terça-feira, 14 de agosto de 2012

Retul Bike Fit.

O Retul é o sistema de bike fitting mais avançado que existe atualmente. Ele incorpora uma tecnologia extremamente precisa de captura tridimensional de movimento, capacidade de gerar relatórios imediatamente e uma ferramenta de digitalização com precisão milimétrica.

Parte do princípio que a tomada de medidas para o bike fit tem melhor resultado quando feita de forma dinâmica, durante o ato de pedalar. Isso porque as medidas feitas estaticamente não mostram ao responsável pelo fit como o corpo do ciclista responde às modificações feitas em movimento, ou seja: em um bike fit tradicional, não é possível ver se o ciclista compensa os ajustes de alguma forma, seja pedalando na ponta dos pés ou movimentando o quadril em torno do selim.

O procedimento começa com uma anamnese e avaliação da flexibilidade e das medidas antropométricas do ciclista/triatleta. Depois dos dados coletados, marcadores LED são estrategicamente posicionados em oito pontos anatômicos do atleta: punho, cotovelo, ombro, quadril, joelho, tornozelo, calcanhar e dedos do pé.

O sistema, então, faz uma leitura tridimensional do corpo em movimento. A partir desses dados, ele gera instantaneamente um avatar (um boneco de palitos, na verdade) do ciclista, permitindo que o avaliador veja e meça deslocamentos laterais, verticais e horizontais. Além disso, com o uso do Computrainer (rolo com as funções de ajuste de potência e análise da pedalada) durante a avaliação, é possível que o bike fit seja testado em diferentes intensidades e, principalmente, na intensidade de competição do ciclista/triatleta, e o fit pode ser definido de acordo com a melhor eficiência gerada.


Depois de finalizado o bike fit, o avaliador utiliza uma ferramenta chamada Zin, um digitalizador portátil da Retul, para literalmente “desenhar” a bike ajustada. O sistema gera um formulário com todas as medidas finais do bike fit incluindo, além de altura do selim e da frente, os cálculos de stack, reach e ângulos efetivos. Assim, o avaliador e o ciclista ficam com o registro preciso do bike fit realizado, podendo conferir as medidas em caso de revisões ou viagens e tendo parâmetros para reavaliações posteriores.


Para a próxima temporada, e daqui a alguns meses devemos tentar um novo ajuste: subir e avançar mais alguns milímetros o selim e abaixar um pouco a frente da bike, buscando uma posição ainda mais aerodinâmica, porém confortável o suficiente para um Ironman.



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