTT, este é um percurso de grande beleza, que junta a serra e o mar. A morfologia e topografia da Serra da Arrábida obrigam a subidas desafiantes e descidas extasiantes. Esta prova conta com três percursos, 22 km, 45 km e 60 km. Para além da vontade de participar, gostaríamos que os bikers levassem família e amigos. 

Local Palmela

By Freebike.

Ana M

6º Passeio Primavera 2013.

6º Passeio Primavera 2013


Concentração e partida Piscinas Municipais de Évora - 8h
Partida 9H 

40 km passeio livre
20 km passeio guiado
10km caminhada

6 Bikes só o passeio
15 bikes com almoço
10 bikes p/acompanhantes
Seguro
Abastecimento
Banhos
Almoço
Prémio para os 3 melhores tempos

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 NIB: 0061.0050.0055.3158.5005.2
Comprovativo: bttmalagueira@sapo.pt 

Agradecemos a confirmação de inscrições efetuando o respetivo pagamento até 5ª Feira dia  16 Maio. Após essa data iremos encerrar o formulário de inscrição.

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Gráfico ilustrativo do acumulado subida do passeio livre: aprox 644mt  39,7kms totais.
Ana M

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Associação Mobilidade Urbana em Bicicleta.

Dê voz à sua bicicleta na proposta de alteração do código da estrada.

Dê voz à sua bicicleta e a melhores condições de utilização da sua bicicleta na cidade.
A MUBI – associação pela mobilidade urbana de bicicleta está a levar a cabo uma acção de sensibilização de serem corrigidos alguns aspectos da proposta apresentada para a revisão do código da estrada,
apesar de alguns aspectos positivos, a proposta anunciada sofre de erros e lacunas muito graves“.

Apelamos a uma leitura cuidada da proposta de revisão do código da estrada e ao envio de um email aos deputados da Assembleia da República no sentido de alertar para os erros detectados na proposta.
Na página da MUBI, pode fazê-lo de forma simples, clique aqui.
Ana M.

Rock Shox para 27,5.

A Rock Shox, uma das mais famosas marcas de suspensão para MTB
 anunciou dois modelos de suspensão para bikes aro 27,5 (650b) a Sid e a Reba.
De acordo com a empresa: "ela é simplesmente mas mais alta que a 26". O garfo é um pouco mais comprido e possui uma coroa mais alta, aumentando o espaço para os pneus.

Ambas virão com opções de curso de 100 ou 100mm e nas subdivisões RL, RLT, XX e RC3

RL e RLT – São o modelo básico. A RLT possui um ajuste de nível de absorção de impacto quando a suspensão está travada. A RL é 100% travada, sem nenhuma absorção.
  • XX – Possui as mesmas características da RL só que com travamento remoto hidráulico
  • RC3 – Possui as mesmas características da XX, porém com três regulagens disponíveis, "Open"(totalmente solta) "Pedal and Locked" (Travada mas nem tanto) e "pedal" (Totalmente travada)
O peso da Sid RC3, de acordo com a empresa é de 1630g, enquanto o modelo mais simples da Reba, o RL pesa somente 1560g… A Sid é um pouco mais pesada, mas é considerada melhor.

Elas começaram a ser distribuídas em Dezembro.


Ana M.

Dia da Bicicleta.

Viver é como andar de bicicleta: É preciso estar em constante movimento para manter o equilíbrio.
A vida é igual andar de bicicleta. Pra manter o equilíbrio é preciso se manter em movimento.

Liberdade é como saborear um passeio de bicicleta sem precisar apostar corrida com ninguém. Apenas pedalar. No nosso ritmo.
Bom dia das BIKES e boas pedaladas.
Ana M.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

1º Passeio de BTT 19 Maio 2013, em Santo Aleixo.

1º Passeio de BTT organizado pela Associação Santo Aleixo Jovem, no dia 19 de Maio, com 2 percursos para possibilitar a participação de um maior nº de elementos.
Preços para sócios (quotas em dia) e não sócios, onde incluí: reforço alimentar, almoço, seguro e duche. Uso obrigatório de capacete.
Inscrições até dia 12 de Maio para santoaleixojovem@gmail.com;
966206803; 927459051; 964889962.
Concentração às 8:30h junto à futura sede da SAJ, na rua das Piçarras
Ana M

PASSEIO BTT VIMIEIRO - 01 MAIO 2013

MM

9º PASSEIO CICLOTURISMO DO NUCLEO SPORTINGUISTA DE ELVAS - 19 MAIO 2013

MM

9º PASSEIO CICLOTURISMO ARPIC - CRATO 26 MAIO 2013

MM

MARATONA DE BTT VILA VIÇOSA - 07 JUNHO 2013

MM

MARATONA ELVAS - 16 JUN. 2013

MM

XXº PASSEIO CICLOTURISMO DE GAFETE - 23 JUNHO 2013

MM


quarta-feira, 17 de abril de 2013

Beach Races.

Corridas na praia atraem atletas de mtd e do ciclismo no inverno europeu, com destaques para estrelas do pelotão pro tour.
As beach races, corridas de bike na praia, estão cada vez mais populares na Europa. A marca Koga, inclusive, desenvolveu um protótipo para atender aos fãs da novidade que integram a equipa de mountain bike Mitsubishi.

As provas, principalmente na Holanda, têm atraído bikers do mountain bike e do ciclismo, com destaque para estrelas do pelotão pro tour. As corridas são geralmente no Inverno, quando a praia está vazia.
MM

SRAM com os novos grupos Red 22 e Force 22.


Os novos grupos de 11 velocidades SRAM Red 22 e Force 22 já foram apresentados e devem estar a chegar ao mercado.

Além das 22 mudanças, a novidade fica por conta dos travões hidráulicos apresentados em duas versões:

Uma com ferraduras que atuam diretamente no aro e outra a disco. Aliás, poderão ser instalados em bikes que possuem o grupo S-700 de 10 velocidades.

A marca revelou inclusive todos os pesos dos componentes. Um grupo Red 22 vai pesar 1.747g contra 1.885g do Campagnolo Super Record e 2,016g do Shimano Dura-Ace 7900.

O preço, ficamos a aguardar!
MM

3 modelos novos da famosa suspensão Lefty para 2013.

Aqui vai uma novidade para os amantes da Cannondale, esta anunciou três novos modelos para sua famosa suspensão Lefty para 2013, e são a PBR, XLR e Carbon XLR.

A Lefty é uma suspensão que chama bastante atenção, só pelo fato de deixar um dos lados da roda da frente livre, muda bastante o que estamos habituados a ver nas outra bikes, além se ser uma suspensão bastante leve e rígida.

Os novos modelos funcionam da mesma forma, a diferença entre eles que é o PBR possui o travamento da suspensão na cabeça do garfo e a XLR possui um travamento hidráulico remoto no guiador.

Todas vêem com três opções de curso para aro 26 são 130mm, 120mm e 100mm – e duas para as 29ers – 100mm e 90mm.

A novas suspensões Lefty não possuem mais aquela parte de borracha na parte inferior do garfo. Isso porque o formato do braço da suspensão que antes era quadrado (impossível de selar), agora é redondo e foi revestido em teflon para melhorar a selagem da suspensão.

O coração desta nova suspensão é um sistema híbrido de rolamento de agulhas, que de acordo com a Cannondale permitiu que a mudança para o braço arredondado, e manteve a rigidez da suspensão.

Com este novo sistema de selamento, a suspensão deve durar bem mais e precisar de menos manutenção, já que as mesmas tinham que ser muito constantes e frequentes.



Ana M.