segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Americano põe vela em bicicleta para aproveitar ventos de furacão.

Cena foi fotografada no domingo em Nova York.
Daniel Collins-Wildman tentou impulsionar sua bicicleta.
O americano Daniel Collins-Wildman colocou uma vela em sua bicicleta para aproveitar os ventos do furacão Irene, que provocou estragos nos EUA. 


MM

domingo, 27 de janeiro de 2013

Rodas 26, 29 ou 27,5?


Pois é ainda as rodas 29 estão a tentar afirmar-se em relação as 26 e já vem ai as 27,5 para ajudar á confusão.

Na feira que se realiza agora em Taiwan, que antecipa o que acontecerá no mercado internacional em 2013 e 2014, as  bikes equipadas com rodas de 27.5 polegadas estão em grande destaque e mais que isso parece que contam com o apoio de fornecedores como, DT Swiss, WTB, Hutchinson, Manitou, Sun Ringle, American Classic, Fox, Magura, Rock Shox, Kenda, Maxxis, Schwalbe e Continental entre outros.

Se entre a 26 e a 29 já estava lançada a confusão … Imagine-se agora… Durante a 1ª etapa da Taça do Mundo de MTB 2012 Nilo Schurter, o vencedor do XC, estava a bordo de uma Bike com rodas 27,5″.

Ainda existiam algumas dúvidas se, de facto, Schurter estava a usar uma bike de rodas 27.5. Até que o gerente de marketing da Scott Sports USA, Adrian Montgomery, confirmou que a bike era mesmo a 27,5.

E agora? E para todos os gostos...
MM

Barras energéticas.


Barras energéticas desta marca!!!
Phonix, não nos livramos mesmo destes de maneira nenhuma.!
Estão por todo o lado...
MM

sábado, 26 de janeiro de 2013

Coleção de bikes cor de laranja.

bicicleta de cestinha laranja
bicicleta feita de laranja
wallpaper de bicicleta laranja
bicicleta em Utrecht
Bicicleta com LEDs laranja
bicicleta laranja
bicicleta cor de laranja
bicicleta virtual
bikes de amsterdã
bike de jardim
papel de parede bicicleta

Ana M.

Curiosidades dos motores eletricos.

Eles não emitem gases tóxicos, é mais barato do que o normal e pode ser recarregada em casa. As bicicletas elétricas são uma opção ecológica e econômica para a mobilidade urbana para os consumidores. Várias instituições oferecem subsídios e incentivos fiscais para a compra. No entanto, a sua utilidade dependerá dos avanços tecnológicos e apoio institucional maior.
moto electrica yamaha ec f ec fs Motos elétricas, ecológico e barato
Os scooters elétricos são mais ecológicos do que os modelos convencionais. Por não usar gasolina não emitem poluentes como o dióxido de carbono (CO2), monóxido de carbono (CO), óxidos de azoto (NOx) e partículas PM10 assunto. Atualmente, grande parte da poluição que os cidadãos sofrem com o tráfego rodoviário.
No entanto, parte da produção de electricidade que existem actualmente é hoje baseada em combustíveis fósseis. Para todo o ciclo de sua saia limpo, deve promover a utilização de energias renováveis. Outro “verde” a seu favor é a sua poluição sonora zero: eles são tão tranquila como uma bicicleta.
O fator econômico também joga a seu favor. Embora sejam um pouco mais caro que o convencional, o investimento inicial é amortizado em nenhum momento. Seu custo anual é várias vezes menor do que o modelo de combustão semelhantes. Seu nome de usuário irá pagar dez vezes menos eletricidade do que para o combustível, e esquecer postos de gasolina, e pode ser recarregada na garagem. Os benefícios fiscais e doações de várias instituições públicas contribuem para reduzir os preços.
Os motores elétricos são mais simples, com menor risco de avarias, e custo de manutenção é menor. mudanças regular dos filtros de óleo e bicicletas elétricas desaparecem.
A duração da bateria melhorou nos últimos anos, e espera-se que os avanços tecnológicos estão aumentando. Atualmente, existem baterias com capacidade de até 100 quilômetros sem passar pela ignição. Em um automóvel é um grande desafio, mas não em uma moto: uma viagem de moto por áreas urbanas é de cerca de 27 quilômetros por dia. A moto pode ser carregada durante a noite e tê-lo pronto no dia seguinte. Além disso, alguns modelos têm mercado crescente bateria extraíbles.El oferece modelos com todos os tipos de benefícios e preços. Como no resto dos produtos devem ser comparados, para estudar os detalhes de cada um escolher o que melhor se adapte às circunstâncias de cada um.
As bicicletas elétricas que passou vários anos em estado de testes e uso real no mundo inteiro eo resultado é garantido. Os fabricantes oferecem as mesmas garantias no momento da compra e concessionários que vendem eles têm técnicos qualificados para a reparação e revisão geral.
O recarregamento é um dos pontos-chave destes veículos. A rede pública ainda é limitado, mas espera-se uma maior implantação nos próximos anos. Enquanto isso, a melhor opção é instalar um ponto de abastecimento individual em seu próprio carro.
carga total da moto leva várias horas, dependendo do tipo de bateria e sistema utilizado. O poder de motos elétricas ultrapassa o de um condicionador de ar ou forno para cozinhar. Por isso, normalmente não precisa alterar a capacidade contratada numa caixa normal privado. Além disso, a recarga é feita geralmente à noite, de modo que a outros aparelhos domésticos, não são utilizados.
A manutenção de uma moto elétrica é menor que um convencional, mas requer alguma atenção. Assim como as outras motos, o usuário deve manter o estado das rodas, sistema de freios e eletrônica.
A duração da bateria é geralmente em torno de 80 mil quilômetros. Naturalmente, uma vez que eles não são mais válidos, é preciso levá-los a traficantes para reciclagem de forma adequada, eles podem ser altamente poluente.
Ana M

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

2º Passeio Btt de Vila Boim - 7 Abril de 2013. - NOVA DATA

Nota: - Serão percorridos 40 Km mais coisa menos coisa.
MM

Estremozbike 2013 - 21 Abril 2013.

EstremozBIKE, a mais dura maratona do Alentejo está de volta!!!
Organização
: Associação BTTMOZ-SDT, Associação Rota d’Ossa, Municipio de Estremoz

Data: 21 de Abril de 2013

Local do evento: Estremoz

Percursos/Características:• Circuito Rodas e Rodinhas (Menores de 12 anos)
• MINI MARATONA 30Km – Dificuldade baixa, Altimetria aprox. 500m D+
• MEIA MARATONA 55Km – Dificuldade média, Altimetria aprox. 1250m D+
• MARATONA 90Km – Dificuldade alta, Altimetria aprox. 2300m D+

Concentração: Rossio Marquês de Pombal (centro de cidade)

Programa:· 07:00h: Abertura do Secretariado
· 08:00h: Abertura Controlo 0 (Zero)
· 08:45h: Fecho do Secretariado / Fecho Controlo 0 (Zero)
· 09:00h: Partida dos 3 Percursos
· 09:15h: Início de atividades paralelas
· 10:15h: Previsão de chegada do primeiro atleta da mini maratona
· 11:30h: Previsão de chegada do primeiro atleta da meia maratona
· 12:30h: Abertura de espaço de almoço
· 13:00h: Previsão de chegada do primeiro atleta da maratona
· 16:30h: Previsão de chegada do último atleta

Valores da Inscrição:

- Sem opção de Jersey decorrerão de 21 de Janeiro e terminarão a 14 de Abril com os valores:
Inscrição sem Almoço e sem jersey - 10 Raios
Inscrição com Almoço e sem jersey - 22 Raios

- Com opção de Jersey decorrerão de 21 de Janeiro e terminarão a 7 de Abril com os valores:
Inscrição sem Almoço e com jersey – 23 Raios
Inscrição com Almoço e com jersey – 35 Raios

- No valor da inscrição estará incluído:
- Frontal;
- Abastecimentos, sólidos e líquidos;
- Local para banhos;
- Lavagem de bicicletas;
- Brinde alusivo ao evento;
- Almoço (conforme opção);
- Jersey (conforme opção);
- Seguro de Acidentes Pessoais;
Morte ou Invalidez Permanente, 26.278,00€.
Despesas de Tratamento, 4.204,00€
Funeral, 5.000,00€.
Franquia a cargo do sinistrado (90€)

- Acompanhantes 12 Raios. (Inclui Almoço)
- Acompanhantes para almoço menores de 9 anos Grátis ("limite de 2 por inscrição" mais de 2 menores 5 Raios por menor).


Forma de pagamento: Referência Bancária

Observações: Os menores devem remeter termo de responsabilidade, cópia de bilhete de identidade/cartão/passaporte de cidadão do participante e tutor legal.

Inscrições limitadas a 1000 participantes

PARA MAIS INFORMAÇÕES visitem
o site oficial http://www.estremozbike.com

Contactos:
Email: geral@estremozbike.com
Site: www.estremozbike.com
Fd: http://www.facebook.com/estremozbike

Tel: 966 634 012

Altimetrias das maratonas (de 30Km ; 50 Km e 80 Km) disponíveis em: http://www.estremozbike.com/pt/n29/altimetrias-disponiveis--.html
MM

6º Passeio/ Maratona de Btt da Febra e da Mini. 03 Março 2013

MM

III Passeio BTT de Varche - Elvas - 24 Fevereiro 2013.

MM

Vitor Gamito.

Vitor Gamito, Ex-Ciclista Profissional

Foi um dos mais brilhantes ciclistas da sua geração, um nome incontornável do nosso ciclismo principalmente durante a década de 90, atingiu o seu ponto mais alto ao vencer a Grandíssima no ano 2000 depois de quatro segundos lugares! Esteve sempre bastante à frente do seu tempo no que ao treino diz respeito, e hoje é uma das figuras do BTT nacional, o Transportugal já faz parte do seu currículo, e faz tantas coisas ao mesmo tempo sem pensar em parar, que já deve estar para breve ser convidado para substituir o coelhinho das pilhas alcalinas...
Falamos pois claro de Vítor Gamito, o sempre disponível atleta / treinador / ex-profissional / funcionário da GN, aceitou responder a um questionariozinho da nossa parte e assim ficamos a saber um pouco de tudo, desde a glória na estrada, ao BTT, passando por todas as outras funções, recordando o passado e olhando para o futuro, destacamos sem dúvida a última resposta nesta entrevista, que para além de explicar como se pode ficar a andar muuuuiiiittooo melhor com uma simples bebida, deixa-vos a rir de certeza! Imperdível…

Nos anos de ciclista de estrada, podemos dizer sem ferir ninguém, que foi um dos melhores da sua geração, o que mais o orgulha quando olha para o seu passado na estrada?

Orgulho-me de ter sido um dos ciclistas mais regulares e completos da década de 90. Conseguia vencer provas no início da temporada, em Março, e ainda lutar pela vitória na Volta a Portugal em Agosto. Ganhava etapas de montanha, assim como contrarrelógios. Consegui amealhar também vitórias em praticamente todas as temporadas de ciclismo, de 1990 a 2003. Foram 14 anos muito bons.

Depois de ser quatro vezes vice-campeão da Volta, e já com 30 anos de idade, chegou a deixar de acreditar na sua vitória na Volta?

Nunca deixei de acreditar! Pensava sempre que, quem era capaz de fazer 2º lugar, também era capaz de vencer. Só faltava reunir todas as condições para o conseguir, não deixar nenhuma “ponta solta”.

Depois de ter vencido a nossa maior prova, esta deixou de ser um objetivo primordial para si, ou continuou afincadamente a tentar vence-la?

Continuou a ser prioridade, pois não havia nada mais importante para vencer a nível nacional.

O que mais recorda dessa Volta que venceu, e onde foi para si o ponto-chave que decidiu definitivamente a Volta a seu favor?

Para vencer uma prova de tantos dias (na altura eram 16 dias) e tão dura, não se pode ter um dia mau. Houve anos em que possivelmente estaria em melhores condições físicas para vencer a prova, mas por uma série de fatores isso não aconteceu. No ano que venci – 2000 – não comecei nas melhores condições físicas, houve inclusive um par de dias que pensei em desistir dessa Volta, por causa de uma lesão. Depois da etapa da Senhora da Graça, a lesão que quase por milagre desapareceu e eu comecei a melhorar consideravelmente. A etapa da Serra da Estrela foi o dia da reviravolta. Essa subida deu-me bastante confiança e fez-me acreditar que se não tivesse nenhum contratempo, seria esse ano. O contrarrelógio final, no Marvão, foi a etapa que mais gozo me deu e só nesse dia respirei de alívio.

Qual a ou as equipas que mais gostou de representar, e que lhe deixaram mais saudades?

A Sicasal/Acral, foi a que mais saudades me deixou. Eramos uma família, tínhamos condições de trabalho de sonho, não nos faltava nada! Mas mesmo sendo talvez a melhora equipa nacional, não pude oferecer uma vitória na Volta a esta equipa.

Estamos numa altura em que felizmente temos cada vez mais ciclistas a correr no estrangeiro, embora o Vítor tenha corrido fora de Portugal duas épocas, porque é que no seu tempo não tínhamos tantos ciclistas a correr no estrangeiro?

Porque na década de 80/90 as condições de trabalho em Portugal eram boas, e raramente tínhamos melhores propostas do estrangeiro. Em 1993, estava eu no primeiro ano de profissional, recebi um convite da equipa Festina, mas nunca foi nada de concreto. O aparecimento dos empresários de ciclismo, no final da década de 90, veio também alterar um pouco esta situação.

Como analisa o atual estado do ciclismo de estrada Português, até comparando com o da sua altura, e como perspectiva o futuro?

Se formos a considerar o ciclismo realizado em território nacional, considero estar a atravessar uma grave crise, fruto sobretudo da conjuntura económica. Por outro lado, se falarmos em valores nacionais, temos vários nomes a dar cartas no pelotão internacional. A emigração dos nossos melhores ciclistas é uma realidade, situação que não acontecia nos meus anos de ciclista profissional.
O futuro do ciclismo português vai passar sobretudo pelos nomes que conseguirmos “exportar” para as grandes equipas internacionais.

Alguma vez quando competia na estrada pensou em competir no BTT? Ou aconteceu por acaso?

Nunca pensei nisso, até porque o BTT em Portugal não pode ser considerado profissão, não há BTT profissional em Portugal.
Desde o início dos anos 90 que faço BTT, sobretudo nos meses de Inverno como complemento á preparação para o ciclismo de estrada. Agora, acontece exatamente o contrário.

Para si quais são as maiores diferenças para um atleta entre competir na estrada e competir no BTT?

Em termos físicos, não existe muita diferença. Talvez a maior diferença seja, que no BTT a técnica é um fator importante para o sucesso desportivo, enquanto que no ciclismo de estrada as capacidades fisiológicas têm um papel preponderante.

Neste momento em Portugal aconselharia um atleta que tivesse de optar entre a estrada e o BTT a escolher qual das modalidades?

Em termos de carreira profissional, neste momento não aconselharia nenhuma. Se for para fazer unicamente carreira desportiva em paralelo com uma profissão estável, aconselharia aquela que o atleta goste mais. A paixão é o fator mais importante para o sucesso desportivo.

No BTT já construiu um palmarés bem composto, e não parece nada disposto a parar. Existe algum título ou competição que gostasse especialmente de ganhar no BTT?

Eu faço BTT pela paixão que tenho pelas bicicletas e ao mesmo tempo para alimentar o bichinho da competição que há dentro de mim. Também é uma forma de me obrigar a ter hábitos de vida mais saudáveis. O BTT é a modalidade que me consegue dar tudo isto e ainda a possibilidade de conhecer recantos do nosso país (e outros) que de outra forma não teria oportunidade de conhecer.
Tenho aventuras que gostaria de repetir, Transalp por exemplo, e outras que adoraria fazer, Transpyr é uma delas. Este ano, o meu objetivo será mais uma vez a Transportugal Garmin.

A sua maior paixão no BTT são as provas por etapas, ou estas são apenas as que dá mais destaque? O TransPortugal faz-lhe lembrar a Volta?

Sempre gostei mais de provas por etapas, possivelmente porque é aqui que consigo melhores resultados desportivos. Sim, a Transportugal é literalmente uma Volta a Portugal, aliás, hoje em dia é mais volta que a própria Volta. O destaque é o que menos me interessa. Quero é desfrutar dos trilhos, fazer novas amizades e levar o corpo ao limite!

Os seus colegas que partilharam as estradas consigo enquanto profissionais não lhe perguntam frequentemente o porquê de depois de ter sido um dos melhores na estrada, continuar a dar no duro fora dela? Porque não existiram muitos mais a fazer o mesmo?

Pois, isso nunca me perguntaram! E acredito que lhes faça um pouco de confusão. Porque até a mim me faz, lol. Eu quando terminei a minha carreira de profissional, disse a mim mesmo que nunca mais iria treinar. E afinal, 8 anos depois, aqui estou eu a conciliar a minha atividade profissional com os treinos. O que não é nada fácil!
Quanto um ciclista profissional dedica uma grande parte da sua vida ao treino árduo, e às regras que esta vida exige, é normal que quando terminemos não queiramos mais ouvir falar de controlar as calorias ingeridas, treinar à chuva, ao frio e ao calor, deitar cedo, etc, etc. No meu caso, isto só me aconteceu durante uns 3 anos, em que o tal bichinho esteve adormecido. Depois acordou e agora vai ser um caso sério para deixar esta vida.

A sua paixão pelo ciclismo é notável, depois de ter sido um dos melhores profissionais de estrada dos últimos anos em Portugal, dedica-se agora ao BTT, podemos dizer que de corpo e alma. Quando decidir parar vão recordá-lo como um “estradista” ou como um BTT’ista? Já agora pensa parar? :)

Ei-de ser sempre visto como um estradista. Aliás, agora dedico-me ao BTT mas não sou nada tecnicista. Em trilhos mais técnicos pareço que não sei andar de bicicleta. Se bem que tenho estado a melhorar gradualmente! Mas penso sempre que no dia seguinte tenho que ir trabalhar e não arrisco mesmo nada! Parar?! Nunca, a menos que a saúde não me permita!

Vai alinhar por que equipa em 2013?

Não alinho por equipas. Aliás, não me considero um atleta de competição. Faço eventos de BTT, alguns deles com classificação, os quais gosto de lutar pela vitória, mas não me dedico à pura competição. E nem sequer vou participar nas provas oficiais de BTT (taças e nacionais).

Quais os seus maiores objectivos desportivos para 2013?

Curtir e conhecer novos trilhos, fazer novas amizades, não me aleijar, e por último, repetir a vitória na Transportugal.

Neste momento é treinador, atleta, e trabalha na Gold Nutrition, tem mais alguma ocupação? Como é normalmente um dia comum de trabalho?

De momento acho que é só ! Trabalho na equipa de marketing da GoldNutrition, sou treinador de atletas de BTT e Estrada – GMTSports – e treino para maratonas de BTT. Além disto colaboro com algumas revistas de especialidade, mantenho atualizados a minha página de Facebook e website, e gosto de manter uma ligação ativa com todos os meus parceiros, ou seja, as marcas que me patrocinam como atleta de BTT.
Durante uma semana normal de trabalho, quando treino ao fim da tarde, acordo às 7h00, deixo os filhos na escola às 8h15 e chego ao escritório da GN às 9h00. Saio do escritório às 18h00, chego a casa às 18h45, e começo a treinar às 19h30. Treino cerca de 60-90 minutos, quase sempre indoor (rolos). Outras vezes treino de manhã.
Neste caso acordo às 6h00, e começo a treinar ás 6h30, até às 8h30. Nestes dias entro ao serviço às 10h00 e saio às 19h00.
Nos fins-de-semana, quando não tenho eventos GN, e nos dias de folga, aproveito para fazer mais horas de bike.

Andou sempre um pouco à frente do seu tempo em termos de treino, quais são para si as maiores diferenças entre o que era o treino e treinar à uns 20 anos atrás, e o que é hoje?

No meu caso, os métodos não alteraram muito. Eu fui dos primeiros atletas a utilizar cardiofrequêncímetro em Portugal. Estamos a falar de finais de 80. Os métodos de treino são basicamente os mesmos. Pouca evolução têm tido nestes últimos anos. A diferença é que há cerca de 15-20 anos, quase ninguém em Portugal treinava com método, mesmo os profissionais! Saiam para “fazer quilómetros” e era nas primeiras competições que “ganhavam” ritmo competitivo. Agora existem mais e melhores ferramentas de trabalho. Até os amadores, que só dão umas voltas ao fim-de-semana já recorrem a treinadores. A grande evolução destes últimos anos, tem sido sobretudo na proliferação de treinadores, e na liberalização de ferramentas de treino que há uma década só alguns ciclistas ou equipas de nível internacional possuíam.

Como treinador qual os erros que vê mais frequentemente os atletas a fazerem? E qual o conselho que mais vezes tem de dar?

A maioria dos atletas exagera na carga de treinos. Leem que o atleta profissional A ou B faz X quilómetros por mês e tentam fazer semelhante. Esquecem é que esse atleta profissional (ou de elite), descansa de forma proporcional á carga de treinos. Se um atleta não tiver tempo para descansar ou tiver uma profissão desgastante a nível fisico, é preferível treinar menos. Os resultados desportivos serão melhores.

É notável a sua participação nas redes sociais com todos os seus fans. Sempre foi muito ligado aos seus fans? Que importância e de que forma estes influenciam a sua atitude no ciclismo?

Infelizmente nos meus anos de atleta profissional, as redes sociais não estavam ainda em voga! Senão teriam sido uma ferramenta importante para eu partilhar tudo o que aprendi durante os mais de 20 anos de carreira. Para mim esta é a principal utilidade das redes sociais, partilhar as minhas experiências.

Merckx, Cipollini, Fondriest, todos eles foram grandes ciclistas e todos possuem ou formaram uma marca de bicicletas. Sendo o Vítor tão empreendedor e tão virado para o futuro, nunca pensou fazer uma marca de bicicletas também?

Já pensei sim. Ideias tenho eu muitas! Mas não consigo fazer tudo ao mesmo tempo!

Se existe alguém que sabe tanto de estrada como de BTT, esse alguém provavelmente é o Vítor, então…agora na brincadeira “ou não” quando temos o Vítor candidato a Presidente da Federação? Nunca pensou nisso?

Não temos! Não gosto muito de trabalho de secretária, burocracias, papelada, estatutos, gravatas, …Gosto de arregaçar as mangas e mexer na massa!

Para finalizar, pelo que vemos através das redes sociais o Vítor Gamito é alguém comunicativo e brincalhão, por isso, e como todos os ciclistas deve ter uma boa história para nos contar, conte lá uma ou duas daquelas mesmo de rir! E utilize o espaço que quiser!

Tenho várias. Mas recordo-me de uma Volta às Astúrias, numa etapa de alta montanha e que fazia muito frio. Numa montanha de primeira categoria eu descolei do primeiro grupo e fiquei sozinho entre grupos. No final dessa subida, vejo uma cara conhecida na berma da estrada com uma garrafa pequena de plástico. Dentro da garrafa tinha um líquido amarelo que me parecia chá. Eu como ia com muito frio, agarro a garrafa e num só trago ingiro todo o líquido. Começo a sentir um ardor pela garganta! Afinal não era chá quente, mas sim whiskie! Como ia muito fraco, em menos de 5 minutos o whiskie “bateu” forte! Fiquei de tal maneira “endiabrado”, que comecei a acelerar, já sem frio e sem fraqueza, para tentar alcançar novamente o grupo da frente. A perseguição durou uns 30 minutos. Começo a avistar o grupo e estava mesmo quase a alcançá-los!
Mas o efeito da “gasolina” de avião entretanto terminara, e nesse momento fiquei completamente “a pé”! Resultado: não conseguir apanhar esse grupo da frente e ainda fui ultrapassado por um segundo pelotão que veio de trás, lol Chegar á meta nesse dia foi uma tortura!
MM

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Garmin Edge 810 e 510.

Garmin há muito tempo mantinha segredos sobre os novos aparelhos gps para bikes e nem respondiam a rumores, tais como o nome Edge 900.
A Garmin anuncia agora os novos dispositivos gps para bikes o Edge 810 e o 510, agora com suporte de conectividade com o seu smarphone. A interface está mais amigável, podem compartilhar as vossas rotas com as redes sociais em tempo real, em vez de partilharem só no fim do treino. Existem poucas diferenças entres eles o Edge 810 possui a função mapping capabilities enquanto o 510 utiliza a rede de satélites GLONASS para uma melhor recepção, de resto são idênticos.
Tanto um como outro são vendidos em duas versões, o Edge 510 custa cerca de $329.99 (€253) enquanto o Edge desempenho 510 custa $399.99 (€307) mas possui o pacote desempenho que inclui o monitor de frequência cardíaca, sensor de cadencia e de velocidade. O Edge 810 é vendido por $499.99 (€383), o Edge 810 Perfomance que inclui monitor de frequência cardíaca, sensor de velocidade e cadencia, mapas já custa uns dolorosos $699.99 (537€).
Características do Edge 810:
garmin edge 810 e 510 gps bicicleta 150x150 Garmin Edge 810 e 510
- Concebido para o ciclista que deseja ter tudo num só dispositivo, navegação e treino avançado. Oferece recursos valiosos graças a conexão com o seu smartphone, os seus amigos podem acompanhar em tempo real a progressão da sua rota. Compatível com mapas topográficos para que possa usar melhor tanto num treino como num simples passeio, Edge 810 oferece dados precisos e grandes capacidades de navegação em qualquer lugar do planeta. Aceita cartões microSD, ecrã táctil de 2.6″, bateria com duração de 17h e um peso de apenas 98 gramas.
Características do Edge 510:
- Já o Edge 510 é concebido para ciclistas competitivos com uma necessidade para dados mais precisos e abrangentes. Também oferece partilha para as  redes sociais da rota em tempo real através do seu smartphone. Se estiver a treinar ou a competir o Edge 510 rastreia todos os detalhes das suas rotas que poderá ver mais tarde no conforto da sua casa através do Garmin Connect. Compatível com os satélites GLONASS para uma melhor recepção e aquisição em condições precárias, mas também compatível com os satélites GPS. Ecrã táctil de 2.2″, bateria com autonomia para umas impressionantes 20h.
Fica aqui um video de como este pequeno gps faz maravilhas para o seu treino.
MM

Uma bicicleta ainda mais amiga do ambiente!

Um dos grandes problemas das grandes cidades de países em desenvolvimento é o tratamento de esgotos, especialmente os esgotos que resultam das fossas septicas (vulgo latrinas) situadas em bairros-da-lata. As ruas destes bairros são em geral demasiado pequenas para permitir a passagem de veículos de recolha deste tipo de esgotos. Os esgotos são recolhidos à mão ou até libertados directamente (sem tratamento) na rua.

O sistema de recolha dos esgotos de fossas sépticas, para além de arcaico, é uma fonte de doenças como a cólera e a disenteria e também de pragas. Nate Sharp, designer a viver em Boston, EUA, desenvolveu um método para recolha deste tipo de esgoto, uma bomba de vácuo movida a pedais de bicicleta. (Crédito fotográfico: Nate Sharp, University of Cambridge).
Como se pode ver pela fotografia a bomba é montada directamente na bicicleta. A bomba é constituída por uma mangueira, uma bomba de vácuo e um balde. O sistema funciona de uma forma simples: o tubo é inserido na fossa sanitária a esvaziar, o ciclista pedala na bicicleta para accionar a bomba de vácuo e esta bomba suga o conteúdo da fossa para dentro do balde.

Sharp testou esta bicicleta especial em Fevereiro de 2011, nos bairros de uma de duas grandes cidades africanas Dar es Salaam na Tanzânia ou Nairobi no Quénia. A bicicleta, incluindo a bomba, custa menos de $ 200, e pode ser adquirida por um habitante local que recorra a um micro-crédito.

Os esgotos das fossas sépticas recolhidos por estas bicicletas especiais podem ser utilizados como matéria-prima para a produção de biogás e fertilizantes. Segundo Sharp o investimento de $ 200 nesta bicicleta paga-se em 2 meses.

MM

Taça do Mundo de CX terminou na Holanda.

TAÇA DO MUNDO DE CX #8 - Holanda
Martin Bina (República Checa), venceu a prova final da Taça do Mundo na neve de Hoogerheide, Holanda. Niels Albert (BKCP-Powerplus) foi o quinto num percurso escorregadio, o suficiente para garantir a vitória geral na Taça do Mundo UCI Ciclocrosse....
A neve e o gelo foram os ingredientes principais para o final da Taça do Mundo em Hoogerheide. Os suspeitos do costume estava muito desconfortáveis com a neve e terminaram fora do pódio. Ice Martin Bina entrou para a ribalta e, com 29 anos de idade provou ser o melhor deles, tendo o seu primeiro triunfo na Taça do Mundo. O atleta da casa Lars van der Haar (Rabobank Development Team) e Simon Zahner (Suíça) juntaram-se ao campeão mundial júnior de 2001, no pódio.
Niels Albert beneficiou de um problema na corrente de Kevin Pauwels para reivindicar a vitória global na Taça do Mundo UCI Ciclocrosse. Pauwels termina como vice-campeão, enquanto Sven Nys (Crelan-Euphony) é terceiro na classificação geral.
A vitória esplêndida de Bina veio como uma grande surpresa. O Checo nunca terminou no top 10 de uma prova na Taça do Mundo nesta temporada, mas claramente as circunstâncias frias eram a seu favor. Juntamente com Pauwels, a República Checa mostrou grandes habilidades técnicas para ficar em pé e andar rápido no percurso desafiador em Hoogerheide. No meio da corrida, Bina e Lars van der Haar aumentou o ritmo no grupo da frente de seis homens que também continha Radomir Simunek (Kwadro-Stannah), Zahner, Pauwels e Albert.
Nys explicou que nunca se sentiu confortável no curso escorregadio. "Eu estava com medo de falhar e perder tudo", disse Nys, referindo-se a possíveis lesões que podiam prejudicar a sua participação nos Campeonatos do Mundo em Louisville. "Muitas vezes perdi alguns segundos, porque estava com medo de cometer um erro. Eu sou bom, mas não super".
Visto em: noticiasciclismo.net/
MM

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

A bela cena de abertura do filme "Les Mistons" (1957).

 

Les Mistons é um filme de curta-metragem de 1957, realizado por François Truffaut,  baseado no romance homônimo de Maurice Pons. O vídeo abaixo mostra a cena de abertura: um passeio de bicicleta da bela atriz francesa Bernadette Lafont .
MM

Johnny Hoogerland não quer relembrar a queda no Tour de 2011.

Johnny Hoogerland não quer relembrar queda no Tour
O nome não dirá nada aos mais desatentos, mas a descrição da aparatosa queda na Volta a França 2011, que obrigou o ciclista holandês a ser suturado com 33 pontos, trará à memória quem é Johnny Hoogerland (Vacansoleil).
Foi uma das imagens da última edição do Tour: o holandês e o espanhol Juan Antonio Flecha (Sky) foram abalroados, quando seguiam num grupo de cinco fugitivos, por uma viatura da Euro Media, empresa da produção televisiva da prova, com Hoogerland a ser projetado contra uma vedação em arame farpado, sofrendo ferimentos nas duas pernas.
Com a distância dos 33 pontos, das lágrimas no pódio no final dessa nona etapa quando recebeu a camisola de rei da montanha e das múltiplas entrevistas dadas a contar o horror do acidente que podia ter acabado com a sua carreira, o holandês de 28 anos recusa-se a falar sobre o dia que o tornou conhecido no pelotão internacional.
«Não quero falar mais sobre esse episódio, já falei que chegasse», limitou-se a dizer à Agência Lusa.

O fim de Lance Armstrong.

Lance Armstrong: o mentiroso admitiu a mentira.
O ciclista norte-americano confessou que venceu dopado as sete Voltas à França que tinha no currículo.
O ex-atleta foi entrevistado por mais de duas horas pela apresentadora Oprah Winfrey (Foto: Harpo Studios, Inc., George Burns/AP)


Tomou substâncias proibidas para melhorar o seu rendimento desportivo?
Uma dessas substâncias proibidas era a EPO?
Recorreu a transfusões sanguíneas para melhorar o seu rendimento desportivo?
Utilizou outras substâncias proibidas, como testosterona, cortisona ou hormonas de crescimento?
Nas sete vezes em que venceu a Volta à França, utilizou substâncias dopantes?
A todas estas perguntas, Lance Armstrong respondeu “sim” na entrevista que concedeu em Austin, Texas, a Oprah Winfrey, e transmitida nesta sexta-feira em horário nobre da televisão nos Estados Unidos.
Segundo Armstrong, dopar-se passou a ser tão natural como “pôr ar nos pneus da bicicleta ou colocar água nos bidões. Fazia parte do trabalho”. Sem avançar com datas concretas ou entrar em pormenores sobre quem o ajudou a construir o esquema de dopagem, o norte-americano reconheceu que nunca teve medo de ser apanhado e admitiu que tudo começou a desmoronar-se quando decidiu regressar à modalidade para correr o Tour de 2009.
Armstrong negou que alguma vez tenha obrigado algum colega de equipa a dopar-se sob pena de ser despedido e justificou a opção de se dopar com uma frase apenas: “Queria vencer a qualquer preço.”
“Depois de 2005 nunca mais cruzei a linha”
Depois de anos a fio a negar que alguma vez se tivesse dopado, Lance Armstrong admitiu tudo. Porquê só agora? “Suponho que é demasiado tarde. Mas isso é culpa minha”, respondeu.
A confissão é também o reconhecimento de que mentiu nas declarações que prestou, sob juramento, à Agência Antidoping dos Estados Unidos (USADA) e aos tribunais, o que pode custar-lhe uma acusação de perjúrio.
Quando estava em competição, o ciclista não se considerava um batoteiro: “Via-me igual aos outros. Na altura, não me apercebi da magnitude da coisa.” Atribuiu os seus actos à cultura existente no ciclismo no final dos anos 90 e declarou mesmo que todos competiam em condições idênticas.
O sentimento de impunidade explicou-o com o facto de a luta contra o doping ser, à época, mais fraca do que actualmente. E indicou dois factos que tornam a situação actual bastante diferente: os controlos fora do período de competição e a criação do passaporte biológico (que define os padrões de sangue e urina de cada ciclista, permitindo detectar alguma alteração suspeita).
Sem nunca especificar de que forma é que o esquema de doping era aplicado, a única coisa que o norte-americano explicou foi que as técnicas eram utilizadas antes das competições.
Armstrong negou ainda que se tenha dopado após ter decidido regressar (o texano abandonou a competição após o seu sétimo triunfo consecutivo no Tour, mas regressou para tentar um oitavo). "A última vez que cruzei a linha vermelha foi em 2005", jurando que, depois desse ano, nunca mais se dopou e que correu “limpo” os Tours de 2009 (em que terminou no terceiro lugar) e de 2010 (foi 23.º).
Quanto às acusações de alguns antigos colegas de equipa seus, que o acusaram de ameaçar aqueles que não entrassem no esquema de dopagem com a exclusão da equipa, Armstrong negou-as. "Bem sei que não sou a pessoa mais credível do mundo neste momento, mas nunca disse para despedir ninguém por não querer envolver-se nisto. Mas reconheço que, como líder da equipa, a minha influência e o meu exemplo eram muito fortes nos outros corredores”, afirmou.
“Passarei o resto da minha vida a recuperar a confiança das pessoas”
Ao longo da entrevista, Armstrong fez questão de não acusar ninguém. Em alguns casos, até deixou passar uma mensagem contrária. Em relação a Michele Ferrari, o médico considerado como a peça-chave do esquema de dopagem, o ciclista considerou-o “um homem bom e inteligente”.
Armstrong admitiu ter adulterado um teste em que acusou positivo a cortisona no Tour de 1999, mas negou que a doação que efectuou à União Ciclista Internacional (UCI) tivesse servido para limpar um suposto teste antidoping positivo na Volta à Suíça de 2001 ou que tivesse subornado a justiça da Califórnia, que acabou por arquivar em Fevereiro do ano passado o processo criminal que corria contra ele.
O texano mostrou-se disponível para prestar declarações se for criada uma comissão para limpar o ciclismo de qualquer suspeita de doping. Mas continua a negar algumas acusações, como a da esposa do seu antigo colega Frankie Andreu, que garantiu tê-lo ouvido confessar aos médicos, durante a sua convalescença a um tumor num testículo, que tinha consumido substâncias proibidas para melhorar o seu rendimento desportivo antes de 1996. É que, admiti-lo, significaria deitar por terra um dos pilares da sua argumentação – a de que foi o cancro que esteve na origem do seu recurso ao doping. “Antes da minha doença, eu era muito competitivo. Quando tive que lutar contra ela, disse a mim mesmo que iria ganhar a qualquer preço. Seria capaz de qualquer coisa para sobreviver. E depois, no ciclismo, tornei-me numa pessoa que queria vencer de qualquer maneira”, reconheceu.
Sobre o seu futuro, Armstrong disse pouco, mas admitiu que a admissão da mentira terá, pelo menos, uma consequência inevitável: “Passarei o resto da minha vida a recuperar a confiança das pessoas.”
Visto no Publico.pt.

MM

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

SRM fez uma parceria com a Rotor 3D.



SRM fez uma parceria com a Rotor 3D com medidores de potência para MTB

Medidores de potencia da SRM para MTB, uma parceria com a Rotor 3D e juntos lançaram duas novas pedaleiras

A SRM fez uma parceria com a Rotor 3D e lançou duas novas pedaleiras 2×10 com medidores de potência. Os grupos são compatíveis com grupos Shimano.

Os medidores de potência possuem transmissores ANT+, ou seja, são compatíveis com a maioria dos ciclocomputadores wireless, assim como o Garmin e vários outros.


De acordo com a SRM os equipamentos foram amplamente testados e são extremamente precisos na aferição da potência feita pelo ciclista.

O preço, como sempre, não é dos mais amistosos.

MM

domingo, 13 de janeiro de 2013

A Bike Elétrica da BMW.

A renomada indústria automobilística BMW, já tem os carros mais cobiçados do mundo e agora revelou seu novo projeto, a bicicleta elétrica iPedelec.


O diferencial dessa bike é que ela é dobrável, podendo ser facilmente dobrada e guardada na bagageira do carro.
Ela é feita de alumínio e fibra de carbono, funciona com bateria com carga completa de 4 horas, pode chegar até a velocidade máxima de 40 km/h.

MM

SRAM em testes com travões de disco para estrada.

Época de Cyclocross em curso e a SRAM está a aproveitar para colocar a prova os seus novos travões  SRAM Red Hidráulico.

Foto do que vai ser o SRAM Red Hidráulico para estrada.

A SRAM parece que não está para fazer muito suspense. Os travoes já andam por ai nas varias provas de  Cyclocross no norte e centro da Europa montados em várias bikes.

Mas apesar dos produtos já estarem funcionando, ainda não existe datas para lançamento.

Vamos lá ver o que isto vai dar na realidade.
MM

Quando a necessidade aguça o engenho.

Dezembro 2008. 
Bicicleta-ambulância
Foto@Lusa/Pedro Sá da Bandeira

“Uma paciente seropositiva é transportada de bicicleta-ambulância por voluntárias da Oikos. Este «veículo de emergência médica» levará a doente ao centro de saúde mais próximo, em Mutaze, Moçambique”

MM

Matra MS-1, ecológica 100%, autónoma 100%.

 Quando falamos de Matra vem imediatamente à mente o lendário Matra Murena, Matra Rancho ou. E carregando uma bicicleta como nome lendário deve ser obrigatoriamente tecnologia também inovadora.
E este é o primeiro tobogã plugues híbridos não precisa, mas é recarregada com o próprio pedal. Além disso, como em veículos híbridos também recarregar a inércia do veículo (descendo encostas, por exemplo) e de travagem

Você também pode impulsionar de forma autônoma, como uma bicicleta ou "fluxo". Não impulsionar o ciclista, e recarregar suas baterias, tem uma velocidade máxima que poderia competir com faixa inicial cualquierscooterde: 45 km / h, com um alcance de 100 km.

Com o impulso do cavaleiro ... bem, até que ele fica cansado. O preço também é bastante atrativo: 3.500 €.

MM

Macho desce sem pneu...

Esta é difícil de explicarPelo menos eu não consigo!

MM


sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Gentileza.

No dia 11 de janeiro assinala-se o Dia Internacional do Obrigado, uma efeméride curiosa, que não merece mediatismos, mas que dá um sublinhado a um gesto simples, que expressa a gratidão.
Hoje é dia de dizermos “obrigado”, aos amigos, aos familiares, às pessoas de quem gostamos. Obrigado por existirem, por nos acompanharem, por serem fieis depositários do nosso carinho e compreensão.

Gentileza, é sempre bom!!