sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Nós tambem andamos de Bike.

Quem disse que mulher arrumada, de saia ou vestido, e de salto não pedala?










O importante é ser feliz e pedalar!

Boas pedaladas!


- Desejo assim a todos um feliz 2012. -

Ana Rita Mouquinho

Eco-Living: Ciclismo é Saúde.

Muitos são os benefícios que andar de bicicleta traz aos praticantes, já os sabemos.
No entanto nunca é demais referi-los e publicitá-los. Sempre pode servir para convencer mais alguns a entrarem no fabuloso mundo das duas rodas a pedal. Um excelente artigo, no blog do Centro de Saúde de Sernancelhe. Aqui está ele! 

 
Andar de bicicleta por prazer e lazer, para se sentir bem, gozando a companhia dos amigos, tem um bom argumento: melhoria da saúde física e mental. A prática do ciclismo, tem enormes benefícios para a saúde. 
Aqueles que andam de bicicleta com regularidade procuram-nos menos nas consultas. Muitos daqueles que apresentam mal estar, como dores lombares, sobrecarga ponderal ou risco de doenças cardiovasculares, bem podem investir na sua saúde usando a bicicleta.

Mesmo que se comece numa idade mais avançada efectuando o exercício regularmente, os resultados vão sempre visíveis ao fim de poucas semanas.
O QUE FAZ A BICICLETA PELA SAÚDE?
Óptimo tonificante para coração e aparelho cardiovascular
Se passear de bicicleta de uma forma regular reduzirá o risco de enfarte em 50%. Com o exercício do pedalar, o ritmo cardíaco aumenta e a tensão arterial diminui. Baixa o colesterol, de forma que os vasos sanguíneos venham a ter menos probabilidade de obstrução. Os vasos sanguíneos permanecem flexíveis e saudáveis se movimentar as pernas todos os dias.

Para a máxima eficiência do exercício recomendamos que faça um trabalho de intervalos com mudanças de ritmos frequentes. É o tipo de treino que mais rapidamente tem efeitos na condição física. Aqueça a um ritmo suave, com uma cadência de pedalar alta, alcance o ritmo de rodagem. Depois a cada 15 minutos, intercale aumentos de intensidade de 3 a 4 minutos de duração durante os quais a pulsação ir-se-há alterar consideravelmente (80 a 85% das pulsações máximas).

Compense com alguns exercícios de abdominais, contraindo esta zona com as pernas flectidas cada vez que pedalar. Assim terá na bicicleta umas melhoras das actividades para os que sofrem dores de coluna. Mas há que ter em atenção a posição que se adopta por cima do selim se tiver dores. Uma má postura pode ajudar a intensificar as dores na zona lombar, prejudicando ainda mais a saúde. Deverá sentir-se bem em cima do selim, caso contrário poderá prejudicar a sua condição física.
Melhorando a coluna vertebral

Quando se adopta a postura óptima no selim, com o tronco ligeiramente inclinado para a frente, a musculatura da coluna está sobre baixa tensão e vê-se obrigada a estabilizar o tronco. Muitas dores de costas provêm da inactividade, que reduz a alimentação dos discos intervertebrais e estes, por sua vez, vão perdendo a capacidade de amortecer os impactos. Além disso, a falta de exercício faz com que a musculatura da coluna se vá atrofiando, diminuindo consideravelmente a função de “mola”.

Os movimentos regulares das pernas fortalecem a zona lombar, prevenindo o aparecimento de hérnias discais e mantendo a coluna protegida por vibrações e pancadas. O ciclismo estimula os pequenos músculos das vértebras dorsais (muito difíceis de movimentar noutro desporto), ao fazer constantemente que se comprimam e alonguem com o movimento do pedalar.
Evitar o desgaste das rótulas  
A diferença para as actividades físicas onde existe impacto no solo, como os saltos ou a corrida é que, por cima da bicicleta, as rótulas estão protegidas, pois 70 a 80% do peso do corpo exerce a força da gravidade sobre o selim. O impacto excessivo de alguns desportos diminui a acção líquido articular ou sinovial, substância muito viscosa que contribui para a lubrificação das articulações, facilitando os movimentos. A bicicleta será, para alguns casos, a melhor alternativa à corrida, com benefícios físicos muito similares e sem tanto desgaste articular. 

Prevenir as infecções e o cancro
Cada vez que passeia de bicicleta, está a estimular o sistema imunológico. Os anticorpos do organismo mobilizam-se de forma imediata graças ao pedalar para destruir bactérias e células cancerígenas. Esta é a razão pela qual se recomenda andar de bicicleta a doentes cancerosos e seropositivos.

Os esforços moderados reforçam o sistema imunitário, enquanto que os de intensidade máxima debilitam-no. Se está exposto a factores de risco (frio, pessoas infectadas, poucas horas de sono...), não execute trabalhos muito intensos, espere que as reservas de energia fiquem equilibradas para desenvolver este tipo de esforços.
O ciclismo com anti-depressivo
O cérebro fica mais oxigenado, permitindo-lhe pensar melhor. O seu corpo segrega endorfinas, as hormonas que dão uma sensação de bem estar, podendo tornar-se num vício saudável.

Está provado que aqueles que andam de bicicleta regularmente sofrem menos doenças do foro psicológico como depressões, por exemplo. Pedalar é um dos melhores anti-depressivos naturais que existem.

As endorfinas, também chamadas hormonas da felicidade, são geradas com a prática de exercício físico, de forma mais notável quando se passa mais de uma hora em cima da bicicleta.
 
                                          Médico assistente graduado de clínica geral


                                  Dr. António José Leitão Canotilho

MM


BICICLETA DE MONTRA.


Andar menos de carro e encontrar alternativas ao transporte motorizado é muito mais simples do que a maioria das pessoas pensa. Fazer da bicicleta nossa companheira diária é apenas escolher o mais utilizado meio de transporte do mundo. Mesmo que a maioria dos ciclistas estejam no outro lado do planeta, por toda a Europa a bicicleta está a tornar-se mais popular que nunca. Existem muitas razões para o que assistimos mas a verdade é que o velocípede vive no presente provavelmente a sua grande idade de ouro. Nunca governos nacionais e locais investiram tanto na promoção da bicicleta e em infraestruturas dedicadas aos seus utilizadores. As marcas alargam as suas gamas, recuperam-se modelos clássicos, por todo o mundo nascem novos produtos.
No primeiro ano de funcionamento da Vélib’ parisiense, as vendas das lojas de bicicletas cresceram 70 por cento. Nos Estados Unidos da América calcula-se que um aumento de apenas um por cento no número de commuters a nível nacional representaria a salvação para a indústria ligada às bicicletas. Em Lisboa nasceram nos últimos anos alguns projectos comerciais vocacionados para a bicicleta urbana nas suas diversas vertentes, tendo apesar da tão propalada crise obtido relativo sucesso. Numa recente ida ao centro comercial Vasco da Gama, no Parque das Nações, reparei em duas montras de lojas de roupa onde figuravam bicicletas de cidade, modelos actuais e que se podem encontrar à venda, verdadeiros veículos utilitários, em vez daquelas costumeiras bicicletas pintadas duma só cor, coisas já sem préstimo a servirem apenas de cenário. Será isto um sinal de que quem ganha a vida a vender roupa, acredita que o estilo de vida ligado às bicicletas atrai consumidores?
As montras do Vasco da Gama foram montadas para nos vender roupa mas como a roupa das montras é toda praticamente igual, mandam as técnicas do marketing que se associe um estilo de vida que diferencie um produto dos outros. O fantástico é duas marcas terem apostado no mesmo estilo. O que as montras nos vendem é a ideia que aquelas calças ficam bem a par duma bicicleta. E isso não é necessariamente o mesmo que vender o modo de vida associado à bicicleta e muito menos convencerem-nos a mudar os hábitos de mobilidade. Em mercados de maior dimensão há marcas de roupa que saltam para dentro das montras de lojas de bicicleta. Não incorporam as bicicletas na sua imagem, vão mais longe e tentem abrir sucursais dentro do universo ciclo-estilístico.
Vem isto tudo a reboque dum muito interessante e saudável jogo, meio à desgarrada, meio ao desafio com um pé no além Douro e outro no pedal. Mais do que convencer alguém a andar de bicicleta, costumo aconselhar a olhar à volta e dizerem-me onde é que acham que estaremos daqui a um par de anos, como é que imaginam que será a vida com o petróleo a 100, 150, 250 euros o barril, se acham que vão poder continuar o actual estilo de vida por forma a manter os mesmos ou melhores padrões de qualidade de vida do presente. Passamos a vida a ouvir recomendações para poupar combustível, poupar água, separar o lixo, comer saudavelmente, usar a energia de forma eficiente, mas nunca nos dizem “mude o seu estilo de vida”. E  esse deveria ser verdadeiramente o objectivo prático, o único válido. Se a Expo 98 teve por tema os Oceanos, não é por acaso que em Xangai o tema são as cidades. É nas cidades que se está a jogar o futuro e é nas cidades que a bicicleta ganha terreno.
Em 2005 os ouvintes dum programa de rádio da BBC4 (again) foram convidados a eleger a invenção mais importante deste 1800. Perante uma concorrência de escolhas saída do mais puro engenho cientifico como a descoberta do DNA, o invento da rádio ou a criação de vacinas, a bicicleta foi eleita por quase 60 por cento da audiência. Talvez não saiba que um litro de gasolina tem mais de 7.000 calorias,. Se pudéssemos beber gasolina faríamos mais de 300 quilómetros com apenas um litro (a 7.7 calorias por quilómetro). Para mim a bicicleta é o único veículo que a par de transportar o seu utilizador com grande beneficio para a sua saúde, causa dano algum às outras pessoas. Não importa o preço, a idade nem a origem, uma bicicleta seja de competição ou de passeio, em carbono ou bambo ou aço Reynolds, de montanha ou uma BMX, uma omafiets ou uma chooper, uma penny farthing ou uma dobrável, a bicicleta é uma máquina construída para dar liberdade como nenhuma outra. Porque todos somos iguais quando estamos em cima duma, é a mais democrática das invenções.
Em Portugal ainda se fabricam algumas coisas para além de Magalhães e rolhas de cortiça. A Orbita mantém uma linha completa de bicicletas embora raramente as dêem a conhecer. Gosto particularmente do modelo Sport Confort Classic S. É uma bicicleta com quadro de senhora e linha holandesas com rodas de 26 polegadas. Por uns modestos 165 euros (preço recomendado) esta bicicleta vem com 7 velocidades de carreto, luz à frente e atrás alimentada por dínamo, grade porta bagagem e guarda-lamas. Melhor não se compra por este preço. É uma bicicleta de fácil condução e suficientes ajustes para ser confortável para qualquer ciclista. Não é uma máquina brilhante, não tem nenhum componente de última ou sequer antepenúltima geração mas é Orbita, uma marca nacional e oferece a mais honesta relação entre o que damos e o que recebemos. Merecia, claro está um nome mais bonito, que fizesse jus à já comprida história desta marca de bicicleta portuguesa. É sem margem para dúvida um compromisso ideal para quem as finanças não deixam muito lastro e ainda assim gostaria de dar à bicicleta a hipótese de lhe mudar verdadeiramente a vida.

MM

Monowheel.

Apesar do conceito não ser novo e de terem sido construídos muitos monociclos deste género, é pouco provável que encontremos um à venda nas lojas da especialidade. Foi o que aconteceu ao designer inglês Ben Wilson que, consequentemente, resolveu conceber o seu próprio veículo de uma roda só, a que chamou Monowheel.
 Como muitos outros, o Monowheel é propulsionado através de pedais.
 O condutor senta-se no interior da roda, numa posição quase deitada, e segura o volante à altura da cabeça.

Não será muito cómodo mas também não se trata de um veículo utilitário e sim demonstrativo, encomendado para a exposição "XXI Century Man" a realizar brevemente na cidade de Tóquio.


MM

Bicicletas sobre carris

 Portugal bem pode converter os ramais ferroviários desactivados da REFER em ecopistas (uma excelente ideia!). Fica a ideia, de qualquer modo. ;-)
MM

Tem uma bomba que me empreste ?

Tem uma bomba que me empreste??
e uma câmara de ar...
e chaves ...
e um descravador?
Agora na maior parte dos passeios e maratonas é assim e tudo porque alguns iluminados deste desporto descobriram que não necessitam levar material de apoio, porque existem sempre os burros de carga que levam de sobra para todos ..
Pessoal levar uma bolsinha atrás do selim com o essencial para um desenrasque não é opção mas sim básico senão qualquer dia corremos o risco de devido á desconfiança ninguem parar para ajudar ...
(Excerto tirado do Blogue de: http://muitapedalada.blogspot.com/)
Isto è uma realidade.
MM

Serviço 24h mavic

Agora os propietários de rodas mavic podem contar com assistencia especializada 24h ..Basta ligar  e rapidamente vai aparecer a menina da foto...

eh
eh
eh

Querias...
MM

Uso do capacete é obrigatório...

Com a segurança não se brinca!


MM

Roda 29`` já éra. Agora usa-se roda36``


Roda 29``é para meninos... Agora os homens usam roda36``
MM

Keith Richards

 Keith Richards afirmou que, quando estiver morto, médicos gostariam de estudar o seu corpo para descobrir os segredos do seu "incrível sistema imunológico", e como faz para se manter saudável, apesar de ter consumido heroína e outras drogas por vários anos O guitarrista dos Rolling Stones, que já contraiu hepatite C, contou que o seu organismo superou a doença sem a ajuda de nenhum tratamento. "Os médicos de todo o mundo gostariam de examinar o meu corpo quando eu finalmente der o meu último suspiro. Parece que tenho um sistema imunológico incrível. Tive hepatite C e eu curei-me sozinho, simplesmente sendo eu mesmo", disse o músico.

 -afinal o segredo é andar de bike

MM

Radwanderung.

Para quem  tem bué coragem...
MM

A bicicleta electrica ? O que é isso afinal...

"A bicicleta é um veículo com duas rodas presas a um quadro, movido pelo esforço do próprio usuário (ciclista) através de pedais. Foi inventada no século XIX na Europa. Com cerca de um bilhão de unidades em todo o mundo, a bicicleta é usada tanto como meio de transporte no ciclismo utilitário, como objeto de lazer no cicloturismo e para competições desportivas de ciclismo."
MM

Tamanho do quadro correcto..

 Yao-Ming-Bike.

--Acha que um quadro M serve para mim???
MM

Ford desenvolve bicicleta elétrica.

Ford_E_Bike_01
Atualmente as fabricantes de veículos buscam soluções de mobilidade que não prejudiquem o meio ambiente. Uma delas foi apresentada na Europa pela Ford Motor Company, a bicicleta elétrica E-Bike Concept.
Ford_E_Bike_03
O modelo foi desenvolvido para mostrar que a linguagem de design da marca pode ser traduzida em diferentes aplicações e demonstrar o potencial de aplicações da tecnologia de propulsão elétrica. "O mercado de bicicletas elétricas está crescendo muito rápido, com cerca de 30 milhões de unidades vendidas globalmente no ano passado", diz Axel Wilke, diretor de Personalização de Veículos da Ford Europa. "Vemos as E-Bikes como um elemento importante de mobilidade urbana. Mais e mais pessoas estão usando E-Bikes em trajetos de curta distância e elas estão se tornando confortáveis com o conceito de mobilidade elétrica", complementa o diretor. 
O quadro tem perfil trapezoidal, construído em alumínio e carbono, pesa 2,5 kg. As rodas de seis raios têm o desenho em V, o sistema propulsor fica escondido no quadro.
O sistema de tração é formado por um motor no cubo da roda dianteira e uma bateria de íons de lítio embutida no quadro. Ele prevê uma autonomia de até 85 km com uma carga completa, usando um controlador integrado de sensor magnetostritivo, tecnologia desenvolvida na Fórmula 1. Segundo divulgado pelos desenvolvedores, a Ford não pretende comercializar sua E-Bike, mas estuda o segmento com muita atenção.
 
 
MM

Bike Feita de Madeira.



Imagina pedalar por aí com uma bicicleta interiamente construída de madeira. E com o acessório combinando: óculos de proteção. Puro charme. Se vai pegar eu não sei, mas que o material é lindo, isso é! Como se não bastasse a beleza intrinseca a matéria prima, o designer Jan Gunneweg trabalhou formas assimétricas nas rodas e combinou pneus num tom bem próximo ao tom natural da madeira.



O gosto por este material o incentivou a criar coisas diferentes como óculos e, mais recentemente, uma bicicleta inteira de madeira.
Ver um quadro de bike feito de madeira não é mais uma novidade, mas o grande diferencial da criação do holandês é o fato de ter ido além e feito até o aro da bicicleta com a matéria-prima natural. Todo o trabalho foi realizado por ele de maneira artesanal.
Para conseguir transformar a ideia em realidade, o designer enfrentou alguns desafios, como a adequação da grossura da madeira aos moldes da roda. O resultado foi uma bicicleta confortável, bonita e eficiente, que pesa apenas 15 quilos.

Tanto a madeira, quanto o bambu, que também é utilizado para fabricar bicicletas, são matérias-primas capazes de tornar o ciclismo ainda mais sustentável. Isto porque são materiais que em sua essência impactam menos o meio ambiente e também são itens de fácil manufatura, que estimulam os trabalhos artesanais.
Gunneweg ainda não divulgou o valor de sua bicicleta, mas ela deve começar a ser vendida pela internet ainda neste mês. 


MM

Frog Concept Design Bike by Alex Suvajac




MM

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

PREMIUM RUSH...



è um belo filme.

MM

Que pedais Usar...

Ultimamente tenho andado com pedais de encaixe. A coisa começou por simples preguiça em voltar a trocar os pedais por uns convencionais depois de umas voltas maiores de fim-de-semana. Acabei por usar bastante os pedais de encaixe em deslocações utilitárias pelos arredores de  Lisboa nos últimos tempos e esta posta é um apanhado das minhas impressões.

Recordo que o meu background, se é que tenho algum, é do BTT, e nesta prática estava habituado ao uso de pedais de encaixe da Shimano ou compatíveis, vulgo SPD (No meu caso uns muito comuns M520). Normalmente quem se acostuma a este sistema não quer outra coisa. Também há quem nunca chegue a acostumar-se. Para uso em cidade tinha concluído que o sucessivo para-arranca tornava o uso do SPD menos aliciante, talvez mesmo perigoso, ha quem opte por uns convencionais pedais de plataforma.

Convencional...

...ou de encaixe?

Agora que tive oportunidade de experimentar, a verdade é que não posso dizer que haja um claro vencedor. Por um lado os SPD's mantêm em (cidade) estrada e no campo todas as suas vantagens: permitem um maior controlo da força de pedalada e logo arranques mais incisivos e acelerações mais rápidas. Obviamente também dão maior segurança ao descer depressa uma rua esburacada, e dessas há muitas. Também ajuda ter o pé de arranque preso, podendo rodar muito mais facilmente o pedal para a posição ideal para voltar a arrancar, algo mais moroso com pedais convencionais. Os pedais de encaixe transmitem mais segurança a todo o momento, menos quando temos que, inesperadamente, colocar o pé no chão. E situações desse tipo não são incomuns no trânsito caótico nos arredores de Lisboa. (por isso aconselho a andarem pela manhã) Em quase todos os modernos pedais de encaixe a pressão das molas pode ser regulada, nomeadamente para tensões muito baixas, como estão os meus neste momento. Mesmo assim o potencial para surgirem problemas está lá e não deve haver coisa pior que tombar na bicicleta, no meio dos carros, com uma perna presa no pedal...


Também há pedais mistos ou (como aqui), acessórios que permitem utilização mista

Para usar pedais de encaixe, é necessário utilizar sapatos específicos. Isso hoje em dia não é grande problema, existem muitos modelos, de várias marcas, que permitem um caminhar quase confortável e se o "cleat" ficar no meio da sola até se pode evitar o som de cascos de cavalo e o arruinar do chão da casa dos amigos. Não é o caso dos sapatos que eu tenho usado ultimamente, mas isso agora não interessa nada.

Em suma, para um utilizador experiente, é uma opção como outras. Para quem não tem bastante experiência com este tipo de pedais, o melhor é usar pedais de plataforma, as perdas de "potência" em distâncias curtas são negligenciáveis e são mais simples, versáteis, seguros e baratos.

MM