sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Deu a volta ao mundo em bicicleta e conta o que aprendeu

Leigh Timmis deixou a sua em casa, em Derby, Inglaterra, em junho de 2010. Levava apenas uma bicicleta, uma câmara fotográfica e um objetivo a cumprir: dar a volta ao mundo em bicicleta e angariar dinheiro para as crianças do Centro de Férias de Derbyshire.
Passados sete anos, 50 países, um encontro com um leão selvagem e temperaturas de 40 graus negativos, Leigh Timmis regressou à sua terra natal com mais de 13 mil euros.
Agora com 35 anos, conta ao The Telegraph algumas lições que aprendeu durante a aventura:
1. A troca de um trabalho num escritório que  dinheiro, pelo esforço de uma experiência destas, vale a pena.
Uma viagem de bicicleta, que é lenta, permite conhecer a vida de pessoas completamente estranhas e de culturas diferentes. Leigh pedalava entre 90 a 130 quilómetros por dia – por vezes menos, devido às condições do tempo, da altitude em que se encontrava ou dos indivíduos que ia encontrando pelo caminho. Apesar de ter sido uma jornada difícil, deu-lhe a certeza de que valeu a pena trocar o dia-a-dia num escritório por esta viagem. A liberdade, o facto de não ter horários ou prazos a cumprir, e o ter de obedecer apenas a si próprio, permitiram-lhe viajar por onde lhe apeteceu, ou pelos locais onde o clima era melhor.

2. A vulnerabilidade de um homem numa bicicleta abre as portas e os corações de estranhos pelo mundo fora
Por vezes, Leigh tinha de lutar para estar motivado e continuar. E foram os estranhos que encontrou na estrada que o ajudaram a seguir em frente. O ciclista conta que perdeu a conta aos favores que lhe foram concedidos, e ao número de vezes que lhe prestaram auxílio e lhe abriram as portas de casa.

3. Pequenas decisões podem fazer a diferença entre a vida e a morte
Depois de explorar a Nova Zelândia, Leigh decidiu pedalar à volta do Pacífico Sul, em vez de atravessá-lo de avião. Estava hospedado num iate atracado, juntamente com um grupo de amigos recentes. O barco encontrava-se com alguns problemas, e por isso o inglês ajudava na sua reparação e manutenção. Partiam para aventuras de caiaque ou entravam em «missões de percorrer todos os bares náuticos do porto e beber um copo em cada um deles. Quando o iate ficou finalmente pronto, o grupo perguntou a LeighTimmis se queria juntar-se a eles para uma viagem de barco. A resposta foi «não», já que o ciclista combinara encontrar-se com alguém. Por isso, acordou que, no regresso do iate (o que deveria acontecer passadas duas semanas), embarcaria com eles numa viagem até às Ilhas Fiji. O dia da chegada nunca aconteceu: o barco foi apanhado por uma tempestade e nunca mais se ouviu falar dele. Na altura, a notícia correu o mundo. E a decisão de Timmis valeu-lhe a vida.

4. Não se deve brincar com o mar: ele é perigoso, mesmo para os mais experientes
Algumas semanas depois do acidente no mar, Leigh decidiu partir num outro barco para as Fiji. Foi uma decisão complicada, mas era inevitável. Garantiram-lhe que o iate estava em perfeitas condições para viajar. No entanto, passados alguns dias viram-se confrontados com uma enorme tempestade. Foi uma experiência horrível e assustadora, conta o aventureiro. Ondas monstruosas caíam sobre o barco, e o pensamento de que lhes sucederia o mesmo que aos outros companheiros não lhe saía da cabeça. Mas sobreviveram: depois de nove dias no meio da tempestade, chegaram a terra sãos e salvos.

5. Atravessar o deserto australiano fez-lhe perceber o que importa realmente na vida
Habitualmente, a maioria das pessoas que vive nos países desenvolvidos toma como garantidas as necessidades básicas de vida. Leigh conta que, quando pedalava pelos trilhos infinitos de areia do deserto australiano, levava consigo cerca de 18 litros de água – o máximo que conseguia transportar. Essa quantidade teria de chegar para quatro dias. Uma tarde, quando o sol começou a pôr-se no horizonte, o inglês saltou da bicicleta para procurar um lugar onde pudesse acampar e pernoitar. Foi aí que se apercebeu que tinha perdido o depósito de água pelo caminho. E ali estava ele, sozinho no meio do deserto, sem água. Leigh Timmis conta que, sem hesitar, saltou para a bicicleta e pedalou para trás, em busca da água. Naquele momento nada mais importava: a máquina fotográfica, o computador, a bicicleta, o passaporte, tudo era insignificante em comparação com alguns litros de água. Felizmente, encontrou o recipiente caído alguns quilómetros atrás.

6. Há leões fora de África
Leigh tinha sido avisado sobre a vida selvagem do Alasca e do Canadá. Poderia encontrar ursos e alces, as principais ameaças caso acampasse. 
No primeiro dia no Território do Yukon, choveu bastante, mas o ciclista conseguiu acampar num lugar seco. Para não se molhar muito, pendurou a comida numa árvore situada a apenas cinco metros da tenda – o recomendado era uma distância de 100 metros. Enquanto descansava, ouviu o rugir de um animal que pensou ser um urso. Quando abriu a tenda, em vez de um urso vislumbrou um animal semelhante a um cão grande, deitado debaixo da comida. 
Não ligou muito e voltou a dormir. Só quando mais tarde comentou com algumas pessoas é que se apercebeu tratar-se de um leão da montanha, um animal raro e perigoso. Pois é, os leões selvagens não vivem apenas em África.

7. Pedalar pela Rota da Seda é a viagem mais bonita do mundo
A Ásia Central é incrivelmente bonita. Leigh Timmis conta que pedalou pelo deserto, por montanhas sem turistas, por estradas com mercados onde se vendiam especiarias e sedas, tal como acontecia há dois mil anos. Leigh diz que se sentiu como o Indiana Jones.

8. Pedalar nos Himalaias é muito difícil
A parte mais difícil da viagem, a nível físico, foi o Tibete. A cinco mil metros de altitude, com temperaturas mínimas de 40 graus negativos no inverno, foi um local muito difícil para pedalar. 
O ciclista afirma que se viu obrigado a andar por cima de rios congelados, fazer buracos no gelo para conseguir água, pedalar durante tempestades e ventos fortes, e lutar para conseguir respirar, devido à falta de oxigénio que se sente naquela área.

9. Mas pedalar pela América do Sul também
As expectativas que Leigh tinha da América do Sul eram enormes. 
Por exemplo, pensava que a viagem pelo Peru seria repleta de experiências místicas. 
Mas, em vez disso, encontrou chuva nos Andes e tempestades de areia no deserto. 
As estradas longas, planas e retas «matam». 
O calor e a humidade são insuportáveis, e o tempo parece não passar.

10. As pessoas mais pobres são geralmente as mais acolhedoras
Em geral, as pessoas mais acolhedoras são as mais pobres, residentes no campo. O aventureiro ficou em casa de pelo menos um estranho em cada país visitado, tendo sido convidado aleatoriamente na rua.
 Leigh foi tratado de maneira diferente em cada local do mundo, mas para ele as diferenças são bem-vindas. 
Se nas Ilhas Fiji ficou em casa de uma família pobre, que insistiu para que ele comesse o único caranguejo que havia, enquanto a família comia apenas noodles e batatas, nos EUA condutores que percorriam as estradas vazias deram-lhe 20 dólares para que continuasse a viver o seu sonho, tal como eles estavam a viver o deles.

11. A França é o melhor país para andar de bicicleta
«O que mais quer um ciclista para além de baguetes, queijos, bolos fantásticos e vinho barato?», pergunta Leigh Timmis.
 Em França, a rede de ciclovias ao longo de canais é incrível. 
O inglês ficou espantado ao encontrar tantas estradas perfeitamente pavimentadas no meio do campo, o que raramente acontece noutro lugar.

12. Andar de bicicleta é como meditar
Estar sozinho em cima de uma bicicleta é um momento ótimo para pensar e admirar o que se passa à volta.
 Mas a solidão também pode ser incrivelmente destrutiva. Leigh teve de lutar para conseguir atravessar o Sudeste Asiático, em países onde não conseguia comunicar com os habitantes locais, ou no auge da estação da chuva, viagem que quase o levou à loucura.

13. É possível viajar pelo mundo com apenas seis euros por dia
Leigh Timmis conseguiu viver com aproximadamente cinco libras (mais ou menos seis euros) por dia. No transporte, alojamento e água, Leigh não gastava dinheiro. 
A única coisa que precisava de comprar era comida, que adquiria nos mercados locais. Antes de iniciar a viagem, com as poupanças que efetuou e depois de comprar a bicicleta, ficou com sete mil libras (8354 euros, aproximadamente), dinheiro que pensava ser suficiente. 
Como não foi, acabou por poupar mais três mil libras (3580 euros) a trabalhar na Austrália, e mais cinco mil libras (5967 euros) em Taiwan.
MM

Rota dos Cromeleques

Premios para os 3 Primeiros Classificados Masculinos de ambas as Distancias
Para os 3 Primeiros Classificados Femininos de ambas as Distancias
Para a Maior Equipa em Prova
Para o atleta mais novo(exclusivo percurso 35 Km)
Foto de BTT MALAGUEIRA - Amigos do Pedal.
MM

Bicla Fest - Lisboa Ciclável - Semana Europeia da Mobilidade - 17 de Setembro - Terreiro do Paço

Bicla Fest - Lisboa Ciclável - Semana Europeia da Mobilidade - 17 de Setembro - Terreiro do Paço
Passeio de Bicicleta no âmbito da Semana Europeia da Mobilidade.
As inscrições são GRATUITAS.
Serão tiradas fotos na passadeira vermelha para atribuição de 3 bicicletas às fotografias mais votadas posteriormente no facebook da FPCUB.

Inscrições em: http://www.fpcub.pt/2017/02/bike-fest-lisboa-ciclavel-2017

Irão juntar-se ao passeio no Terreiro do Paço o passeio de bicicleta da Bike Team e os Metralhas do Lumiar. Irá haver ainda um Desafio Audace FPCUB com partida e chegada ao Terreiro do Paço.
MM

Sylwia Przybylska

Foto de Vanity Cycling.
MM

Brisa do mar.

#nude #sexy #bicycle #girl #cycling #bike
Menina a beira mar, com a brisa a dar ...
MM

Passeio BTT Agrival 2017

Foto de BTT Kunalama.
Passeio de BTT guiado por GPS e também marcado com fitas,
inserido na 38ª Feira Agrícola do Vale do Sousa - Agrival Penafiel 2017
MM

Porto a Santiago em bicicleta (Caminho Central )

Celanus Empresa de Turismo, Sa


Foto de Celanus Empresa de Turismo, Sa.
Empresa deTurismo Natureza, licenciada com o número
RNAT 918/2016

Profissionalismo e experiencia pelos mais diversos Caminhos de Santiago.

DESCRIÇÃO:

Preço : 169.00€

Porto a Santiago de Compostela -240 km
Caminhos de Santiago em bicicleta de 3 dias 2 noites. 

- Duas noites de alojamento em hotel em quarto duplo ou triplo com pequeno almoço.

- Três almoços em servico volante em plena natureza,com prato principal, pão, fruta e bebidas, agua, coca'cola e vinho.

- Menu ( almoço ) Vegetariano a pedido
- Abastecimentos sólidos e líquidos durante os três dias de viagem, água, frutas.

- Seguro de acidentes pessoais
- Credencial de Peregrino 

- Autocarro a acompanhar durante os três dias e regresso dos participantes e bicicletas.
- Guia credenciado a acompanhar os participantes.
- Assistência técnica especializada para as bicicletas.
- Possibilidade de suplemento em quarto individual por mais15€ por noite.

- Possibilidade de aluguer de bicicleta ( sob consulta)

PERCURSO:

1º Dia : Porto - Ponte de Lima
2º Dia : Ponte de Lima - Redondela
3º Dia : Redondela - Santiago de Compostela
-Hora prevista de chegada a Santiago 16H00, de chegada no regresso ao Porto 20H00.


PRE INSCRICAO :
Enviar email com os seguintes elementos, para; 
manuel.celanus@gmail.com 
-Nome completo
-Contacto telefonico

Qualquer esclarecimento Telf :
Manuel Amado 938454419

Garanta o seu lugar, efectuando a pré inscrição,
pois será respeitada a ordem de entrada.

Pré inscrição não obriga a pagamento imediato , mas uma forma de reservar a sua presença.

Postriormente o pagamento sera efectuado em três vezes, de forma suave,em referencia que mencionaremos a data :

* 50% inscrição e os restantes* 50% ate 20 dias antes da data de inicio do evento.


Número mínimo de 15 participantes e máximo de 25.
Caso não se reúna o número mínimo de participantes até 30 dias antes, o valor será integralmente devolvido por transferência bancaria. 
Camino de Santiago
As Origens

A história do Caminho de Santiago remonta ao início do século IX (ano 814) momento da descoberta do túmulo do apóstolo evangélico da Península Ibérica. Desde essa descoberta, Santiago de Compostela torna-se ponto de peregrinação de todo o continente europeu.
O Caminho foi definido então pela rede de rotas romanas que se juntaram aos pontos nevrálgicos da Península. O impressionante fluxo humano que rumava a Galiza deu origem a que rapidamente apareceram muitos hospitais, igrejas, mosteiros, abadias e cidades ao redor das rotas. Durante o século XIV a peregrinação começou a decair, fato trazido pelas guerras, as epidemias e as catástrofes naturais.
A recuperação das rotas começa no final do século XIX, mas é durante o último quarto do século XX, que ocorre o autêntico ressurgimento contemporâneo da peregrinação. Não há dúvida de que os componentes sociais, turísticos, culturais ou desportivos tiveram grande importância na revitalização jacobea, mas não podemos esquecer que a rota ganhou seu prestígio graças ao seu valor espiritual.
O Caminho de Santiago (Camiño Santiago) é uma grande rede de antigas rotas de peregrinos que se estendem por toda a Europa e se reúnem no túmulo de Santiago, em Santiago de Compostela, no noroeste de Espanha.
Anualmente, centenas de milhares de pessoas de várias origens caminham pelo Caminho de Santiago a sós ou em grupos organizados. As pessoas que querem estar despreocupadas poderão optar por uma excursão organizada ou uma visita auto-guiada, enquanto muitos optarão por planejar o camino por conta própria.
A rota mais popular (que fica muito lotada no meio do verão) é o Camino Frances que se estende 780 km (cerca de 500 milhas) de St. Jean-Pied-du-Port perto de Biarritz, na França, para Santiago. Esta rota é alimentada por três grandes rotas francesas: a Voie de Tours, a Voie de Vezelay e a Voie du Puy. Também é acompanhada pelo Caminho Aragonés (que é alimentado pela Voie d'Arles que atravessa os Pirinéus), pelo Camínho de Sant Jaume de Montserrat perto de Barcelona, ​​a Ruta del Tunel de Irun, o Camino Primitivo de Bilbao e Oviedo, e pelo Camino de Levante de Valência e Toledo.
Outras rotas espanholas são o Camino Inglés de Ferrol e Coruña, a Via de la Plata de Sevilha e Salamanca, e por fim o Camino Portugues.
A rede é semelhante a um sistema fluvial, ribeiros pequenos se unem para fazer riachos, e os riachos se juntam para fazer rios que vao finalmente desaguar na foz (Santiago de Compostela). Durante a Idade Média, as pessoas partiam a pé de suas casas em direçao as rotas principais para Santiago, dando origem ao crescimento destas redes. Hoje em dia, as viagens aéreas baratas deram a muitos a oportunidade de voar para o seu ponto de partida, e muitas vezes para fazer seções diferentes em anos sucessivos. Algumas pessoas iniciam o Caminho Santiago por razões espirituais, outros encontram essas razões espirituais ao longo do Caminho ao encontrarem-se com outros peregrinos, assistir às missas em igrejas mosteiros e catedrais, e ver a grande infra-estrutura de edifícios providenciados aos peregrinos ao longo de muitos séculos.
MM

VIII Bike Tour Tiago Machado

Foto de Tiago Machado.
Realiza-se no dia 5 de novembro o VII Bike Tour Tiago Machado. 
O passeio de bicicleta, aberto à participação de todos os interessados, tem o apoio da Associação de Ciclismo do Minho e decorrerá em Vila Nova de Famalicão. 
Como habitualmente, a iniciativa assumirá um cariz solidário e contará com a presença de atletas de renome.
O VIII Bike Tour Tiago Machado será uma oportunidade de pedalar com o ciclista Tiago Machado (que representa a equipa do ProTour Katusha) e com outros atletas de renome.
Com um percurso de 20 quilómetros, de dificuldade baixa, o VIII Bike Tour Tiago Machado começará às 9 horas no Parque da Devesa - Vila Nova de Famalicão.
Os participantes no VIII Bike Tour Tiago Machado habilitam-se ao sorteio de vários prémios.
Visando a promoção da prática desportiva e assumindo um cariz solidário, a participação no VIII Bike Tour Tiago Machado tem um custo de 5€ (para adultos) e de 3€ (crianças até aos 12 anos), revertendo o lucro para uma instituição de solidariedade social a designar.
MM

DOURO Granfondo CYCLE Sportive - 2018 edition


Foto de Live Love Ride - Portugal Bike Tours.
Essa é uma experiência de 4 dias para aqueles que querem participar num evento ciclo desportivo, juntamente com outros 2000 participantes, que decorre na mais antiga região de vinho do mundo, o rio Douro, e é considerado o maior evento amador de ciclismo de estrada do país. 
Escolha entre as distâncias do Mini, Médio ou Granfondo de acordo com sua experiência e desfrute de um fim de semana prolongado com tours guiadas de bicicleta na região, provas de vinho e visitas a quintas locais e excelente acomodação num hotel de charme como a “Quinta do Vallado”. 
Aproveite o tratamento de um profissional.


MM